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Ministro do STJ não vê periculum in mora e nega HC a “tesoureiro” do Comando Vermelho

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Da Redação

 

O Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Joel Ilan Paciornik , negou nesta quarta-feira 14.02, um pedido de Habeas Corpus (HC), impetrado pela defesa de Luiz Fagner Gomes Santos “o Passat”, acusado de ser contador da facção Comando Vermelho em Mato Grosso.

Passat foi alvo na operação Ativo Oculto no ano passado, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), onde desarticulou um esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas da facção.

A defesa alega que a sua prisão é ilegal, e que  justiça está usando outras condenações de Passat para justificar a sua prisão, e que não existe provas de sua participação no esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa. O acusado já cumpre uma pena de 19 anos, pelos crimes de tráfico de drogas.

O ministro Joel Ilan não atendeu o pedido da defesa e destacou que não vê nenhum constrangimento ilegal na prisão de Luiz. E não reconheceu o perigo da demora no processo para a concessão da tutela de urgência. E indeferiu de pronto o pedido da defesa.

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Determinou também  que as instâncias inferiores prestem informações sobre o pedido de liberdade provisória do acusado.

Passat foi preso em 23 de março durante a operação. Com ele foram presos Sandro da Silva Rabelo, o “Sandro Louco”, a esposa dele, Thaisa Souza de Almeida, Renildo Silva Rios o “Negão”, Robson José Ferreira de Araújo, o “Carcaça”, e Leonardo dos Santos Pires, o “Sapateiro”.

Até o momento foram realizadas duas fases da operação. Na primeira desencadeada quando Passat foi preso, a justiça expediu cerca de 271 ordens judiciais entre mandados de busca e apreensão, prisão preventiva, prisão temporária e bloqueio de bens e valores, onde 22 pessoas foram presas.

Foram apreendidos 89 aparelhos celulares, 11 armas de fogo, 12 veículos e R$ 180 mil em dinheiro. As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande, Mirassol D’Oeste, Araputanga, Barra do Bugres, Arenápolis, Sinop e Rondonópolis. Também foram cumpridas ordens judiciais em Mato Grosso do Sul e Rondônia.

Já na segunda fase da operação, desencadeada em abril do mesmo ano, três pessoas foram presas, incluindo o da advogada de Sandro louco.

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Polícia Civil cumpre mandados contra criminosos envolvidos em latrocínio em Juscimeira

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15.4), a Operação Vox Sanguinis, para cumprir ordens judiciais contra envolvidos em um crime de latrocínio (roubo seguido de morte), ocorrido no mês de março no município de Juscimeira.

As ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária, dois mandados de busca e apreensão e um mandado de internação provisória, foram deferidas pela Vara Única de Juscimeira com base em investigações conduzidas pelos policiais da delegacia do município.

O latrocínio que vitimou Reinaldo Fernandes Gimenes, de 47 anos, ocorreu no dia 27 de março, em uma propriedade rural no município. Na ocasião, a vítima foi encontrada em um dos quartos da residência, com várias perfurações por arma branca, além de pés e mãos amarrados.

No local, foi constatado que os criminosos subtraíram duas armas de fogo e o aparelho celular da vítima, além de realizarem diversas transferências bancárias por meio do aplicativo do banco instalado no aparelho.

Imediatamente após a comunicação dos fatos, os investigadores da Delegacia de Juscimeira iniciaram as investigações para identificar e prender os autores do crime.

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Com o avanço das investigações, os policiais conseguiram identificar dois adultos e um adolescente, filho de um dos investigados, como autores do crime.

As investigações apontaram que o menor estava oferecendo as armas de fogo roubadas para venda. Já o dinheiro transferido da conta da vítima foi utilizado para o pagamento de dívidas dos criminosos.

Diante das evidências, o delegado Dario Ferreira, responsável pelas investigações, representou pela expedição das ordens judiciais contra os suspeitos, que foram deferidas pela Justiça.

Um dos alvos teve o mandado de prisão cumprido no distrito de São Lourenço de Fátima, e o outro já estava custodiado em Juscimeira em razão de outro crime, tendo a nova ordem judicial de prisão cumprida. O menor de idade não foi localizado e segue procurado pela polícia.

As investigações seguem em andamento para a localização do menor e o total esclarecimento do crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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