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Michelly anuncia acordo e ressalta inteligência política do prefeito e compromisso com a valorização dos professores

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Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar
A vereadora Michelly Alencar, vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Cuiabá, anunciou nesta segunda-feira (14), em entrevista à imprensa, um acordo entre o Legislativo e o prefeito Abílio Brunini para garantir o pagamento do adicional de férias aos professores da rede pública municipal. Uma reunião sobre o tema será realizada na quarta-feira (16).
Pelo entendimento firmado, o Executivo manterá o cálculo do benefício sobre 45 dias, sendo 30 dias de férias mais 15 dias de recesso escolar, e retirou de tramitação o projeto de lei que previa a redução da base de cálculo para apenas 30 dias.
“Essa decisão mostra que teremos avanços na educação, porque não há como melhorar sem valorizar os profissionais da área”, afirmou Michelly.
A vereadora destacou que, apesar das preocupações iniciais com o impacto financeiro, o recuo do prefeito Abílio demonstra sensibilidade, inteligência política e disposição para o diálogo com a Câmara Municipal.
“A defesa dos professores era quase unânime na Câmara. Ele ouviu os vereadores e decidiu pela manutenção do direito ao adicional de férias sobre 45 dias”, pontuou.
Segundo Michelly, a prefeitura já iniciou o levantamento para identificar de onde sairão os recursos necessários ao pagamento do benefício, tanto o atual quanto o passivo acumulado. O valor da dívida retroativa, referente ao não pagamento do adicional nos moldes corretos durante gestões anteriores, é estimado em R$ 30 milhões.
A medida prevê o parcelamento desse montante. Já o impacto do pagamento referente ao adicional deste ano está estimado em R$ 9 milhões, conforme levantamento preliminar apresentado pela prefeitura.
“Agora, o trabalho será encontrar recursos em outros fundos, contratos ou áreas do orçamento municipal. O importante é que a educação foi tratada como prioridade. O prefeito demonstrou inteligência política e respeito pela categoria ao manter o diálogo aberto e buscar alternativas para cumprir esse compromisso”, enfatizou a vereadora.
A despesa será incluída na Lei Orçamentária Anual (LOA) de forma permanente, garantindo previsibilidade e segurança para os próximos anos.
“Trabalhamos pela valorização da educação e dos professores. E, se isso tem impacto financeiro, é justo que conste na LOA”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.
Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.
Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.
A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.
Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:
Falta de saneamento básico;
Ausência de pavimentação;
Problemas de drenagem;
Iluminação pública insuficiente.
Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.
A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.
Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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