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Jovens de 23 e 17 anos morrem em confronto com a PM após fuga em alta velocidade e troca de tiros em Cáceres

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por Emerson Teixeira

Uma perseguição policial seguida de um intenso confronto armado terminou com dois suspeitos mortos na noite deste sábado (data não informada) no município de Cáceres, cidade localizada a cerca de 220 quilômetros de Cuiabá. A ocorrência mobilizou diversas equipes da Polícia Militar e provocou momentos de tensão durante a ação que se estendeu por várias ruas da cidade.

De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, os policiais realizavam patrulhamento conjunto na região com equipes da Polícia Militar de Mato Grosso, além de unidades especializadas da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e da Força Tática da Polícia Militar de Mato Grosso, quando receberam informações de que ocupantes de um veículo Citroën C3 branco estariam circulando pela cidade supostamente à procura de integrantes de uma facção criminosa rival. A suspeita era de que o grupo planejava um possível confronto armado contra adversários.

Durante as rondas, o carro foi localizado pelas equipes policiais. Assim que perceberam o veículo, os militares deram ordem de parada aos ocupantes. No entanto, os suspeitos desobedeceram à determinação e fugiram em alta velocidade, iniciando uma perseguição pelas ruas da cidade. Conforme o relato policial, durante a fuga os ocupantes do automóvel passaram a efetuar disparos contra as viaturas, obrigando os policiais a reagirem para conter o ataque.

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A perseguição avançou por diferentes vias até que, em determinado momento, o motorista do carro perdeu o controle da direção e colidiu violentamente contra uma árvore. Mesmo após o impacto, segundo os policiais, os ocupantes continuaram atirando contra as equipes, o que desencadeou um confronto armado no local.

Durante a troca de tiros, os dois suspeitos foram atingidos. Com o cessar dos disparos, os policiais acionaram imediatamente equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso para prestar socorro. Entretanto, quando os socorristas chegaram ao local, os dois homens já não apresentavam sinais vitais e tiveram as mortes constatadas ainda na cena do confronto.

Posteriormente, os suspeitos foram identificados como Jefferson Pereira de Almeida, de 23 anos, natural de Várzea Grande, conhecido pelo apelido de “Fefinha”, e Nicolas Magalhães de Nascimento, de 17 anos.

Durante a ocorrência, os policiais apreenderam duas armas de fogo que estavam com os suspeitos: um revólver calibre .38 e uma pistola calibre 9 milímetros, além de diversas munições compatíveis com os armamentos. Há suspeitas de que as armas possam ter sido utilizadas em homicídios registrados recentemente na cidade, hipótese que agora será analisada no decorrer das investigações.

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Após o confronto, equipes da Polícia Civil de Mato Grosso foram acionadas para dar início aos procedimentos investigativos. Técnicos da Politec também estiveram no local para realizar a perícia e coletar evidências que possam esclarecer com precisão toda a dinâmica do episódio.

O caso segue sob investigação das autoridades policiais, que agora trabalham para identificar se os suspeitos tinham ligação direta com organizações criminosas e qual seria o possível alvo do grupo naquela noite em Cáceres. As armas apreendidas também deverão passar por exames balísticos para verificar se foram utilizadas em outros crimes ocorridos na região.

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Imagens de circuito interno expõem último homem visto com jovem antes de morte por estrangulamento em Sinop

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por Emerson Teixeira

A morte da jovem Raíssa Pereira da Silva, de 24 anos, registrada na manhã desta quinta-feira em Sinop, a cerca de 481 quilômetros de Cuiabá, causou forte comoção e acendeu mais um alerta sobre a violência contra mulheres em Mato Grosso. O caso, tratado inicialmente como feminicídio, está sob investigação da Polícia Civil.

De acordo com as informações apuradas, Raíssa foi encontrada sem vida dentro da própria residência após familiares estranharem a falta de contato desde as primeiras horas do dia. As tentativas de ligação não foram atendidas, o que levou à preocupação da família e à solicitação de apoio policial. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram o portão fechado e sem resposta aos chamados. Para acessar o imóvel, foi necessário pular o muro.

Dentro da casa, a cena encontrada indicava sinais claros de violência. A jovem estava no quarto, vestindo apenas um sutiã e com uma toalha enrolada no pescoço, o que aponta para possível morte por estrangulamento. A porta da residência estava apenas encostada, reforçando a suspeita de que o autor tenha deixado o local logo após o crime.

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Um dos elementos centrais da investigação são imagens de câmeras de segurança que monitoravam o imóvel, sistema que era acompanhado pela irmã da vítima. As gravações mostram a entrada e saída de um homem pouco antes do corpo ser localizado. Segundo as primeiras informações, ele seria um cliente de Raíssa, que trabalhava com programas sexuais. O suspeito ainda não foi identificado oficialmente e segue foragido.

Testemunhas e familiares relataram que o homem deixou o local em uma motocicleta, o que agora se torna peça-chave para a identificação e localização dele. As imagens do circuito de segurança já circulam nas redes sociais e podem auxiliar nas investigações.

A área foi isolada para os trabalhos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), enquanto o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames que devem confirmar a causa da morte. A Polícia Civil segue reunindo provas e depoimentos para esclarecer a dinâmica do crime e identificar o autor.

O caso reforça a escalada de crimes violentos contra mulheres no estado e levanta novamente o debate sobre segurança, vulnerabilidade e proteção de mulheres em contextos de risco. A polícia pede que qualquer informação que possa ajudar na identificação do suspeito seja repassada de forma anônima pelos canais oficiais, como o 190.

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Até o momento, não há confirmação da identidade do homem que aparece nas imagens, e as investigações seguem em andamento.
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