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JUSTIÇA MANDA DEPUTADO E ASSESSOR DO PSL APAGAREM VÍDEO FAKE CONTRA FELIPE NETO

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Deputado Bruno Engler, de Minas Gerais, e seu assessor terão 24 horas para cumprir a decisão
A Justiça concedeu nesta segunda-feira, dia 17, uma liminar determinando que o deputado estadual Bruno Engler , do PSL de Minas Gerais, e seu assessor Victor Luiz removam de suas redes um vídeo falso que viralizou na semana passada contra o influenciador Felipe Neto.

Segundo Neto, a postagem de Victor foi a primeira que ele encontrou em toda a internet.

A decisão do juiz Mario Cunha Olinto Filho, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, afirma que “de fato teria ocorrido uma montagem (…) de forma a dar a entender, de forma maliciosa, que o autor pratica ou incentiva pedofilia ou, no mínimo, divulga material impróprio para crianças e adolescentes. Assim, há evidência de ofensa à honra e ao nome do autor perante o seu público, criando-se um factoide sem indicação de qualquer veracidade. Assim, cabe a remoção imediata dos conteúdos ofensivos”.

A montagem exibia imagens de crianças enquanto mostrava trechos de vídeos antigos de Felipe Neto falando sobre sexo, que foram editados para parecer que o mesmo estava falando para crianças.

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Neto viu na decisão um indicativo de que o combate à desinformação será bem-sucedido:

“A milícia digital cortou os trechos e montou com uma parte mais recente, quando eu já me preocupava com conteúdo para crianças. Os responsáveis por essa campanha difamatória irão pagar pelo que fizeram. Espero que este caso se torne um indicativo de que a era das fake news para arruinar reputações vai chegar ao fim”.

Os dois deverão apagar as postagens sobre o vídeo de Twitter, Instagram e Facebook, sob pena diária de R$ 5 mil, para cada um.

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Réu que usava perfis falsos no facebook para aplicar golpe é condenado a oito anos e quatro meses de reclusão por estelionato

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JB NEws

Denunciado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso pela prática do crime de estelionato, por meio do “golpe do aluguel”, Thiago Francis Alves da Costa foi condenado, no município de Nova Mutum, a oito anos e quatro meses de reclusão em regime inicialmente fechado. Ele terá ainda que efetuar o pagamento de indenização no valor total de R$ 7.580,00 a oito vítimas que tiveram prejuízos em razão das condutas ilícitas praticadas.

De acordo com a denúncia do MPMT, onze pessoas foram vítimas do golpe, sendo que oito chegaram a efetivamente realizar pagamentos e transferências de valores ao acusado. Segundo a Promotoria de Justiça do município, o réu criou perfis falsos em redes sociais e publicou anúncios fictícios de aluguel com o nítido propósito de aplicar golpes no município.

Ao estabelecer contato com as vítimas, segundo o MPMT, o acusado solicitava adiantamento de valores para garantir a locação de residências que não estavam disponíveis e, após negociar a locação e receber os valores, o réu não mais estabelecia contato com elas, obtendo para si a vantagem ilícita.

Para aplicação dos golpes o suspeito criava perfis falsos em redes sociais e publicava fotos de imóveis existentes na cidade, mas que não estavam disponíveis para locação, induzindo as vítimas a erro. Além de vários nomes fictícios, o acusado também se utilizava de diferentes números de telefones para estabelecer contato com as vítimas.

Ao todo, foram relatados dez fatos na denúncia. Em um deles, o réu contratou chaveiro para abrir a porta de uma residência que estava sem moradores na cidade, alegando que era pintor e que teria perdido as chaves. Depois utilizou o número do PIX repassado pelo profissional para pagamento pelo serviço efetuado para que outra pessoa, vítima do falso aluguel, efetuasse a transferência de R$ 1.000,00. Após o pagamento, ele ligou para o chaveiro alegando que havia cometido um erro e que era para ele descontar os R$ 50,00 cobrados pelo serviço e devolver o restante em sua conta.

Consta na sentença que algumas pessoas chegaram até mesmo a levar suas mudanças à residência supostamente alugada e somente ao chegarem perceberam que tinham sido vítimas de golpe. Outras narraram que após entrar em contato com o anunciante, que exigia o pagamento de todo ou ao menos parte do valor do aluguel para reservar o imóvel, após o depósito, ele simplesmente deixava de responder as mensagens, ocasião em que as vítimas percebiam que tinham sido enganadas.

Os fatos, segundo o MPMT, ocorreram entre 22 de abril a 11 de maio deste ano. No dia 25 de maio foi cumprida a prisão preventiva do acusado e a denúncia do Ministério Público foi recebida em 15 de junho. A sentença com a condenação foi proferida na quarta-feira, oito de outubro.

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