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Instalações do Supremo Tribunal Federal, em Brasília, serão abastecidas com energia solar a partir de abril

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O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nesta quinta-feira (03/04), uma cerimônia de inauguração da usina fotovoltaica que responderá por 7,6% do consumo do Anexo II, gerando uma economia anual de R$ 191 mil na conta de luz do tribunal. A iniciativa é fruto de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) assinado entre a Neoenergia Distribuição S.A e o STF no âmbito do Programa de Eficiência Energética (PEE), conduzido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).

Representando o ministro Alexandre Silveira, o secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Thiago Barral, ressaltou a importância do exemplo que o STF dá aos demais órgãos públicos e à sociedade. “O ministro Alexandre Silveira parabeniza o Judiciário por acreditar nesse projeto e, sobretudo, pelo simbolismo que tem essa atitude para a transição energética e combate às mudanças climáticas”, disse Barral.

O sistema solar fotovoltaico instalado no Supremo tem capacidade de 180,6 quilowatt-pico (kWp). Com essa configuração, a geração prevista da unidade é de 267,9 megawatt-hora por ano (MWh/ano).

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Também foi feito um “retrofit” (modernização) das lâmpadas ineficientes nas três unidades do STF. Ao todo são 3.678 novas lâmpadas led, que geram uma redução do consumo de 90 MWh/ano e uma economia anual de R$ 64 mil na conta de luz do órgão público.

Além do secretário Thiago Barral, que representou o MME, também estiveram presentes no evento o presidente do STF, Luís Roberto Barroso; o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa; e o presidente da Neoenergia, Eduardo Capelastegui.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Operação Dupla Cena desmonta associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas

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Florianópolis, 16/4/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), participou da Operação Dupla Cena, deflagrada nesta quinta-feira (16) pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), por meio da Delegacia de Combate a Estelionatos do Departamento de Investigações Criminais da Capital (DCE/DIC).

A ação tem como objetivo desarticular uma associação criminosa voltada à prática de estelionato mediante fraudes eletrônicas, principalmente por meio do uso de redes sociais.

A Operação Dupla Cena conta com o suporte operacional da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), que colaborou na deflagração de 18 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Fortaleza, Canindé, Sobral e Caucaia.

“A operação envia um recado claro: o ambiente digital não é terra sem lei, e a distância geográfica não serve mais de escudo para a impunidade. Ao atingir simultaneamente o mentor intelectual e a rede de “conteiros” no Ceará, não estamos apenas solucionando um estelionato ocorrido em Santa Catarina, mas desmantelando uma engrenagem sofisticada de prejuízos sociais por meio da integração estratégica com o Ciberlab”, afirma o delegado da PCSC, Osmar Carraro.

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Modus operandi

As investigações tiveram início após uma fraude perpetrada contra uma lotérica em Florianópolis, que resultou em um prejuízo de R$ 114 mil. O grupo criminoso utilizava redes sociais para atrair vítimas com falsas promessas de prêmios em dinheiro. No caso, a vítima foi induzida a ir até uma lotérica e a entregar o telefone à atendente.

Do outro lado da linha, um criminoso, passando-se pelo patrão da cliente, persuadiu a funcionária a realizar diversos depósitos em contas digitais, sob a promessa de que o acerto financeiro seria feito ao final dos procedimentos.

Alvos e prisões

Entre os alvos presos hoje está o “Mentor Intelectual”, identificado como o chefe do esquema e responsável pela coordenação do grupo no Ceará. Também foram presos outros 17 “conteiros”, indivíduos recrutados (coautores) para ceder contas bancárias, permitindo o recebimento e a rápida dispersão dos valores subtraídos das vítimas.

O objetivo central é paralisar as atividades criminosas do grupo com base em Fortaleza. A operação visa prender quem executa a ligação, bem como responsabilizar o autor intelectual e impedir que o grupo continue utilizando redes sociais para atrair novas vítimas.

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Tipificação penal

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato mediante fraude eletrônica (Art. 171, § 2º-A do Código Penal), associação criminosa (Art. 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (Art. 1º da Lei nº 9.613/98), cujas penas, quando somadas, podem atingir até 21 anos de reclusão e multa.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública ressalta a importância da integração entre as forças policiais estaduais para o combate eficaz ao crime cibernético, demonstrando que a distância geográfica entre criminosos e vítimas não garante mais a impunidade no ambiente digital.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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