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Mato Grosso deixa de arrecadar R$ 4,2 bilhões em tributos por causa da Covid-19

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De 1º de janeiro até o final do dia 28 de setembro, o Boletim Impostômetro da Fecomércio em Mato Grosso registrou R$ 22.450 bilhões arrecadados em tributos municipais, estaduais e federais. O montante em 2020 está R$ 4,2 bi inferior ao registrado no mesmo período de 2019, quando somava R$ 26.701 bilhões.

O valor arrecadado chega com atraso de 45 dias em relação ao ano passado, registrado em 14 de agosto, o que mostra uma forte desaceleração da receita tributária, representando um recuo de 16%.

O efeito pandêmico, provocado pelo novo coronavírus, foi o principal causador da diminuição na arrecadação do estado. A própria Secretaria de Estado de Fazendo (Sefaz-MT), por meio do Boletim da Receita Estadual, revelou que o impacto na arrecadação foi sentido após ser decretado estado de calamidade pública, ocorrido no final do mês de março.

Gráfico, Histograma

Descrição gerada automaticamente

Ainda segundo o boletim da Sefaz, o impacto no faturamento tributável chegou a -35,7%, registrado na 15ª semana em relação à média anterior à Covid-19. Com a flexibilização das medidas restritivas, que possibilitaram a retomada das atividades econômicas, o faturamento voltou a registrar alta na comparação com o período pré-Covid.

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Na país, também houve queda na arrecadação de tributos se comparado com o mesmo período do ano passado, de aproximadamente R$ 320 bilhões. Até o momento, o Brasil soma R$ 1,5 trilhão em impostos, taxas e contribuições.

O Impostômetro considera todos os valores arrecadados pelas três esferas de governo a título de tributos, como impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e correção monetária. O “Boletim Impostômetro” divulga, além do valor pago em tributos pela população, informações sobre questões tributárias do estado e país.

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Governador assegura fornecimento de gás natural a MT em reunião com ministro de Hidrocarburos e presidente da YPFB

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Durante a reunião, nesta sexta-feira (15.10), Mauro Mendes também tratou da ampliação no fornecimento de gás para o Estado

Noelisa Andreola | Secom-MT

Governador Mauro Mendes em reunião com ministro de Hidrocarburos e presidente da YPFB – Foto por: Assessoria

O governador Mauro Mendes esteve na Bolívia, nesta sexta-feira (15.10), em reunião com o ministro de Hidrocarburos, Luis Alberto Sánchez Fernández, e o presidente da estatal Yacimientos Petroliferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Oscar Barriga Arteaga, para assegurar que o gás natural continue a ser fornecido para Mato Grosso.

De acordo com o chefe do Executivo Estadual, apesar da queda no fornecimento do produto, devido ao desmoronamento de um dos poços bolivianos que atingiu não só Mato Grosso, mas também a Argentina e a Petrobrás, não há interrupção no fornecimento de gás no Estado.

“Conseguimos garantir que não haja interrupção no fornecimento, graças aos importantes investimentos que estamos fazendo para desenvolver a cadeia do gás, tanto veicular, como a construção da rede de distribuição para as indústrias, que vai ser alocada lá no Distrito Industrial”, esclareceu.

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Mauro Mendes pontuou ainda que o Estado tem uma posição estratégica no mercado nacional de gás e grande potencial de desenvolvimento também para o mercado de ureia.

“Conversamos de forma bastante positiva e esperamos até a próxima semana uma resposta firme para uma possível ampliação no fornecimento de gás, em 2022, para Mato Grosso. Mais uma vez nós acreditamos que vamos fortalecer e consolidar essa matriz energética no nosso Estado”, destacou o governador.

Estiveram presentes na reunião o presidente da Companhia Mato-Grossense de Gás (MT Gás), Rafael Reis, e o suplente de senador Fábio Garcia.

Contrato firme

Em junho deste ano, o governo assinou contrato firme para fornecimento de gás natural da Bolívia com vigência de cinco anos, a partir de janeiro de 2022.

O contrato permite que Mato Grosso receba até 3,5 milhões de m³ de gás natural ao mês durante o ano de 2022, podendo chegar até 6,5 milhões de m³ até 2027.

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