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Lucas do Rio Verde zera filas para realização de mamografias

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Mês de combate e prevenção ao câncer de mama, outubro é dedicado a realização de campanhas, principalmente, de conscientização e prevenção. Em Lucas do Rio Verde (330 km de Cuiabá) a meta era diminuir o tempo de espera pelo exame de mamografia e hoje a fila foi zerada. Apenas em 2019 foram realizados quase 160 mil procedimentos ligados à saúde da mulher.

De acordo com o secretário de Saúde do município, Rafael Bespalez, a principal preocupação da atual gestão foi garantir o atendimento às mulheres. “Sabemos que muitos casos a paciente não pode esperar e o diagnóstico precoce pode ser determinante no tratamento e na cura do câncer de mama”, disse.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano.
Para Vivian Fávaro, secretária-adjunta da Saúde, tão importante quanto a mamografia e a realização do CCO (coleta de exame preventivo do colo uterino) é fazer o autoexame das mamas pelo menos uma vez por mês. “Somente no ano passado foram realizadas 12 mil mamografias e 55 mil exames de preventivo. Hoje, a paciente entra com o pedido no sistema e entre consulta, regulação e agendamento, ela não irá esperar nem os 30 dias (previstos por lei) para ter o exame em mãos”, explicou Vivian.

O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama. Criada na década de 1990, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, compartilhando informações e proporcionando acesso ao tratamento da doença.
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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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