Caso Alphaville 1

Manifestações marcam ato contra a soltura da menor atiradora que matou Isabele

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Por Denise Niederauer

Manifestações marcam ato contra a soltura da menor atiradora que matou Isabele

Os familares e amigos de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, marcaram duas manifestações contra o pedido de soltura feito pela defesa da menor atiradora B.O.C, 15 anos no Tribunal de Justiça de Mato Grosso que ainda está em julgamento na Terceira Câmara Criminal.

O desembargador Rondon Bassil Dower Filho votou na quarta-feira (14.04) para revogar internação da menor acusada de matar Isabele Guimarães Ramos, de 14 anos.

O relator, desembargador Juvenal Pereira da Silva, votou, pela denegação, mantendo internação da menor B.O.C. Portanto, a votação está empatada, e foi adiada a conclusão, após o pedido de vista do desembargador Gilberto Giraldelli.
Foram organizados dois eventos, o primeiro é um culto
ecumênico que será realizado na quarta- feira (21.04), na rotatória do Alphaville 1, no bairro Jardim Itália, a partir das 19 horas. E, no dia 26 de abril, está marcado uma carreata às 19 horas, a saída é na avenida Érico Preza, Jardim Itália, em frente ao condomínio Alphaville 1, onde reside a família de Isabele.
No Supremo Tribunal Federal (STF), a Segunda Turma compostas pelos ministros Ricardo Lewandowski, Carmem Lúcia, Nunes Marques e Gilmar Mendes, mantiveram a menor B.O.C, 15 anos, acusada de matar Isabele Guimarães, 14 anos, internada no Centro Socioeducativo de Cuiabá (Complexo Pomeri).

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O julgamento virtual foi encerrado nessa sexta-feira (16.04).
Os ministros por unanimidade, acompanharam o voto do relator, ministro Edson Fachin.
A sentença assinada pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, consta que a medida socioeducativa aplicada a menor deve ser reavaliada semestralmente, e a internação e pela prática do ato infracional equiparado ao crime de homicídio qualificado indicado pela morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos.

O prazo da medida socioeducativa é de três anos. Ela segue cumprindo o internamento no Centro de Ressocialização Menina Moça, anexo ao Centro Socioeducativo de Cuiabá (Complexo Pomeri), para reabilitar menores do sexo feminino que cometeram ato infracional, onde está desde 19 de janeiro.
A internação está prevista no Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) para atos infracionais. É a medida sócio educativa mais severa, e a cada seis meses será reavaliada.

Caso Alphaville 1

A adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho de 2020, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá. O processo tramita em segredo de justiça.

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Mãe de Isabele Guimarães Ramos pede bloqueio de bens da família Cestari

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Por Denise Niederauer

A mãe da Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, morta em 12 de julho de 2020, na residência da família Cestari, no condomínio Alphaville 1, em Cuiabá, Patrícia Hellen Guimarães Ramos, acionou na Justiça, os pais da atiradora B.O.C, 15 anos, pedindo bloqueio de 15 imóveis para garantir de ação de indenização por reparação dos danos morais e materiais pela morte da Isabele.

De acordo com os autos, existem fortes indícios de que os pais da menor B.O.C, 15 anos, Marcelo Martins Cestari e Gaby Soares de Oliveira Cestari, serão compelidos a indenizar a família da vítima. São ao total 25 imóveis registrados, sendo 14 em nome de Marcelo Cestari, outros 11 em nome de Gaby Cestari.

“Neste petitório de arresto prévio a Requerente informa que sofreu danos morais e materiais decorrentes do homicídio de sua filha, cuja indenização, segundo jurisprudência da Corte Especial, supera 1.000 (mil) salários -mínimos, o que corresponde a mais de R$ 1,1 milhão”.

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No que se refere aos imóveis a serem bloqueados, a mãe da vítima descortinou a existência de 14 registros em nome de Marcelo Martins Cestari e 11 registros de imóveis em nome de Gaby Soares de Oliveira Cestari.

Os advogados pedem deferimento de liminar para bloqueio de 15 imóveis. Patricia Guimarães Ramos por intermédio do seu representante legal, terá total acesso e atua no processo que está em sigilo decretado pela Justiça como assistente de acusação no procedimento que apura o ato infracional análogo ao homicídio doloso contra a filha, cometido por B.O.C, de 15 anos.

Decisão

O juiz Murilo Moura Mesquita, da 8ª Vara Criminal, determinou que a parte requerente emende a inicial a fim de apresentar, no prazo de 15 dias, todas as certidões atualizadas das matrículas de cada um dos imóveis elencados na inicial, indicando, inclusive, a estimativa de avaliação de cada bem de que pretende o arresto.

Internação

A sentença assinada pela juíza Cristiane Padim da Silva, da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá, consta que a medida socioeducativa aplicada a menor deve ser reavaliada semestralmente, e a internação e pela prática do ato infracional equiparado ao crime de homicídio qualificado indicado pela morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. O prazo da medida socioeducativa é de três anos. Ela segue cumprindo o internamento no Centro de Ressocialização Menina Moça, anexo ao Centro Socioeducativo de Cuiabá (Complexo Pomeri), para reabilitar menores do sexo feminino que cometeram ato infracional, onde está desde 19 de janeiro.
A internação está prevista no Estatuto da Criança e Adolescentes (ECA) para atos infracionais. É a medida sócio educativa mais severa, e a cada seis meses será reavaliada. Caso Alphaville 1
A adolescente Isabele Guimarães Ramos, 14 anos, foi morta no dia 12 de julho de 2020, na residência de Marcelo Cestari, no Condomínio Alphaville1, em Cuiabá.

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