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MEC orienta gestores municipais de Pernambuco sobre programas

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Nos dias 28 e 29 de abril, o Ministério da Educação (MEC) participa da 2ª edição da Caravana Federativa de Pernambuco, que ocorre em paralelo ao 8º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Com um estande no evento, o MEC é representado por equipes da Secretaria de Educação Básica (SEB) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), que apresentam programas e ações desenvolvidos pelo ministério aos gestores dos 184 municípios pernambucanos. A iniciativa conta com a participação de secretarias e órgãos estaduais, além de 42 órgãos federais, como ministérios e autarquias do Governo Federal. 

Com o tema “União e reconstrução por uma nova relação federativa”, o projeto teve início em Salvador (BA), em agosto de 2023, e passou por outras 11 capitais, somando mais de 11 mil atendimentos a gestores municipais. Essa é a segunda vez que a Caravana Federativa é realizada em Pernambuco. 

A Caravana Federativa é uma iniciativa da Secretaria Especial de Assuntos Federativos (SEAF) da Presidência da República, que desempenha um papel fundamental na coordenação e na integração dos entes federativos com as políticas públicas do Governo Federal, gerenciando informações e elaborando estudos para o aperfeiçoamento do pacto federativo. Para tanto, a Caravana promove a participação ativa dos ministérios e dos demais órgãos federais em um esforço conjunto para democratizar o acesso aos programas e aos serviços essenciais. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria Parlamentar (Aspar/MEC)  

Fonte: Ministério da Educação

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Piveta atribui crise da educação à Nova República, crítica pauta de gênero e aposta em mais escolas modelo cívico-militar em MT, VEJA O VÍDEO

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JB News

por Nayara Cristina

A educação pública de Mato Grosso entrou novamente no centro do debate após declarações do governador em exercício Otaviano Piveta, que atribuiu a piora histórica do ensino no Brasil às transformações ocorridas a partir da Nova República e, especialmente, após o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo ele, ao longo dos últimos 30 anos houve uma perda de valores fundamentais dentro das escolas, como disciplina, hierarquia e respeito, o que teria contribuído diretamente para a queda da qualidade educacional.

“Uma das causas da degradação do nosso sistema de educação ao longo dos últimos 30 anos. Depois da Nova República, aí é que começou a degringolar”, afirmou o governador, ao defender uma mudança de rumo no ensino público.

Apesar das críticas ao passado, os dados mais recentes mostram que Mato Grosso vem apresentando evolução nos indicadores educacionais. De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023, o estado alcançou nota 6,0 nos anos iniciais do ensino fundamental, 4,9 nos anos finais e 4,4 no ensino médio, evidenciando avanço principalmente nas etapas iniciais. O índice, que varia de 0 a 10, é o principal termômetro da qualidade do ensino no país e combina desempenho dos alunos com taxas de aprovação.

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Na comparação nacional, Mato Grosso acompanha a média brasileira nos anos iniciais, mas ainda enfrenta desafios nas demais etapas, cenário semelhante ao restante do país. Ainda assim, o estado tem avançado em rankings mais amplos e já aparece entre os dez melhores do Brasil em educação, segundo levantamentos recentes, refletindo os investimentos e mudanças na gestão educacional.

A discussão ganhou força após a repercussão de vídeos que mostram brigas entre alunos em uma escola no bairro Tijucal, em Cuiabá. Questionado sobre o caso, Piveta afirmou que situações de violência devem ser enfrentadas com ação imediata das forças de segurança, mas também com medidas estruturais dentro das unidades escolares. “Se chamar a polícia, não demora para chegar”, disse.

Como resposta, o governo tem ampliado o modelo de escolas cívico-militares, que, segundo Piveta, já demonstrou resultados positivos em desempenho e organização. Ele afirmou que a unidade envolvida no episódio recente já foi convertida para esse modelo. “O que nós vamos fazer para coibir isso preventivamente é transformar nossas escolas em cívico-militar, para colocar disciplina, hierarquia e respeito”, declarou.

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Durante a entrevista, o governador também criticou o que considera excesso de debates ideológicos dentro das escolas, incluindo temas relacionados a gênero, defendendo que o foco do ensino deve estar na aprendizagem e na formação acadêmica tradicional. A posição, no entanto, integra um debate mais amplo no país, onde especialistas defendem que temas como diversidade e respeito também fazem parte da formação educacional.

Entre avanços e desafios, Mato Grosso apresenta hoje um cenário de transição: enquanto melhora seus indicadores e sobe no ranking nacional, ainda enfrenta dificuldades principalmente no ensino médio e nos anos finais do fundamental. Nesse contexto, o governo aposta na disciplina e na expansão das escolas cívico-militares como caminho para consolidar os resultados e tentar reposicionar a educação pública do estado entre as melhores do Brasil.
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