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Mauro Mendes reafirma que estudo técnico mostrou que BRT é mais viável pra ser construído e mais barato para o usuário

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Por Alisson Gonçalves maur

Durante uma entrevista ao Jornal Da Capital, nesta sexta-feira 22 de julho, o governador de MT e pré-candidato a reeleição Mauro Mendes (UB) falou sobre o que o motivou para colocar seu nome a disposição novamente para ser gestor do estado por mais 4 anos.

Segundo Mauro, antes de comunicar seu nome na disputa,ele passou por um grande reflexão leu pesquisas,a ndou nas cidades para entender como a população estava vendo sua gestão,além de claro a fonte principal sua família onde ele conversou com suaesposa, a  primeira dama de MT Virgínia Mendes, e seus filhos, para ter apoio de sua família.

Além de sua família,Mauro também ouviu lideranças políticas,prefeitos, deputados, secretarios,todos que já pediam seu nome como candidato,e então resolveu colocar o nome a disposição, que diz que ser vontade de Deus e do povo ele vai ficar por mais quatro ano, e assim terminar os 6 hospitais que estão em fase de construção, além de continuar investindo em outras áreas.

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Já mudando de assunto, como ficou as obras da troca de modal VLT por BRT, o governador explicou que antes de tudo foi realizado um levantamento técnico de pessoas especializadas,e que a decisão da troca não partiu dele, e sim de todos que avaliaram o projeto.

“A ideia da troca não partiu só de mim, tudo teve uma avaliação com pessoas especializadas que, disseram que era inviável continuar a obra do VLT, e por isso houve está troca”. disse Mendes.

O governador também explicou que desde o começo, a ideia era de implantar o BRT, mas por causa de corrupção e sacanagem, teve essa troca de modal BRT e VLT, e que o servidor que realizou a falsifição dos documentos judiciais para a troca de modal ,está sendo processodo pelo TribunaldeContasdaUnião (TCU).

Mauro Mendesainda explicou que,  a troca de modal foi aprovada por todos, ALMT prefeituras do estado, e que apenas o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), se colocou contra o projeto e que “estranhamente conseguiu arrancar uma decisão do TCU”. Segundo Mauro essa hipótese “estranhamente”.

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O BRT não teve recurso do Governo Federal, o dinheiro investido é tudo do governo do  Estado e que por isso o TCU, não tinha que atuar, somente o Tribunal de Contas do Estado, no caso tinha poder de interferência no caso, o que também de o aval, é já  aprovou a troca de modal.

Além disso Mendes disse que o custo do BRT, é mais barato, principalmente para o usuário Para ser ter uma idéia, o VLT cobraria em média R$ 5,20 do usuário,  já do BRT, o valor cobrado seria em média R$ 3.00 ou seja muito mais em conta e com mais conforto.

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Max Russi denuncia “edital fechado” em licitação de OS e boicote a deputados na Secretaria de Saúde

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Presidente da ALMT revela indignação por suposto direcionamento em contratos de hospitais, cita investigação da Polícia Federal e pede intervenção imediata do governo do estado.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), denunciou a existência de editais “restritivos” desenhados, em tese, para beneficiar uma única Organização Social de Saúde (OSS), a Agir Saúde (Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde), durante fala na Sessão Ordinária nesta quarta-feira (22). E ainda citou um esquema de “porta giratória” envolvendo servidores públicos e anunciou que levará o caso ao Ministério Público Estadual (MPE).

Segundo Russi, o edital elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) foi estruturado de forma tão fechada que impossibilitou a participação de outras organizações. O resultado foi a vitória da Agir Saúde, que assumiu o Hospital Regional de Cáceres e estava prestes a vencer também a licitação do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande.

“O edital era tão restritivo que só dava oportunidade para uma única empresa ser sagrada vencedora. Ela ganhou em Cáceres, de onde só recebo reclamações do serviço, e quase ganhou no Metropolitano, processo que acabou suspenso após intervenção do Tribunal de Contas”, afirmou o deputado. Russi destacou que a mesma empresa é alvo de operações da Polícia Federal em outros estados por desvio de dinheiro público.

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Outro ponto crítico da fala de Russi envolve um suposto conflito de interesses. O deputado, endossado pelo colega Valmir Moretto (Republicanos), denunciou que um servidor público que participou da modelagem do processo licitatório das OSs deixou o cargo no Estado para assumir uma função de alto escalão na própria empresa vencedora, com um dos maiores salários da organização.

“É no mínimo suspeito. O cidadão conduz a contratação, participa da modelagem e, após a empresa ganhar um contrato de R$ 200 milhões por ano, ele é contratado por ela. Vou encaminhar essa denúncia ao Ministério Público para que seja averiguada a conduta deste servidor”, declarou o presidente da ALMT.

APARELHAMENTO E “BOICOTE” AOS DEPUTADOS

Russi também expôs uma grave denúncia de aparelhamento político na Secretaria de Saúde. Segundo ele, há orientações internas na pasta para que demandas levadas por deputados não sejam atendidas.

“O deputado não leva demanda própria, leva o desespero de uma mãe que precisa de uma UTI. A ordem lá dentro é: ‘se for de deputado, não é para atender’. Isso é desumano. Queremos que a saúde funcione sem precisar de ninguém, mas enquanto falhar, não vamos nos calar diante do desespero da população”, desabafou.

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O presidente da ALMT ainda pediu ao presidente da CPI da Saúde, deputado estadual Wilson Santos (PSD) para que os organizadores da licitação sejam ouvidos na CPI da Saúde. Além do requerimento de informações, incluindo a lista de todos os cargos de confiança na SES-MT e quem são os responsáveis pelas indicações. E também fez um pedido direto ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), para que tome providências contra o aparelhamento político.

 

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