AGRONEGÓCIOS

LF Leilões mira próximo leilão virtual em canal próprio de YouTube com transmissão ao vivo

Publicados

em

 

A LF Leilões tem se preparado para novas mudanças e fortalecimento de sua marca, a muitos anos em parceria com uma empresa de transmissão local viu se obrigado a mudar de ares, está investindo em plataformas próprios. Com nome consolidado no mercado de leilões de gado fruto de uma construção há 7 anos de credibilidade, confiança e bons negócios, o empresário Luis Fernando Sawamura, buscou na família o alicerce para transformar a LF Leilões em referência em leilão de gado de corte, cria, recria e engorda em Mato Grosso.


Na equipe conta com a mãe Andrea e o irmão Ruan Sawamura, também com leiloeiro de ponta Thiers Rocha e uma gama de bons profissionais do mercado, tudo soma para fazer a empresa se destacar no mercado.

A LF realiza seus leilões todas as segundas-feiras a partir das 18h religiosamente. Com a chegada da Pandemia do coronavírus, viu-se obrigado a mudar de leilão presencial realizados no Parque de Exposições Jonas Pinheiro a Acrimat e transforma-la em virtual, sendo uma das primeiras a apostar 100% no leilão virtual devido e vem dando certo.

Leia Também:  Verão terá chuva acima da média na região Norte e no Rio Grande do Sul

Os próximos leilões serão transmitidos pelo youtube (LF Leilões MT), com intuito de estreitar com os clientes irá fortalecer as mídias sociais, segundo Luis Fernando em breve estará sendo transmitido também pelo site www.lfleiloesmt.com.br.

A sede fica na Av. Beira Rio s/n Cuiabá, Parque de Exposições da Acrimat, contato 65 9.9965-0050 ou 9.9643-5505.

COMENTE ABAIXO:

AGRONEGÓCIOS

Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

Publicados

em

Por

Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

Leia Também:  Lagoas artificiais caem no gosto dos consumidores e fazem sucesso até em cidades litorâneas

O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

Leia Também:  Carbonizado: Polícia suspeita que piloto fugiu após queda de avião usado pelo tráfico

Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA