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Jayme Campos descarta oposição ferrenha do Congresso à Lula, “Temos que trabalhar pelo Brasil”

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Por Alisson Gonçalves

O Senador Jayme Campos (UB), conversou com a imprensa nesta quinta-feira 1º de dezembro, e  não acredita em o oposição ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso Nacional.

Atualmente há rumores nós bastidores de uma oposição ao presidente Lula em 2023, devido a grande maioria dos Deputados Federais eleitos, que apoiam o atual presidente Jair Bolsonaro (PL).

Segundo o senador não existe essa ideia de uma oposição, uma vez que todos os projetos enviado pelo Governo Federal seja bons para toda população brasileira.

Para Jayme, o importante é trabalhar em prol a população brasileira, aprovando projetos como a continuação do pagamento do “Auxílio Brasil” de R$ 600 ,além do projeto anunciado por lula durante sua campanha, de um acréscimo de até R$ 150.00 para famílias com crianças de até 6 anos de idade.

Para Jayme todos os parlamentares devem dar esse voto de confiança a Lula, e deixar ele trabalhar, mas sempre fiscalizando, fazendo com que o Brasil se desenvolva cada vez mais, fortalecendo a população brasileira.

Outro ponto destacado por Jayme, é a possibilidade de nomes como do deputado federal Neri Geller (PP),  e do senador Carlos Fávaro (PSD),  fazer parte do Governo de Lula,  para ele seria muito bom alguém  MT em cargos no governo federal que pode ajudar a  trazer recursos para MT.

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Jayme também comentou sobre a paralisação dos caminhoneiros, segundo o senador todos tem direito de se manifestar democraticamente, porém depois que você tira o direito do próximo isso não é mais democracia.

Para este assunto, o senador usou o exemplo de vídeos que circulam nas redes sociais, de caminheiros não deixando ambulância passar, e até mesmo jogando pedras em um caminhoneiro em Rondônia, onde o motorista perdeu a cabeça derrubou barracas e ainda atropelou e matou um manifestantes no local, para ele isso não se chama “Democracia”.

Questionado se esse movimento que continua por mais de um mês, já que diversos portais de notícias, que soltaram notícias sobre uma suposta fraude nas urnas.

Jayme afirmou que isso foi ultrapassado, já que às urnas foram devidamente fiscalizadas, para ele alguns manifestantes se apaixonou por Bolsonaro, e que isso só o tempo vai conseguir apaziguar os ânimos.

Para ele notícias de Fake News, como invasão de terras, desabastecimento, deslocamento de carro do exército dizendo que eles vão assumir, são isso que dá força ao movimento.

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Alguns manifestantes pensam que o Lula, não deve assumir o poder, por outro lado Jayme afirma que isso deve acontecer uma vez que a transição para troca do Governo já está acontecendo, e Ministros já estão sendo escolhidos tudo para a nova gestão em 2023.

Sobre o irmão deputado estadual eleito Júlio Campos (UB), ser convidado para colocar o nome para concorrer a presidência da ALMT em 2023.

Jayme disse que isso foi apenas um convite de algum parlamentar, que tem simpatia pela nome de Júlio, porém afirmou que isso não é coisa da cabeça de seu irmão, e nem pretensão dele, afirmou que isso não se faz da noite para o dia, mas que ouvir às pessoas é bom e isso que está sendo feito.

Veja a entrevista:👇

 

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Wanderley Cerqueira abre investigação e condiciona decisão da Câmara à perícia oficial sobre escândalo dos áudios vazados em VG, VEJA

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Da redação

 

Crise política se agrava em várzea grande com suspeita de escuta clandestina e guerra entre poderes

A crise política em Várzea Grande se intensificou nos últimos dias e expôs um cenário de forte instabilidade institucional entre o Executivo e o Legislativo municipal. O ambiente já era considerado sensível desde o início da atual gestão, mas ganhou novos contornos após a renúncia do vice-prefeito Sebastião dos Reis, o Tião da Zaeli, e, mais recentemente, com a revelação de suspeitas de escuta clandestina dentro do gabinete da prefeita Flávia Moretti, além da circulação de áudios que passaram a repercutir nos bastidores políticos e nas redes sociais.

O episódio envolvendo o suposto monitoramento dentro da sede do Executivo elevou o nível de tensão política na cidade industrial. De acordo com informações apuradas, a prefeita acionou autoridades após identificar um objeto suspeito em seu gabinete, o que levantou a hipótese de interceptação ambiental irregular. A Polícia foi comunicada e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para analisar o material e verificar sua natureza. Até o momento, não há divulgação oficial sobre o resultado dessa análise.

Paralelamente, áudios atribuídos a interlocuções internas da gestão municipal começaram a circular amplamente, com conteúdos que mencionam tratativas políticas, possíveis articulações institucionais e críticas a membros do Legislativo. A autenticidade do material, no entanto, ainda não foi confirmada por órgãos oficiais, nem há identificação formal dos autores das gravações.

Diante da repercussão, a Câmara Municipal convocou uma coletiva de imprensa para tratar do caso. O presidente do Legislativo, Vanderley Cerqueira, afirmou que a Casa irá instaurar procedimento para solicitar perícia técnica nos áudios antes de qualquer deliberação.

“Nós vamos pedir uma perícia técnica nesses áudios, até para ter a comprovação de forma correta e verdadeira. A gente precisa ter responsabilidade para não acusar ninguém injustamente”, declarou.

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O presidente também ressaltou, logo no início da coletiva, a necessidade de cautela por parte de agentes públicos diante da repercussão do caso. “A gente sendo pessoa pública, tem que medir as palavras. Esses áudios já estão circulando, mas nós vamos agir com responsabilidade”, afirmou.

Questionado sobre denúncias envolvendo suposta oferta de vantagens indevidas, o presidente afirmou que teve conhecimento apenas por meio da imprensa e que não há, até o momento, registro formal na Câmara.

“Eu tomei conhecimento pela imprensa. Não chegou nada oficialmente até a Casa”, disse.

Ao ser perguntado sobre possíveis providências antes da conclusão da perícia, Vanderley Cerqueira reforçou que a Câmara não irá se antecipar. “Nós queremos a veracidade dos áudios para tomar uma posição. Sem perícia, não podemos agir.”

Sobre a origem das gravações, o presidente afirmou não haver elementos técnicos que confirmem se o conteúdo foi obtido por meio de escuta no gabinete da prefeita ou em outro ambiente. “Só a perícia pode esclarecer isso”, pontuou.

Em relação à possibilidade de medidas administrativas ou políticas mais severas, como eventual processo de cassação, o presidente destacou que qualquer decisão dependerá da confirmação dos fatos e do devido processo legal. “Isso depende da Justiça. Primeiro precisamos da veracidade para depois tomar uma posição”, declarou.

Durante a coletiva, também foram abordadas falas atribuídas à prefeita que mencionariam articulações políticas envolvendo vereadores. O presidente reiterou que não é possível confirmar a autoria sem análise técnica. “Precisamos comprovar de quem é a fala antes de qualquer julgamento.”

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Sobre o teor dos áudios que circulam, afirmou que, caso sejam confirmados, o conteúdo é considerado grave. “Se aquilo for verdade, é muito grave e precisa ser tratado com responsabilidade”, disse.

Questionado sobre a relação entre os poderes, Vanderley Cerqueira afirmou que a Câmara mantém sua atuação institucional e que não há impedimentos na tramitação de projetos. “A Câmara tem aprovado os projetos do Executivo. Não há impedimento nas votações”, declarou.

Ao abordar as acusações envolvendo possíveis negociações políticas dentro do Legislativo, afirmou que não há confirmação oficial e que cada parlamentar responde individualmente por suas condutas. “Cada um responde por si”, disse.

O presidente também destacou que, após a conclusão da perícia, os vereadores deverão se reunir para definir os encaminhamentos. “No momento em que tivermos a perícia, vamos reunir os vereadores e tomar uma decisão com base em fatos concretos”, afirmou.

Até o momento, não há confirmação pública sobre a abertura de inquérito específico para investigar o conteúdo dos áudios. A análise do suposto dispositivo encontrado no gabinete da prefeita segue sob responsabilidade técnica da Politec, que deverá indicar se houve, de fato, interceptação irregular.

Caso seja constatada a existência de escuta clandestina, o caso poderá ser encaminhado para investigação criminal. Por outro lado, se os áudios não tiverem autenticidade comprovada, a apuração poderá avançar para eventual responsabilização pela produção ou disseminação de conteúdo falso.

O caso permanece em apuração e depende dos resultados técnicos para definição de eventuais medidas administrativas ou judiciais.

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