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Lula reúne com ministros no Alvorada e determina que PF investigue explosão  de carro e morte na Praça dos Três Poderes 

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JB News

Da Redação

 

Francisco Wanderley Luiz de 59 snos, é o nome do homem que morreu na noite desta quarta-feira 13.11 após a explosão do seu veiculo na praça dos Três Poderes em Brasília (DF).

 

 

As informações ainda são preliminares, mas a equipe da Polícia Federal (PF, já está no caso =, e tem o dever de apurar oque de fato houve.

As únicas informações são de que duas explosões aconteceram no intervalo de 20 minutos em dois locais diferentes, nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), e. Câmara Federal.

 

Uma das explosões aconteceu justamente com o carro de Francisco que fica ao lado do STF e o Anexo IV da Câmara, dentro da porta mala do carro encontraram fogos de artificio e pedaços de tijolo.

O veículo tem placa do Rio grande do Sul Itajaí.

Ainda não se sabe qual a ligação Francisco com as explosões. Ele foi candidato a vereador, derrotado pelo PL nestas eleições de 2024.

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Algumas testemunhas relatam que o barulho foi estarrecedor, e só deu tempo de ver as pessoas correrem assustados.

No momento das explosões a Câmara dos Deputados estava realizado sessão. Já no STF havia encerrado.

 

O presidente Luiz Inácio Lula Da Silva não estava em no palácio do Planalto no momento da ocorrência, mas em seguida ao saber da gravidade da situação reuniu as pressas com representantes do STF Alexandre de Moraes e Cristina Zanin no Palácio da Alvorada. .

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Operação Dupla Cena desmonta associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas

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Florianópolis, 16/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), participou da Operação Dupla Cena, deflagrada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate a Estelionatos do Departamento de Investigações Criminais da Capital (DCE/DIC).

A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa voltada à prática de estelionato mediante fraudes eletrônicas, principalmente por meio do uso de redes sociais.

A Operação Dupla Cena conta com o suporte operacional da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), que colaborou na deflagração de 18 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Fortaleza, Canindé, Sobral e Caucaia.

“A operação envia um recado claro: o ambiente digital não é terra sem lei, e a distância geográfica não serve mais de escudo para a impunidade. Ao atingir simultaneamente o mentor intelectual e a rede de “conteiros” no Ceará, não estamos apenas solucionando um estelionato ocorrido em Santa Catarina, mas desmantelando uma engrenagem sofisticada de prejuízos sociais por meio da integração estratégica com o Ciberlab”, afirma o delegado da PCSC, Osmar Carraro.

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Modus operandi

As investigações tiveram início após uma fraude perpetrada contra uma lotérica em Florianópolis, que resultou em um prejuízo de R$ 114 mil. O grupo criminoso utilizava redes sociais para atrair vítimas com falsas promessas de prêmios em dinheiro. No caso, a vítima foi induzida a ir até uma lotérica e a entregar o telefone à atendente.

Do outro lado da linha, um criminoso, passando-se pelo patrão da cliente, persuadiu a funcionária a realizar diversos depósitos em contas digitais, sob a promessa de que o acerto financeiro seria feito ao final dos procedimentos.

Alvos e prisões

Entre os alvos presos hoje está o “Mentor Intelectual”, identificado como o chefe do esquema e responsável pela coordenação do grupo no Ceará. Também foram presos outros 17 “conteiros”, indivíduos recrutados (coautores) para ceder contas bancárias, permitindo o recebimento e a rápida dispersão dos valores subtraídos das vítimas.

O objetivo central é paralisar as atividades criminosas do grupo com base em Fortaleza. A operação visa prender quem executa a ligação, bem como responsabilizar o autor intelectual e impedir que o grupo continue utilizando redes sociais para atrair novas vítimas.

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Tipificação penal

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica (Art. 171, § 2º-A do Código Penal), associação criminosa (Art. 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (Art. 1º da Lei nº 9.613/98), cujas penas, quando somadas, podem atingir até 21 anos de reclusão e multa.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública ressalta a importância da integração entre as forças policiais estaduais para o combate eficaz ao crime cibernético, demonstrando que a distância geográfica entre criminosos e vítimas não garante mais a impunidade no ambiente digital.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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