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Hospital São Benedito inicia criação da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) dentro da unidade

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O Hospital Municipal São Benedito (HMSB), da Prefeitura de Cuiabá, realiza, entre os dias 18 e 19 de novembro, a segunda etapa da implantação da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) na unidade. Nesta fase, os servidores de todo o hospital estão sendo capacitados por uma equipe da Coordenadoria Estadual de Transplantes e do Sistema Nacional de Transplantes. A última etapa da capacitação acontecerá entre os dias 28 e 29 de novembro, focada na preparação dos servidores que atuarão diretamente no setor.

Todas as etapas estão sendo organizadas pela equipe da Gestão Hospitalar do HMSB. O coordenador Welington da Silva Alves explica que a unidade possui a estrutura necessária para a criação da CIHDOTT. “Esta etapa busca sensibilizar os profissionais de saúde sobre como ocorre todo o processo de captação, desde o momento em que a morte encefálica do possível doador é confirmada”, explica o responsável técnico (RT).

A primeira fase da capacitação teve um caráter de sensibilização geral, abordando a história da doação de órgãos e tecidos desde o início do processo. Já a terceira e última etapa consistirá na implantação definitiva do setor, que estará pronto para iniciar suas atividades.

Os três módulos de capacitação estão sendo ministrados pela equipe da Secretaria Estadual de Saúde de Mato Grosso. A formação contou com a participação de médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde do hospital, e abordou temas como identificação de potenciais doadores, protocolos de doação, aspectos legais e éticos da doação de órgãos, e procedimentos técnicos para captação de órgãos e tecidos. Além disso, foi enfatizada a importância da comunicação clara e empática com as famílias dos potenciais doadores, um aspecto essencial no processo, que exige sensibilidade e respeito.

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Conforme o diretor técnico do Hospital São Benedito, Dr. Carlos Henrique Arruda Sales, a captação de órgãos e tecidos é fundamental para o funcionamento do sistema de transplantes e depende da colaboração entre diversas instituições de saúde. O diretor destacou que o objetivo é aumentar o número de doações em Mato Grosso e melhorar a estrutura de profissionais capacitados para esse tipo de procedimento na Capital. “A doação de órgãos pode ser a diferença entre a vida e a morte para muitas pessoas. É essencial que os profissionais de saúde estejam bem preparados para identificar potenciais doadores e conduzir todo o processo com responsabilidade e ética”, ressaltou o gestor.

Durante os dois dias de treinamento, os participantes tiveram a oportunidade de aprender com especialistas da área, que compartilharam experiências, boas práticas e responderam a perguntas sobre o tema. O evento também contou com o apoio de representantes do Sistema Estadual de Transplantes de Mato Grosso, que apresentaram dados e informações sobre a situação da doação de órgãos no estado e a importância da integração entre hospitais e unidades de saúde.

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O Hospital São Benedito, uma das principais unidades hospitalares de Cuiabá, tem se destacado pela busca constante de melhorias no atendimento e na capacitação de seus profissionais. A iniciativa está alinhada com o compromisso da unidade em qualificar o cuidado à saúde e aprimorar os processos relacionados ao transplante de órgãos. Além disso, o HMSB está em consonância com a Campanha Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos, que visa sensibilizar tanto a população quanto os profissionais de saúde sobre a importância da doação, um gesto de solidariedade que pode salvar vidas de pessoas que estão na espera por um transplante.

“A gestão atual tem se mostrado comprometida em fortalecer a rede de doação e transplantes no estado, e ações como essa reforçam a importância da colaboração entre diferentes instituições e profissionais de saúde para que o sistema funcione de maneira cada vez mais eficaz”, garantiu Dr. Carlos Henrique.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Festival da Pamonha mantém grande público e impulsiona economia na comunidade Rio dos Peixes

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O penúltimo dia do 7º Festival da Pamonha da comunidade de Rio dos Peixes confirmou o impacto que o evento vem gerando na economia local e na valorização da cultura regional, reunindo milhares de visitantes e mantendo aquecida a cadeia produtiva do milho, principal base da festa. Com estimativa de até 5 mil pessoas por dia e o processamento de cerca de 40 toneladas ao longo da programação, o festival segue consolidado como uma vitrine para pequenos produtores e trabalhadores da região.

Neste terceiro dia, o movimento nas barracas reforçou o papel do evento como fonte de renda para dezenas de famílias. A estrutura ampliada e mais organizada foi percebida tanto por comerciantes quanto pelo público. A divisão dos espaços, separando pamonhas, lanches e doces, facilitou a circulação e melhorou a experiência de quem visita.

O secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, avaliou o momento como positivo e destacou que o festival vem superando as expectativas em público e consumo. Segundo ele, o evento já ultrapassa o caráter local e ganha relevância estadual e até nacional, atraindo visitantes de diferentes regiões. “Os participantes são 100% moradores e pequenos produtores da comunidade, o que reforça o impacto direto na geração de renda”, pontuou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura, Fellipe Correa, destacou o papel estratégico do festival para o fortalecimento da economia local. “Além de gerar renda e valorizar a tradição, o Festival da Pamonha reforça a dimensão territorial e turística de Cuiabá, que se estende pela Estrada da Chapada até o Portão do Inferno. Toda essa região, incluindo os balneários e a comunidade de Rio dos Peixes, integra um circuito importante para o turismo da capital. Nesse contexto, o festival se consolida como uma referência do turismo gastronômico cuiabano”, afirmou.

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Entre os expositores, a percepção também é de crescimento. O comerciante Rudnei dos Santos, que participa há quatro edições, classificou o dia como produtivo e destacou a organização como um dos diferenciais deste ano. Ele acredita que o fluxo ainda aumenta ao longo do dia e reforça que o festival é resultado de um trabalho coletivo. “A gente percebe que o público chega já sabendo onde encontrar o que quer, isso facilita muito”, afirmou. Experiente, ele também participa do concurso da melhor pamonha e atribui o sucesso ao cuidado com o preparo: “O segredo é fazer com amor”.

Para o público, a experiência vai além da gastronomia. O advogado Lucas Veloso, morador de Várzea Grande, retornou ao festival pela segunda vez e notou avanços na estrutura. “Eu já esperava algo bom, mas vi melhorias, principalmente na organização e na estrutura para comerciantes e visitantes. Isso incentiva a gente a voltar”, disse. Ele destacou ainda o interesse pelas apresentações culturais e a diversidade de sabores disponíveis.

A variedade, aliás, é um dos pontos mais comentados. De receitas tradicionais a versões mais criativas, como pamonha de pizza ou combinações com jiló e linguiça, o cardápio chama a atenção de quem chega. O professor Cláudio Vaz de Araújo, que conheceu o evento pela primeira vez durante uma viagem, elogiou tanto o sabor quanto a organização. “É fácil circular, escolher e experimentar. Dá vontade de voltar”, afirmou.

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Apesar da avaliação positiva, algumas observações surgem como sugestões para as próximas edições. A conectividade foi um dos pontos citados por visitantes e comerciantes. A dificuldade de acesso à internet no local impacta principalmente pagamentos via Pix e a divulgação em tempo real nas redes sociais. O próprio secretário reconheceu a limitação, explicando que a alta demanda, com mais de 700 acessos simultâneos, sobrecarregou o sistema disponível. A prefeitura, segundo ele, já estuda melhorias para o próximo ano.

Outras sugestões envolvem aspectos pontuais da experiência gastronômica, como a manutenção da temperatura e frescor das pamonhas em determinados momentos de maior fluxo, sem comprometer a avaliação geral, que segue positiva.

Além da alimentação, o festival também conta com suporte na área da saúde. Equipes da Unidade de Saúde de Rio dos Peixes oferecem vacinação, atendimento odontológico, aferição de pressão arterial e testes de glicemia, sob coordenação da gerente Magda Oliveira. Paralelamente, socorristas e profissionais de enfermagem, coordenados pelo bombeiro civil Anderjan Santana, atuam com atendimentos emergenciais e serviços básicos, garantindo mais segurança ao público.

A programação segue até esta terça-feira (21), feriado de Tiradentes, quando será anunciado o resultado do Concurso da Melhor Pamonha. A expectativa é de que o último dia mantenha o alto fluxo de visitantes, encerrando mais uma edição marcada pela integração entre cultura, produção local e geração de renda.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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