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Mato Grosso registra 72 mortes por Covid-19 em 24h

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Mato Grosso registra 338.597 casos e 72 mortes por Covid-19

Por Denise Niederauer

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, nesta quinta-feira (15.04), 338.597 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 8.937 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Em 24 horas, foram 72 mortes por complicações do Covid-19.
Foram notificadas 2.297 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 338.597 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 11.974 estão em isolamento domiciliar e 315.641 estão recuperados.
Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 523 internações em UTIs públicas e 459 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 97,21% para UTIs adulto e em 57% para enfermarias adulto.
Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (72.045), Rondonópolis (25.253), Várzea Grande (21.937), Sinop (17.413), Sorriso (12.243), Tangará da Serra (11.338), Lucas do Rio Verde (10.948), Primavera do Leste (9.741), Cáceres (7.298) e Alta Floresta (6.473).
A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link: http://www.saude.mt.gov.br/painelcovidmt2/
O documento ainda aponta que um total de 300.194 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 691 amostras em análise laboratorial.

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Cenário nacional

Nessa quarta-feira (14.04), o Governo Federal confirmou o total de 13.673.507 casos da Covid-19 no Brasil e 361.884 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.599.994 casos da Covid-19 no Brasil e 358.425 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.
O Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quinta-feira (15.04).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.
Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.
O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:
– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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Chineses estudam transferir tecnologia para produzir vacinas em laboratórios do agro

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Plantas industriais reúnem capacidade e tecnologia para produzirem até 400 milhões de doses de vacina

 

Dois grandes laboratórios chineses iniciaram tratativas para transferir tecnologia que permita a produção de vacinas contra a COVID-19 no Brasil. A produção está sendo negociada com os laboratórios de saúde animal, articulados pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), relator da Comissão Temporária do Senado.

 

Documento do Sindicato Nacional das Indústrias de Saúde Animal (Sindan) indicam que os laboratórios brasileiros reúnem capacidade e tecnologia para produzir até 400 milhões de doses de vacina. O ciclo estimado de produção seria de 90 dias a partir da transferência de tecnologia.

 

O anúncio das tratativas com os chineses foi feito pelo senador do PL de Mato Grosso durante reunião da CT COVID-19. Os senadores reuniram governadores e prefeitos para tratar  sobre as maiores dificuldades ainda persistentes nos Estados e municípios no enfrentamento à pandemia.

 

A transferência de tecnologia tem se constituído como maior empecilho para o Brasil avançar na produção de vacinas em quantidade suficiente para atender rapidamente a demanda nacional. Atualmente, a vacina que chega ao brasileiro está restrita ao Instituto Butantan e Fundação Oswaldo Cruz, que fazem envase, respectivamente, das vacinas Coronavac e Astrazeneca.

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“A pedido dos interessados ainda não é possível revelar detalhes dessas negociações, mas temos grande expectativa que dê certo,  pois precisamos produzir a vacina rapidamente e evitar que as mortes continuem se alastrando em nosso país” – disse Fagundes, que enalteceu a ação dos governadores em busca de imunizante em todo o mundo.

 

Esta semana, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve dar prosseguimento à inspeção aos laboratórios do agro. Até agora, a agência esteve em duas unidades, da Ceva Brasil, em Juaruba (MG) e Ouro Fino, em Ribeirão Preto (SP). Os técnicos deverão conhecer as instalações da Merck Sharp & Dome, em Valinhos, e da Boeringher, em Paulínia, ambas em São Paulo.

 

Na reunião da CT, os gestores estaduais  solicitaram ao Senado apoio diplomático para liberação do IFA (ingrediente farmacêutico ativo) por países que detêm esse insumo. Eles também pediram atenção na manutenção dos financiamentos e planejamento logístico para assegurar a estrutura da rede de saúde, a fim de evitar novos colapsos no atendimento.

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