Mulher
Ministério das Mulheres classifica municípios aptos a receber veículos para fortalecimento das políticas municipais para as mulheres
O Ministério das Mulheres divulgou, nesta sexta-feira (30), o resultado final do Edital nº 07/2025, que classifica 289 municípios, de diferentes regiões do país, aptos ao recebimento de veículos automotores. Os veículos serão destinados ao uso exclusivo das Secretarias Municipais e/ou dos Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres.Os veículos serão destinados ao uso exclusivo das Secretarias Municipais e/ou dos Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres. O processo seletivo contou com ampla participação e rigor técnico, reafirmando o compromisso do Ministério e das gestões municipais com o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres.
O processo seletivo contou com ampla participação e rigor técnico, reafirmando o compromisso do Ministério das Mulheres e das gestões municipais com o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres.
A doação dos veículos ocorrerá conforme a disponibilidade orçamentária e financeira do Ministério das Mulheres, nos termos dos itens 2.3 e 18.1 do Edital, obedecendo ao ranking de classificação dos municípios selecionados no resultado final e ao período de validade do edital, de dois anos. A classificação no resultado final, portanto, não garante a entrega de veículos a todos os municípios classificados, estando condicionada à disponibilidade orçamentária e financeira.
Critérios de avaliação
Participaram do edital municípios com população de até 100 mil habitantes, conforme dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A classificação e a seleção observaram critérios relacionados à estrutura e à consolidação das políticas públicas para as mulheres, bem como ao perfil socioeconômico da população.
Foram atribuídos pontos à existência de Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres – até 5 pontos –, considerando o tempo de funcionamento, ou à existência de outros Organismos Municipais de Políticas para as Mulheres e de secretarias multitemáticas – até 2 pontos cada –, também de acordo com o período de existência. A avaliação considerou ainda a atuação do Conselho dos Direitos da Mulher – até 3 pontos –, conforme a regularidade das reuniões realizadas a partir da publicação da Portaria GM/MMULHERES nº 441, de 14 de outubro de 2025.
Também foi considerada, para fins de pontuação, a realização de Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, assim como a existência de Plano Municipal de Políticas para as Mulheres, ambos com até 2 pontos. O Plano de Utilização do Veículo foi avaliado com até 2 pontos, levando em conta a caracterização dos interesses recíprocos, a identificação do público-alvo, o problema a ser enfrentado e os resultados esperados.
Por fim, a classificação dos municípios considerou o percentual da população municipal inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico –, com pontuação de até 4 pontos, conforme a proporção da população cadastrada.
Processo de seleção
Na primeira etapa do edital foram registradas 762 inscrições, provenientes de municípios de 24 estados brasileiros, evidenciando o alcance nacional da chamada e o interesse das administrações locais em aderir às ações apoiadas pelo Ministério das Mulheres. Após a análise dos critérios previstos, 392 municípios foram considerados aptos a avançar no processo seletivo.
Na segunda etapa, 363 municípios encaminharam a documentação exigida dentro do prazo estabelecido. Após criteriosa análise técnica, 289 municípios cumpriram integralmente todas as exigências, garantindo a classificação final no edital.
Fonte: Ministério das Mulheres
Mulher
Ministérios articulam legado social e combate à violência para a Copa Feminina 2027
Para enfrentar a violência de gênero no país do futebol, em que o ambiente de campo e arenas ainda é predominantemente masculino, o Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério dos Esportes, compôs uma seleção de representantes para definir estratégias de perspectiva de gênero para a Copa do Mundo Feminina de 2027.
Para que a competição, que ocorre pela primeira vez na América do Sul, seja um marco de desenvolvimento, inclusão e legado social, os ministérios vêm trabalhando por meio de dez comissões técnicas, de forma a abarcar as exigências e melhorias para o mundial, que acontecerá em oito cidades-sedes (Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), com 32 seleções, no período de 24 de junho a 25 de julho de 2027.
A agenda, que já está em articulação entre as pastas e outros órgãos do governo federal, como Turismo e Segurança Pública, busca elaborar o plano nacional do legado da Copa Feminina, previsto para setembro. Dentre as pautas transversais desenhadas está a busca pela igualdade entre homens e mulheres no esporte, valorização da profissão de jogadora feminina, bem como a ampliação de atletas femininas na categoria de base.
Sem violência em campo
Em 2023, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) revisou o Código de Ética e Disciplina, eliminando o prazo limite para a denúncia de casos de abuso sexual, assédio e exploração, permitindo que vítimas denunciem agressões antigas.
A ministra interina do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, destacou que a parceria entre o Esporte e Mulheres é antiga. Para ela, a pauta que une os ministérios é transversal e necessária, pois dialoga com mulheres e meninas no esporte. “Queremos construir não só um excelente evento, mas construir estratégias para essa pauta tão importante para meninas e mulheres no Brasil”, afirmou Eutália.
Para a secretária Extraordinária para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2027, Juliana Agatte, do Ministério do Esporte, os ministérios buscam entregar para a sociedade, além de um legado esportivo, um legado social.
“Não tem como falar de futebol, de Copa Feminina de futebol, sem falar do Ministério do Esporte junto com o Ministério das Mulheres. A gente tem o objetivo de construir o plano nacional do legado, que passa pela ideia da profissionalização do futebol feminino, mas também pelo legado social, que reforça as formas de violência contra a mulher e combate ao feminicídio”, explicou Juliana.
Desdobramentos
Até o início da competição mundial, que começa em junho de 2027, as pastas trabalharão juntas para discutir melhorias e implementar ações que possam corroborar para o fim da violência nos estádios.
O objetivo é fazer com que campeonatos de futebol possam ser frequentados por mulheres e meninas, em segurança. Atualmente, apenas um estádio possui equipamento especializado de atendimento à mulher, que é o Mineirão, em Belo Horizonte. De acordo com a secretária Juliana, a expectativa é que, a exemplo do que acontece na capital mineira, as arenas do país possam contar com essa estrutura de atendimento às mulheres, principalmente, nas cidades-sedes do Mundial Feminino.
Fonte: Ministério das Mulheres
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