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Marcos Machado nega prisão domiciliar para chefe de gabinete de Emanuel Pinheiro

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Jota de Sá

O desembargador Marcos Machado negou no final desta quinta-feira 21.10, o pedido defesa do chefe de gabinete do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), o Antônio Monreal Neto, preso por determinação judicial nesta terça-feira 19.10, Na Operação Capistrum, que afastou o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), do cargo.

A defesa pediu deferimento de prisão domiciliar para Neto, alegando local inadequado, inapto e insalubre, segundo Marcos Machado, quadro, mostra-se impertinente o pedido de prisão domiciliar, uma vez que Neto está segregado, por força de prisão temporária, no Centro de Custódia da Capital e permanece separado dos demais presos, em local privativo e em ótima condições.

Na decisão o desembargador ressaltou que o prazo da prisão temporária de Antonio Neto expira no dia 24.10, considerado o transcurso do período de 5 (cinco) dias, oportunidade na qual o investigado Antônio Monreal Neto deverá “imediatamente ser colocado em liberdade. Neto está preso no entro de Custodia de Cuaiabá (CCC).

O magistrado também ressaltou que a defesa do investigado não apresenta documento apto a comprovar que o local não possua boas condições de higiene e salubridade.

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O afastamento do prefeito, ocorreu por pedido do Ministerio Público (MP), onde também foi pedido a prisão temporária do Chefe de gabinete do prefeito Emanuel Monreal  Neto.

A determinação e a prisão faz parte da Operação Capistrum, que apura ilícitos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

 

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Polícia Federal

Operação Argentarius da PF desarticula quadrilha que financiava o tráfico de drogas e roubos de cargas de agrotóxicos em MT

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Da Redação

Foto: O Fato

A Policia Federal (PF), desarticulou nesta quarta-feira 01.12, uma quadrilha que mantinham um banco paralelo para financiar o tráfico de drogas, contrabandos de agrotóxicos e até mesmo adulteração de carga de insumos agrícolas em todo estado. As investigações apontam que a quadrilha movimentou mais de meio bilhão de reais.

A operação denominada Argentarius realiza no dia de hoje 29 mandados de busca e apreensão em quatro locais de Cuiabá, 23 somente em Rondonópolis, 1 em Paranavaí (PR), e 1 em Santana do Araguaia (PA).

A operação “Argentarius” refere-se a grandes nomes do império Romano, que detinham o controle sobre bancos e todas as operações de câmbio.

Os investigadores descobriram que existia uma movimentação financeira muito estranha acontecendo entre um grupo de pessoas e empresas, e os valores e bens eram incompatíveis com a renda declarada pelos envolvidos no esquema. Oque levou a PF a suspeitar que existia a possibilidade de estarem sendo praticadas atividades ilícitas.

A investigação encontrou empresas sendo usadas como “laranja”, as contas das empresas eram usadas para ocultar a origem e o destino do dinheiro. Através de um investigação mais aprofundada, a PF descobriu que os nomes dos empresários que assinavam o contrato social da empresa, não tinham poder econômico para tanta movimentação, e que as empresas eram de “fachada”, além de não possuir registro de nenhum funcionário, indicavam endereços inexistentes.

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