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Grupo Flor Ribeirinha abre inscrições para novas vagas de Músicos e Dançarinos

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JB News

por Malu Sousa

Os interessados terão de passar pelas audições e posteriormente selecionados para a temporada 2026

O renomado grupo cultural Flor Ribeirinha anuncia a abertura das inscrições para as audições de músicos e dançarinos que integrarão a formação artística de 2026. As inscrições já estão disponíveis até o dia 25 de dezembro, e podem ser realizadas por meio do formulário no link da bio das redes sociais oficiais do grupo.

A seleção para o próximo, abre portas para novos talentos que desejam crescer artisticamente e participar de uma agenda intensa de espetáculos, intercâmbios culturais e turnês realizadas pelo grupo.

As audições buscam músicos com experiência em instrumentos tradicionais brasileiros e dançarinos com domínio técnico, além de carisma e disponibilidade para ensaios e viagens.

O diretor geral do grupo, Avinner Silva, explica que os candidatos de diferentes perfis e formações são bem-vindos, desde que tenham afinidade com a proposta cultural do grupo e compromisso com o trabalho artístico. Após a triagem inicial, os selecionados serão convocados para as etapas presenciais de avaliação.

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“Nosso objetivo é renovar e fortalecer o elenco, mantendo viva a essência do Flor Ribeirinha e abrindo espaço para novos artistas que desejam viver a cultura com profundidade”, disse ele, frisando que os interessados devem acessar o formulário de inscrição, seguindo todas as orientações.

A primeira vivência aconteceu em fevereiro de 2018, conforme relata a fundadora do grupo, Domingas Leonor. Na época, a ideia veio da grande procura por pessoas que querem saber mais sobre a dança, “É uma oportunidade de conhecerem a prática do siriri, e outras manifestações da nossa cultura popular. E ao mesmo tempo, podem ter essa experiência, participar do Flor Ribeirinha como dançarino ou como músico. Estaremos de braços bem abertos para recebe-los aqui no nosso quintal”, concluiu a fundadora.

Trajetória
Reconhecido mundialmente por suas apresentações que combinam tradição, identidade e excelência cênica, o grupo Flor Ribeirinha tem representado o Brasil em diversos festivais internacionais, conquistando prêmios e levando a cultura cuiabana a palcos de destaque.

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Complexo Biocultural do Porto oferece aulas gratuitas de rasqueado e lambadão

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por José San Martin Camiña Neto

Foto :Divulgação

As aulas gratuitas de rasqueado e lambadão realizadas no Complexo Biocultural do Porto vêm se consolidando como uma das principais iniciativas de valorização da cultura popular cuiabana em 2026. As atividades acontecem todas as quintas-feiras, das 19h às 22h, no espaço localizado no Complexo Biocultural do Poto, antigo Mercado do Porto, ao lado do Aquário Municipal, e seguem ao longo de todo o ano, sob a orientação do professor Vladimir Reis. Diante da grande procura e do elevado número de inscritos, a direão do complexo avalia a possibilidade de abertura de uma nova turma.

Aberto a pessoas de todas as idades, o projeto vai além do ensino da dança. A proposta é integrar a comunidade da Baixada Cuiabana ao Complexo, fortalecendo vínculos sociais, promovendo bem-estar físico e mental e reafirmando a identidade cultural da região. Segundo a diretora do Complexo Biocultural do Porto, Célia Moura, “ensinar os ritmos da terra no berço histórico do Porto é devolver a alma ao lugar e garantir que essa cultura continue viva nas novas gerações”.

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De acordo com a gestora, a gratuidade das aulas é um ponto central da iniciativa. “Quando o lambadão toca, ele manda um recado claro: este espaço é da comunidade. Não há barreiras, nem muros invisíveis”, destaca. A presença constante de famílias, jovens e idosos transforma o Complexo em um espaço de convivência segura, afetiva e democrática, contribuindo também para a preservação do patrimônio público.

Outro aspecto ressaltado por Célia Moura é o papel das aulas como elo entre Cuiabá e Várzea Grande. “O Porto sempre foi ponto de encontro. O rasqueado e o lambadão são linguagens comuns aos dois lados do rio e ajudam a construir uma integração real entre as cidades”, afirma. A escolha dos ritmos também favorece o encontro de gerações, reunindo no mesmo ambiente a memória dos mais velhos e a energia da juventude.

Além do impacto cultural, o projeto tem reflexos diretos na saúde e na qualidade de vida dos participantes. A dança funciona como atividade física, combate o sedentarismo e estimula a socialização. “Dançar melhora a autoestima, fortalece os laços comunitários e cria uma rede de apoio natural, especialmente para idosos e pessoas em situação de isolamento”, observa a diretora.

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Para participar, basta comparecer ao Complexo Biocultural do Porto e realizar a inscrição para obtenção da carteirinha de acesso. A iniciativa integra uma programação mais ampla do espaço, voltada à diversificação de atividades culturais e de bem-estar, reforçando o papel do Porto como um território vivo, de pertencimento e de valorização da cultura cuiabana.

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