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Mauro tem 74% dos votos válidos e ganharia a eleição no primeiro turno

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Da Redação

A pesquisa do Instituto Ipec, divulgada pela TV Centro América na última semana, mostra que o governador Mauro Mendes (União), que é candidato à reeleição, ganharia a disputa eleitoral no primeiro turno, com 74% dos votos válidos.

Esse foi o segundo levantamento do Ipec. O instituto ouviu 800 pessoas e foi realizado entre os dias 12 e 14 de setembro. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos.

“Essa pesquisa nos dá ânimo para continuar a nossa caminhada, com fé em Deus e trabalhando para melhorar a vida de todos os mato-grossenses e, principalmente, a vida de quem mais precisa”, afirmou Mauro Mendes.

Os demais candidatos aparecem com 19% para Márcia Pinheiro (PV), 5% para Marcos Ritela (PTB) e 2% para Moisés Franz (PSOL). Os votos válidos são aqueles que excluem brancos e nulos.

Na pesquisa anterior, feita entre os dias 28 e 30 de agosto, Mauro tinha 72% dos votos válidos, Marcia com 18%, Ritela tinha 8% e Moisés Franz aparecia com 2%.

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A pesquisa foi contratada pela Rede Matogrossense de Comunicação e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o protocolo MT-07150/2022 e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo Nº BR-02907/2022.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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