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Mais de 30 bichinhos aguardam por adoção responsável neste Natal

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A Diretoria de Bem-estar Animal recebeu, no primeiro semestre, 559 denúncias de maus tratos, abandono e pedidos de resgate

NAIARA LEONOR

Fim de ano é tempo de compartilhar em família, seja ela a que você nasceu, a que você escolheu, a que te acolheu, ou até de quatro patas. E para que ninguém fique sem uma família neste momento de afeto é que a Diretoria de Bem-estar Animal incentiva a adoção responsável dos cerca de 30 bichinhos que estão sob sua guarda, esperando por um novo lar.

Vinculada à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, A Diretoria tem atualmente, 36 animais sob sua tutela, sendo 25 cachorros de maioria porte médio e 11 gatos. “Estamos em nossa capacidade máxima no abrigo e a lotação impede que realizemos novos resgates. Esses bichinhos que temos conosco necessitam de carinho e um novo lar”, explica a diretora de Bem-estar Animal, Saula Ouverney.

Por meio do Disque Denúncia (0800 647 7755), a Diretoria recebeu, no primeiro semestre de 2019, 559 denúncias de maus-tratos, abandono e pedidos de resgate de animais atropelados em vias públicas.

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Após receberem os cuidados dos profissionais veterinários, os animais resgatados ficam disponíveis para adoção responsável. Para os que quer adotar um dos animais é necessário entrar em contato pelo 0800 647 7755 para que uma triagem seja feita e se verifique a aptidão para adoção.

“Todos os animais são entregues para adoção já vermifugados, vacinados e castrados”, enfatiza o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Juares Samianiego. Em caso de filhotes, o futuro dono assina um termo de responsabilidade se comprometendo a retornar com o animal, em período determinado, para que a Diretoria realize a castração. A medida é uma das ações do órgão para reduzir a proliferação de possíveis animais abandonados.

A Diretoria ainda enfatiza que a pessoa, ao adotar um animal assume os seguintes compromissos: atendimento das necessidades físicas, psicológicas, ambientais e de saúde do animal; prevenção de riscos que ele possa causar à comunidade ou ao ambiente, como agressão, transmissão de doenças ou de danos a terceiros. Essas e demais recomendações podem ser consultadas na Lei Complementar 463/2017.

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Animal resgatado na BR-163 ganha nova família

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JB News 

 

A primeira cachorra resgatada na BR-163, após firmada a parceria entre a Rota do Oeste e o Projeto Luta e União de Amigos para Animais em Risco (Projeto Lunaar) de Cuiabá, ganhou novos donos. A família estava em busca de uma companhia para a cadela que já tinha, e em um pouco mais de um mês a Ruth já estava no novo lar.

A adotante, Vânia da Silva Oliveira, mora na zona rural e considera a parceria uma forma de ajudar animais que precisam de amparo. Para ela é importante ter quem resgate e leve para tratamento. “Melhor ainda, é que eles podem se recuperar em um abrigo e têm a chance de encontrar uma família”. A escolha aconteceu porque a Ruth tem um problema na pata. Silva acredita que este seria um motivo para que as pessoas rejeitassem a cadela.

O gerente de Sustentabilidade da Rota do Oeste, Wilmar Manzi, conta que esta foi a primeira adoção de um animal resgatado pela equipe, depois do início da parceria com o Projeto Lunaar, e espera o mesmo desfecho com todos. “O resgate é o início da nossa preocupação com a causa. Retiramos da BR-163, para que não corram risco, mas desde sempre nos preocupamos com as demais etapas do processo, como a recuperação e adoção”.

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Carla Fahima, membro da diretoria do Lunaar, explica que a procura por animais aumentou durante a pandemia. “Hoje o Projeto tem ao todo, 80 gatos e cerca de 10 cachorros, mas a rotatividade foi grande nos últimos meses e eles têm ficado nos abrigos apenas durante o tempo de recuperação, logo são adotados. É ótimo, pois significa que o mesmo irá acontecer com aqueles que forem resgatados pela Rota”.

A nova dona conta também que, ao chegar no sítio, a cachorra estava agitada e não permitia ser retirada da caixa de transporte. Depois de algumas horas ela saiu por conta própria e começou a conhecer o ambiente. Fahima explica que existe um período de adaptação entre os dois locais. “Primeiro, eles se acostumam com o lar temporário, depois que vão para a casa definitiva, podem sim ficar um pouco ariscos ou bravos, mas dura apenas o tempo de adaptação”. Ao chegar no abrigo, Ruth também apresentava bastante agressividade. Segundo ela, é normal que eles fiquem assim quando passam por algum trauma.

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Sobre a parceria

 

Manzi explica que a empresa resgata os animais que são localizados às margens da rodovia, em todo o trecho sob concessão (que vai de Itiquira a Sinop) e os direciona para tratamento em clínicas veterinárias. Assim, podem se recuperar de ferimentos ou até mesmo de uma possível doença. “A parceria é uma melhoria no procedimento, porque após este processo, o Projeto Lunaar vai oferecer moradia para que eles aguardem a adoção”.  A empresa também irá fornecer apoio nos custos de tratamento dos animais resgatados pelo próprio Projeto.

Fahima acredita que a atitude da Concessionária irá possibilitar que muitos animais ganhem os cuidados necessários. “O Projeto sobrevive de doação e é muito importante que tenhamos apoio. A gente sabe que os animais ficam receosos depois do resgate, o lar temporário é o local de recuperação e a primeira adaptação”, completa.

Como adotar

 

Os interessados em adotar um animal resgatado pela Rota do Oeste e também pelo Projeto Lunaar, podem acessar as redes sociais buscando por @projetolunaar no Facebook ou no Instagram.

 

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