Caso Alphaville 1

Menor será investigado por porte de armas

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CASO IISABELE
JB News

Por Denise Niederauer

O menot G.A.S.C.C, 17, que levou as armas de sua casa até a residência onde Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta, será investigado por prática de ato infracional análogo aos crimes de posse irregular (ou porte ilegal) de arma de fogo Ele saiu, e foi até a casa dos Cestari, depois de pedir um carro por aplicativo e transitou pela cidade com
duas armas: uma pistola Imbel e uma outra arma usada para
prática de tiro esportivo, o que é proibido. Na época, ele era praticante da
modalidade, desde os 14 anos.

O menor G.A.S.C.C, 17 anos, está proibido de praticar tiro esportivo até completar 18 anos.
Segundo a mãe de Isabele Guimarães Ramos, Patrícia Hellen
Guimarães Ramos, além da atiradora, B.O.C, 15 anos que matou sua filha ser responsável,, também são, os pais da dela, e o pai do
menor que levou forma irregular
e proibida a arma de fogo que foi usada no crime.
Um novo pedido de investigação partiu da defesa do empresário Marcelo Martins Cestari e da esposa dele, Gaby Soares de Oliveira Cestari, em ação em que foram denunciados pelo homicídio culposo de Isabele, fraude processual, crimes do sistema nacional de armas e crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O pedido da defesa do casal Cestari, a presentou fotos e vídeos que mostra o menor, portando e manuseando armas em várias situações.
O promotor Milton Pereira Merquíades encaminhou os pedidos de nova investigação contra adolescente G.A.S.C.C, 17 anos, e o pai, o veterinário Glauco Fernando Mesquita Corrêa da Costa. As provas apresentadas foram desmembradas do processo. O advogado Valber Melo, informou que eles ainda não foram intimados.

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CASO ALPHAVILLE 1

A adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho de 2020, pela menor B.O.C, 15 anos, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá.

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Caso Alphaville 1

Juiz Túlio Duailibi mantém condenação de amiga que matou Isabele com tiro no rosto em Cuiabá

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Por Nayara Cristina

O juiz da 2ª Vara de Infância e juventude de Cuiabá, Túlio Duailibi Alves de Souza, manteve a condenação da Menor B.O.C, que matou Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá, com um tiro no rosto.

A decisão foi proferida na noite desta segunda-feira (02.08), e o caso segue em segredo de justiça.

Na condenação estava a possibilidade de uma avaliação semestral, para que a justiça pudesse decidir sobre os próximos passos que seria dado ao caso e a garota.

A pressão tem sido incisiva para a soltura da menor, que encontra-se internada no Lar Menina Moça na capital. Por diversas vezes a defesa impetrou pedidos ao judiciário para que a B.O C, tenha a sua liberdade garantida, e no entanto todas foram negadas pela justiça.

A próxima avalição da menor será daqui a seis meses, quando mais uma vez a defesa irá fazer o pedido pela soltura da internada, enquanto isso outros pedidos estão sendo feito novamente  pelos advogados da menor  no sentido de pedir o relaxamento de sua condenação. A garota foi condenada pela prática do ato infracional equiparado ao crime de homicídio qualificado.

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Internada desde o dia 19 de janeiro, B.O.C, seguirá o internamento no Centro de Ressocialização Menina Moça, anexo ao Centro Socioeducativo de Cuiabá (Complexo Pomeri), para reabilitar menores do sexo feminino que cometeram ato infracional pelo próximos seis meses pela decisão.

Caso Alphaville 1
A adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho de 2020, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. O processo tramita em segredo de justiça.

 

 

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