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Justiça pede bloqueio de R$ 29,8 milhões de Sergio Ricardo, Mauro Savi mais 4 por fraudes

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Da Redação

A saga e o inferno astral do conselheiro afastado do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Sérgio Ricardo de Almeida para provar sua inocência nos crimes de fraudes e corrupção, o qual seu nome vem sendo envolvido, a cada dia piora mais.
Após receber o aval do Superior tribunal de Justiça (STJ), para voltar ao cargo de Conselheiro no TCE-MT, Sérgio Ricardo precisa provar que não comprou a vaga na cadeira de conselheiro no tribunal, enquanto isso outros processos que envolvem o seu nome em suposto crime por fraudes e corrupção, quando ainda era deputado estadual atormentam e lhe tira o sono.

Dessa vez, o Juiz Bruno D´Oliveira Marques, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), determinou o bloqueio de mais de R$ 29 milhões de reais em bens dos ex-deputados estadual Mauro Savi, Sergio Ricardo de Almeida, do ex-secretário da Assembleia Legislativa de MT (ALMT), Luiz Márcio Pommt. O bloqueio também atingiu os bens dos empresários, Jorge Luiz Martins Defanti, Adair Noragrol e João Dorileo Leal.

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A decisão foi proferida nesta quarta-feira (03.03), que segundo a denúncia, os réus participaram de esquemas de fraudes nas licitações na casa de leis estadual conforme delatado pelo ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva.
Segundo Riva, os materiais gráficos foram comprados e nunca foram entregues para a Assembleia, somente emitiam notas frias.
O ministério público de Mato Grosso (MPE-MT) alega que durante as investigações “comprovou-se que o referido pregão não passou de um subterfúgio para apropriação de receita pública pelos operadores do esquema na ALMT (Jose Geraldo Riva,, Mauro Savi, Sérgio Ricardo de Almeida, e Luiz Márcio Pommot). Cada um deles, em suas diferentes funções, agiram cientes de que o referido Pregão Presencial objetivava o desvio de recursos públicos para pagamento de propina aos deputados estaduais nas suas mais variadas formas, como mensalinho, financiamento de companhas eleitorais, compra de votos para eleições da mesa diretora”.
No seu depoimento o ex-deputado estadual José Geraldo Riva, afirma que as licitações para a aquisição de materiais gráficos eram realizadas com o intuito de desviar recursos públicos para pagar o denominado mensalinho a parlamentares, financiar companhas eleitorais e comprar de votos para eleições da mesa diretora.

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Veja parte da decisão:👇

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Deputado assegura R$ 30 milhões no Orçamento da União para asfaltar a BR-158

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Após propor uma força-tarefa para ajudar a destravar a pavimentação asfáltica da BR-158, no trecho conhecido como Contorno Leste, saindo de dentro da Terra Indígena Marãiwatsédé, o deputado federal José Medeiros (Podemos) conseguiu garantir no Orçamento da União, deste ano, a liberação de uma emenda de bancada no valor de R$ 30 milhões para a obra da rodovia. A emenda foi proposta por Medeiros e pelo coordenador da bancada federal de Mato Grosso, deputado Dr. Leonardo Albuquerque (SD).

Medeiros comemora a garantia do recurso e reafirma a intenção do  ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, de concluir a obra de pavimentação da BR-158 em dois anos e meio. “As dificuldades de trafegabilidade na BR-158 se arrastam há décadas e pela primeira vez o Governo Federal apresentou um cronograma de início da obra de pavimentação e um plano concreto de manutenção emergencial da estrada. Eu e o deputado Leonardo estamos atuando fortemente para garantir os recursos necessários para viabilizar essa importante obra para o nosso estado”, frisa o deputado do Podemos.

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Em recente reunião com a bancada de Mato Grosso, o ministro da Infraestrutura informou que o lote A do contorno possui obra já licitada, com o processo correndo dentro do cronograma previsto. Com relação ao projeto e a obra do lote B, Tarcísio disse que a licitação está sendo preparada. “Com as licenças ambientais dos dois lotes, vamos começar a obra no início de 2022. O maior obstáculo da obra da BR-158 foi o traçado original que corta a Terra Indígena Marãiwatsédé. Diante do impasse, que se arrasta há anos, o Governo Federal optou em fazer a estrada pelo contorno da terra indígena. Isso aumenta a distância e o valor da obra, mas tira do papel essa importante obra para Mato Grosso e para o país”, explica o ministro.

Além dos R$ 30 milhões em emendas, Medeiros disse que é preciso analisar a proposta que o senador Jayme Campos (DEM) apresentou na reunião com o ministro da Infraestrutura que é utilizar parte do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) para a pavimentação da BR-158. “A proposta do senador Jayme Campos é viável uma vez que o estado está com a saúde financeira equilibrada como anunciou o próprio governador Mauro Mendes (DEM). O governador até propôs estadualizar a 158 e fazer o asfalto. Ao invés disso, o Governo do Estado pode contribuir com recursos para acelerar essa obra que é de interesse de todos os mato-grossenses”, comenta o parlamentar.

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A BR-158 tem aproximadamente 800 quilômetros em Mato Grosso, ligando os municípios de Barra do Garças a Vila Rica – na divisa com o Pará. O trecho mais crítico é o único sem asfalto, entre a localidade de Alô Brasil e o entroncamento com a MT-322.

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