EDUCAÇÃO

MEC participa de feira de diversidade alimentar

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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realiza, de 23 a 25 de abril, a Feira Brasil na Mesa. O evento é aberto ao público e busca valorizar alimentos da diversidade brasileira para aproximar produção, pesquisa, políticas públicas e consumo. A programação ocorrerá na Embrapa Cerrados, em Planaltina (DF), e contará com a parceria do Ministério da Educação (MEC), além de outros ministérios e órgãos públicos, bem como da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e do Sebrae. Durante o evento será celebrado o aniversário de 53 anos da Embrapa. 

A Feira Brasil na Mesa tem como objetivo dar visibilidade à riqueza alimentar do país, especialmente àquilo que é produzido pela agricultura familiar, pelo pequeno e médio produtor e por povos e comunidades tradicionais. A proposta é transformar essa diversidade em conhecimento, oportunidade econômica e maior conexão entre campo e sociedade. 

A feira terá degustações, Cozinha Show (experiência gastronômica onde chefs preparam pratos ao vivo, na frente de clientes ou espectadores), feira de produtores, resultados de pesquisa, programas e políticas públicas, rodada de negócios e praça de alimentação. Os visitantes poderão ver vitrines de tecnologias e percorrer uma trilha pelo Cerrado.  

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Um dos espaços centrais será o Estande Brasil, no qual o MEC apresentará o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), uma das mais consolidadas políticas educacionais brasileiras, reconhecida internacionalmente, que distribui diariamente cerca de 50 milhões de refeições para quase 39 milhões de estudantes da educação básica de escolas públicas. 

Também estarão presentes no Estande Brasil os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR); Meio Ambiente (MMA); e Secretaria-Geral da Presidência da República. 

Além disso, representantes do MEC participam de seminários técnicos de curta duração durante a programação do evento ao lado de pesquisadores da Embrapa e de universidades, organismos internacionais, Sebrae, ApexBrasil e outros ministérios.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Embrapa 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC lança orientações sobre IA na educação básica

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O Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta quarta-feira, 8 de abril, o webinário “IA na educação básica: caminhos para o currículo e a prática docente”, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. Durante o encontro, foram apresentadas diretrizes para o uso pedagógico da inteligência artificial nas escolas e lançado o documento orientador “Inteligência Artificial na Educação Básica”, que traz orientações curriculares e princípios para o uso ético da tecnologia no ambiente educacional. 

A agenda também marcou o lançamento do curso “IA na prática docente: uso ético, criativo e pedagógico”, voltado a professores do ensino médio. A formação está disponível na Plataforma Mais Professores e integra as ações da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec)

Realizado em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o webinário reuniu gestores públicos, especialistas e educadores para debater como integrar a inteligência artificial às práticas pedagógicas da educação básica, com foco no uso crítico, responsável e alinhado às políticas educacionais brasileiras. O evento também contou com a participação de especialistas e pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, da Universidade de São Paulo, do Instituto Federal Farroupilha e da Universidade Federal do Pampa. 

Durante a abertura, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, destacou que a presença da IA no cotidiano de docentes e estudantes exige que as redes de ensino se preparem para incorporá-la de forma consciente e pedagógica. “A inteligência artificial já é uma realidade, não é mais uma escolha. Então, nós da educação básica, nessa frente de diretrizes e políticas, precisamos estar ao lado das redes educacionais e das escolas, apoiando cada vez mais o fortalecimento do uso dessa ferramenta por professoras e professores e, também, por parte dos nossos estudantes. Não vamos ter medo, vamos aprender a usar”. 

A diretora de Apoio à Gestão Educacional do MEC, Anita Stefani, ressaltou que a adoção da tecnologia nas escolas precisa vir acompanhada de investimentos em infraestrutura e, principalmente, em formação docente. “A gente precisa garantir a formação de professores, assim como o desenvolvimento de competências, adaptação de currículos, materiais didáticos e recursos educacionais digitais que atendam ao conceito de educação digital e midiática”, destacou. 

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As orientações apresentadas pelo MEC também incluíram o alinhamento do ensino sobre IA às diretrizes curriculares nacionais, bem como o monitoramento contínuo do uso das tecnologias para garantir conformidade com as legislações de proteção de dados e com os direitos de crianças e adolescentes. 

Documento orientador – O documento apresentado pelo MEC tem como objetivo orientar redes de ensino na construção de currículos, práticas pedagógicas e políticas institucionais que integrem a inteligência artificial de forma ética, crítica e segura. As recomendações estão alinhadas à educação digital e midiática e buscam garantir qualidade e equidade no acesso às tecnologias educacionais. 

O documento articula o ensino sobre IA e o ensino com IA, e está organizado em cinco capítulos que orientam redes e escolas desde os fundamentos até a implementação. O material propõe caminhos para a integração curricular e apresenta aprendizagens essenciais alinhadas à BNCC e à educação digital e midiática. 

O texto também traz uma análise de oportunidades e riscos do uso da IA, além de critérios para adoção de soluções tecnológicas e princípios baseados em ética, transparência e centralidade no ser humano, em consonância com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o ECA Digital. Por fim, apresenta referenciais para a formação de professores e recomendações práticas para sua implementação, reforçando o protagonismo docente e a integração entre currículo, prática pedagógica e gestão educacional. 

Curso – O curso “IA na prática docente: uso ético, criativo e pedagógico” foi organizado em cinco módulos que abordam fundamentos conceituais, aspectos técnicos, implicações éticas e aplicações pedagógicas da inteligência artificial na educação. A formação busca desenvolver competências para que professores compreendam, analisem criticamente e integrem a IA às práticas educacionais de forma responsável e contextualizada. A proposta está alinhada às competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), aos Saberes Digitais Docentes e aos referenciais de competências em IA para professores e estudantes da Unesco. 

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Escolas Conectadas A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), do MEC, promove a educação digital e midiática como pilar para a transformação de escolas públicas. Para isso, está estruturada em seis eixos interligados e articula políticas públicas, a fim de universalizar a conectividade com qualidade e garantir o uso pedagógico intencional das tecnologias. Na dimensão pedagógica, além das ações mencionadas, a Enec busca fortalecer o uso da tecnologia de forma consciente e segura a partir de diversas ações, como: 

  • apoio direto às redes de ensino: assessoria técnica para atualização curricular e formação docente, com oferta de especialização, alcançando mais de 4.700 municípios e 6.400 profissionais, em parceria com universidades públicas;  
  • formação continuada de professores: ampliação da oferta no Portal Mais Professores, com 83 cursos disponíveis sobre educação digital e midiática e mais de 471 mil certificados emitidos;  
  • disponibilização da plataforma MECRED, com mais de 36 mil recursos educacionais digitais disponíveis para uso pedagógico;  
  • entrega dos primeiros livros didáticos de educação digital e midiática, em 2026, a todas as escolas de ensino médio, por meio do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).  

Essas ações impulsionam a inovação pedagógica, fortalecem a formação docente e promovem a equidade no letramento digital e midiático da comunidade escolar. 

Resumo | Inteligência Artificial na Educação Básica 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  

Fonte: Ministério da Educação

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