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Marcel Daltro, à frente da filial do escritório Nelson Wilians Advogados em MT, quer aproximação de novos mercados e oportunidades  

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Se na cidade de São Paulo (SP), que é reconhecida como a maior economia do Brasil, os empresários podem encontrar o que há de mais moderno e inovador no mercado, inclusive com a matriz do maior escritório de advocacia da América Latina, Nelson Wilians Advogados (NWADV), o mesmo pode acontecer com Mato Grosso, onde o escritório possui filial desde 2008.

E se depender do advogado Marcel Daltro, a extensão de São Paulo com suas soluções e oportunidades vai se anexar à Mato Grosso, onde o NWADV possui filial. Marcel assumiu neste mês de setembro a direção do escritório no Estado, cuja atividade engloba uma carteira com mais de 300 clientes, entre os quais, importantes players da indústria, comércio, serviços e do agronegócio mato-grossense.

O NWADV está acostumado com números expressivos, e parte significativa do posicionamento do escritório na última década se dá com a estratégica atuação de Marcel Daltro, que é cuiabano e com uma trajetória de destaque no Brasil e nas relações internacionais.

Em 2013, após oito anos de atuação jurídica em outras bancas, Marcel se integra ao time NWADV. Na época ele morava em Brasília, para onde se mudou quando tinha 13 anos de idade.

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Naquele mesmo ano, Marcel estrutura o núcleo de relações governamentais no escritório e passa a ser sócio. Dada sua proatividade, Marcel é transferido em 2015 para a matriz em São Paulo (SP), onde atua como gestor, dirigindo a área institucional, auxiliando no posicionamento estratégico da banca junto ao mercado, e responsável pelo projeto de internacionalização do escritório, que hoje já tem presença em sete países além do Brasil, sendo: China, Índia, Portugal, Colômbia, Peru, Paraguai e Chile.

Marcel também é o responsável por auxiliar na ampliação dos serviços/áreas atendidas pelo NWADV, atualmente com ênfase em infraestrutura e agronegócio. Além desse histórico, ele é diretor nacional de comunicação do escritório e responde pela diretoria jurídica da Câmara de Comércio Índia Brasil.

Diante desse histórico, Marcel avalia que através da prestação de serviços jurídicos corporativos e da capilaridade do escritório, é possível potencializar o desenvolvimento econômico local, com soluções inovadoras e oportunidades.

“Mato Grosso passa por um dos momentos mais importantes de sua história em função da relevância que o agronegócio possui no atual cenário econômico nacional e internacional.  Meu propósito é aproximar as demandas que se originam no mercado mato-grossense com as boas soluções que temos à disposição em São Paulo e no mundo. Auxiliar na aproximação da Faria Lima, símbolo do mercado financeiro, com o agronegócio. Auxiliar na aproximação de Mato Grosso com o mundo. Proporcionar que o desenvolvimento das nossas atividades econômicas esteja alinhado com o mais alto nível de prestação de serviços jurídicos e de assuntos correlatos”, afirma Marcel Daltro.

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O advogado destaca que o NWADV é o único escritório de grande porte brasileiro a ter presença física no Estado e cuja equipe na filial é composta exclusivamente por advogados mato-grossenses (corpo técnico de aproximadamente 25 advogados atualmente). “São advogados que entendem a cultura do Estado e que respeitam a forma local de se fazer negócios. É com muito orgulho que ocupamos essa posição de sermos o único escritório de âmbito nacional a operar no Estado e com equipe composta por mato-grossenses”.

Sendo um escritório Full Service, o NWADV está há 22 anos no mercado, e possui presença física própria em todas as capitais brasileiras (além de Ribeirão Preto e Campinas), com 2 mil profissionais, sendo 1200 advogados, responsáveis por conduzir mais de 450 mil processos judiciais em andamento.

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Economia

Gás GLP para uso industrial e comercial vendido em Mato Grosso terá a menor alíquota de ICMS do País

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Projeto de Lei idealizado pelo Estado equipara o valor do tributo ao percentual praticado pelos estados da Bahia, Goiás, Amapá, Rondônia, Sergipe, Tocantins, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal

Érika Oliveira | Secom-MT

Governo de Mato Grosso reduz alíquota do gás GLP – Foto por: Assessoria

Assim como os demais produtos que dependem da política de preços praticada pela Petrobras, o gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso industrial e comercial tem sofrido constantes altas, impactando fortemente setores já penalizados pela pandemia da Covid-19. Em Mato Grosso, a partir de janeiro de 2022, o GLP industrial terá um corte de 5% na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passará a ser de 12%, a menor do País.

A proposta do Governo do Estado que prevê a redução de impostos sobre itens como a energia elétrica, gasolina, comunicação, gás GLP e diesel foi encaminhada para a Assembleia Legislativa e aguarda aprovação dos deputados.

Com o pacote de redução de ICMS, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, valor que permanece no bolso dos contribuintes.

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Diferente do popular gás de cozinha que é comercializado por meio de botijões, o GLP é encanado e tem papel fundamental como combustível sustentável, eficiente e versátil.

A maior parte de empresas, indústrias e também o agronegócio podem se beneficiar do GLP, como a têxtil, na secagem de tecidos e fixação de pigmentos; a alimentícia, na pasteurização e preparo de alimentos e bebidas; agropecuária, na secagem e torrefação de grãos e aquecimento de ambientes; automotiva, na secagem da tinta usada para pintar os veículos; mineradora, como fonte de energia para esteiras e bombas d’água; e gráfica, na secagem do papel preso em máquinas rotativas.

Sujeito ao valor do barril do petróleo e à cotação do dólar, o GLP industrial teve reajuste médio de 8% por parte da Petrobrás este ano. As constantes altas se devem à política de preços praticada pela empresa, que faz com que os valores dos combustíveis sofram reajustes de acordo com a variação cambial.

Gás de cozinha

O Estado de Mato Grosso já aplica a menor alíquota de ICMS do Brasil sobre o gás de cozinha. Vale destacar, ainda, que o imposto cobrado a título de ICMS em Mato Grosso caiu. No mês de maio, conforme tabela da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o valor do tributo foi de R$ 11,68, um dos mais baixos do País.

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A composição do preço do gás de cozinha no Estado é de 12% do ICMS; 38,7% é o índice da revenda e lucro pelas distribuidoras; e 49,3% é o valor cobrado pela Petrobrás.

 

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