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Ministro Fávaro recebe convite para participar de feiras agropecuárias em Brasília

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Nesta segunda-feira (24), o ministro da Agricultura e Pecuária recebeu o presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal e da Feira AgroBrasília, José Guilherme Brenner, e o presidente da Expovitis Brasil, Ronaldo Triacca, que o convidaram para participar das feiras agropecuárias que acontecerão em Brasília nos próximos meses.

Fávaro agradeceu o convite e destacou a relevância das feiras agropecuárias brasileiras. “Cada feira tem o papel fundamental de estabelecer contatos e criar interação entre as pessoas do campo, vocacionadas a produzir, com as inovações tecnológicas e a pesquisa. São oportunidades únicas de troca de experiências”, afirmou o ministro.

A AgroBrasília é uma feira de tecnologia e negócios voltada para empreendedores rurais de diversos portes e segmentos. Em sua 15ª edição, é uma das principais feiras de novas tecnologias para o agronegócio e se tornou um cenário de referência em debates, palestras e cursos sobre diversos temas relacionados ao próprio setor produtivo.

Segundo Brenner, a edição deste ano virá com o tema “Agro, oportunidade para todos” e promete ser um sucesso. “No ano passado, recebemos um público que ultrapassou os 170 mil visitantes, muita gente em busca de inovação, numa feira pensada para os produtores rurais, empresários, mas também para os estudantes”, explicou o presidente.

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Já para Triacca, da Expovitis, será uma honra receber o ministro na 2ª edição da feira do vinho em Brasília, que reunirá toda a cadeia da vitivinicultura e do enoturismo, representadas por diversas instituições e empresas. A Expovitis acontecerá de 19 a 21 de junho.

Na ocasião, o ministro do Mapa destacou a importância de os produtos do agro contarem com um sistema de rastreabilidade, o que permite ao consumidor conhecer a origem do produto final, sua trajetória e quem foi responsável pelo seu cultivo, como é o caso do algodão brasileiro.

Também participaram da reunião o coordenador-geral de Apoio às Superintendências, Raul Amaducci; o superintendente de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal, Aneilton Veras; e a coordenadora institucional da AgroBrasília, Lydia Maria Costa Fernandes.

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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Mulheres da Pesca Artesanal apresenta resultados para pescadoras no Rio Grande do Sul

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), por meio da Superintendência Federal no Rio Grande do Sul, promoveu, na última quinta-feira (16), um encontro para apresentar os resultados do projeto Mulheres da Pesca Artesanal e compartilhar experiências e aprendizados construídos ao longo da iniciativa. 

 O evento reuniu pescadoras de diferentes regiões do estado, participantes do projeto e representantes de instituições parceiras, entre elas parlamentares, integrantes dos Ministérios da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além da Comissão Nacional de Fortalecimento das Reservas Extrativistas Costeiras e Marinhas (CONFREM). 

O projeto tem como principal objetivo apoiar a regularização do processamento e da comercialização do pescado em âmbito domiciliar, por meio do fortalecimento do papel das mulheres na cadeia produtiva da pesca artesanal. Para isso, a iniciativa desenvolve ações de capacitação, pesquisa, assistência técnica e construção participativa de protocolos voltados à atividade. 

 A ação reúne famílias de pescadoras dos municípios de Imbé, Tramandaí e Xangri-Lá, pesquisadoras da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e o MPA, com apoio da EMATER e dos serviços municipais de fiscalização do litoral norte gaúcho. 

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Ao longo do projeto, foram promovidas atividades de ensino, pesquisa e extensão para aproximar os saberes tradicionais da pesca artesanal do conhecimento científico, valorizando o trabalho das mulheres, historicamente ligado ao beneficiamento do pescado. 

 As ações foram implementadas junto a quatro famílias da pesca artesanal do litoral norte do estado, com foco na melhoria das condições de trabalho e na construção de caminhos viáveis para a formalização do processamento artesanal, garantindo mais qualidade e segurança aos produtos. 

 Entre os principais resultados da iniciativa estão o diagnóstico das condições de trabalho, capacitações em Boas Práticas de Manipulação, desenvolvimento de novos produtos, fortalecimento da gestão e da comercialização, além da elaboração de materiais educativos voltados às pescadoras artesanais. 

Além de promover a valorização dos saberes tradicionais, o projeto também busca ampliar a equidade de gênero na atividade pesqueira e gerar impacto social duradouro para as comunidades. A partir dos resultados alcançados, a proposta poderá contribuir para a construção de um projeto de lei voltado à regularização do processamento e da comercialização do pescado em âmbito domiciliar. 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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