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Justiça autoriza quebra de sigilo telefônico de mulher envolvida no caso de assassinatos de motoristas de aplicativo em Várzea Grande

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Da Redação

A Justiça concedeu autorização para a quebra do sigilo telefônico do aparelho celular de Keise Melissa Rodrigues, de 25 anos, suspeita de envolvimento em uma série de assassinatos de motoristas de aplicativo na região metropolitana de Cuiabá. Keise é acusada de emprestar sua conta em aplicativos de transporte para facilitar os ataques coordenados.

Segundo as investigações, Keise mantinha vínculos com Lucas Ferreira da Silva, de 20 anos, e dois adolescentes, que teriam utilizado sua conta para atrair motoristas, posteriormente assassinados. O grupo é responsável por três mortes até o momento.

Além de seu papel na atração das vítimas, Keise também é apontada como namorada de um dos adolescentes e teria conexões com uma facção criminosa, facilitando a negociação dos veículos roubados dos motoristas assassinados.

Em depoimento Keise confirmou, namorar com o adolescente de 15 anos.

Com a autorização da quebra de sigilo telefônico, as autoridades esperam extrair informações cruciais para esclarecer os detalhes do caso e identificar possíveis cúmplices.

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Keise Melissa Rodrigues foi presa nesta sexta-feira e conduzida à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde prestou depoimento. Em seguida, foi encaminhada ao fórum para audiência de custódia.

Enquanto isso, uma quinta pessoa, responsável por registrar uma das mortes, ainda não foi localizada pelas autoridades. A gravação teria sido realizada para que um dos adolescentes, ausente no momento da execução, assistisse ao crime posteriormente. As imagens foram enviadas através do aplicativo de mensagens WhatsApp, com a modalidade de visualização única.

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Homem confessa sexo com cachorro em zona rural de MT c vira alvo de investigação da Polícia Civil

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JB News

por Emerson Teixeira

Foto : PC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso identificou um homem de 32 anos investigado por um caso de zoofilia e maus-tratos a animal na zona rural de Santo Antônio de Leverger. A apuração é conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), que instaurou inquérito para responsabilizar o suspeito e reunir provas sobre o crime.

As investigações tiveram início após a circulação de um vídeo nas redes sociais, no qual o homem aparece abusando sexualmente de um cão de porte médio. A repercussão das imagens levou à identificação do suspeito, que posteriormente compareceu à delegacia acompanhado de advogado e admitiu a prática criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o investigado já possui histórico criminal, com condenações anteriores por roubo e estupro de vulnerável, além de fazer uso de tornozeleira eletrônica. A reincidência em crimes graves acende alerta sobre o perfil do suspeito e reforça a gravidade do caso.

Durante diligências realizadas nas proximidades da BR-364, na área rural onde o fato ocorreu, os policiais encontraram o imóvel fechado, com dois animais mantidos amarrados do lado externo. A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi acionada para coletar material biológico no animal vítima, que passará por exames para subsidiar o inquérito.

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O cão recebeu atendimento com apoio do setor de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Cuiabá, que garantiu assistência veterinária e acompanhamento após os maus-tratos.

A conduta investigada se enquadra no crime previsto na legislação ambiental brasileira, especialmente após o endurecimento das penas com a chamada Lei Sansão (Lei nº 14.064/2020), que estabelece reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de guarda, quando o crime envolve cães ou gatos.

A Polícia Civil reforça que denúncias são essenciais para combater crimes dessa natureza. Informações podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 197 ou diretamente à Dema.

O caso segue sob investigação e deve avançar com base nos laudos periciais e demais elementos coletados, podendo resultar em responsabilização criminal mais ampla diante do histórico do investigado.

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