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Justiça condena internauta Josenil Rodrigues a pagar 30 mil a Jayme Campos por postagens falsas e sem provas no facebook

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Josenil também tentou ser candidato a vereador por VG em 2020

JB News

Da Redação

A juíza de direito, Ester Belém Nunes, condenou Josenil Rodrigues de Oliveira a pagar 30 mil reais por danos morais ao senador Jayme Campos (DEM), e ainda apenou o executado em mais 2% sobre o valor da causa, por não comparecer na audiência marcada.

Aponta a denúncia crime que em 2019, o senador se deparou com um post no facebook que tinha os seguintes dizeres, “tudo que esse homem tem, foi roubado da prefeitura de Várzea Grande, do estado de Mato Grosso e do 20% das emendas Parlamentar*. Entendem porque ele votou pro*COAF sair das mão* do moro*.

Jayme alega que não existe nenhuma condenação contra si ou processo em curso relacionado a tal citação, e que o executado que ataca de forma covarde, e sem fundamentos nas redes sociais.

A juíza também proibiu o réu de fazer qualquer postagem contra Jayme Campos nas redes sociais, além de determinar o pagamento de 30.000,00 determinou também a retirada das postagens anterior, que o levou a condenação.  Multa de 2% sobre o valor da causa, aplicada ao réu, será revertida para o Estado de Mato Grosso.

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Para a defesa o réu, de forma flagrante, extrapolou em seus comentários pessoais, lançando não apenas pecha no nome do autor, mas o acusando da prática de crimes, em especial, peculato, além de réu ainda postar mensagens achincalhando o próprio Senado Federal dizendo que são um “bando de ladrão”.

Josenil mantém seu perfil nas redes sociais com ferrenho apoiador do pré-candidato ao governo ex-prefeito de Sorriso Dilceu Rossato, já chegou a dizer que faz parte da assessoria do ex-prefeito, Josenil já esteve do lado de grandes figuras, como o ex-deputado estadual Percival Muniz, quando Muniz ainda era do PSB em Rondonópolis. Tentou também ser candidato vereador nas eleições de 2020 pelo PSD de Várzea Grande, mas ficou impossibilitado de concorrer, por conta de sua prestação de contas irregular, ficou inapto pela justiça.

O JB News tentou entrar em contato tanto com o réu, e com a assessoria do ex-prefeito para saber sobre a veracidade do assunto, mas até o fechamento da matéria não tivemos êxito.

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O portal está a inteira disposição para qualquer eventualidades ou esclarecimentos.

No processo a juíza ainda enfatiza que “A conduta que  réu  imputou ao autor, pessoa pública e nacionalmente conhecida, a pecha de criminoso por certo causou-lhe prejuízos de caráter moral, ferindo de plano sua honra subjetiva e objetiva”, condenado de imediato Josenil, e finaliza dizendo que o valor da condenação encontra-se em consonância com o binômio razoabilidade e punibilidade, que tem por objetivo principal o caráter pedagógico-punitivo intrínseco, próprio das condenações por responsabilidade civil.

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MPE pede mais 6 meses de afastamento de Emanuel Pinheiro da Prefeitura de Cuiabá

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Por Jota de Sá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afastado por liminar da justiça, nem se quer teve tempo de ingressar com um pedido na corte superior para avaliar seu retorno ao comando da prefeitura e já sofreu mais um pedido de afastamento, dessa vez por conta do Ministério Público Estadual (MPE).

Fora das funções desde a última terça-feira 19.10, após a operação Capistrum, que apura ilícitos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, a pedido da NACO Criminal.

O segundo pedido foi apresentado por improbidade administrativa na esfera cível, onde Pinheiro é acusado de obstruir as investigações do grupo especial de combate ao crime organizado (GAECO), quando investigava desvios de recursos na secretaria municipal de saúde da capital.

A ação impetrada pedindo um novo afastamento de seis meses do prefeito foi assinada pela 9ª Promotoria de justiça Cível e da Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa.

Segundo a promotoria, “Não foi possível dar continuidade às investigações que apura ilícitos na pasta, por conta da determinação de Emanuel Pinheiro, que proibiu a administração de passar qualquer documentação ou informação aos oficiais.

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Alegou também que Pinheiro praticou improbidade por conta de uma determinação do Tribunal de Contas (TCE), que desde 2018 exige concurso público para as funções da área da saúde para diminuir as contratações. O MP afirma que as contratações vem causando prejuízos ao erário.

Afirma também que o prefeito já foi alvo de oito operações policiais, onde 7 secretários já foram afastados por conta dos atos ilícitos na pasta. Além de existir uma gravação que mostra o prefeito, quando ainda era deputado recebendo dinheiro de propina e guardando no paletó.

Na tese O MP sustenta que exige o afastamento por mais seis meses do prefeito par que as investigações possam prosseguir, e ressalta que as contratações irregulares, teriam cunho político e com pagamento indevido do chamado ‘Prêmio Saúde’, para obter apoio dos vereadores, ou apoio político na sua gestão.

No ato do afastamento do prefeito , o Tribunal de Justiça de MT (TJ-MT) determinou o bloqueio de 16 milhões de reais dos acusados, e a prisão do chefe do gabinete do prefeito, Antonio Neto.

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