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Secretaria Adjunta promove rodada de negócios para estimular retomada do turismo em MT

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Secretaria Adjunta promove rodada de negócios para estimular retomada do turismo em MT

Na quarta-feira (19.05), o evento é para os pertencentes do polo Pantanal e Cerrado, e na quinta-feira (20.05), é a vez do polo da Amazônia e Araguaia

Por Tuani Nunes

Informações da Sedec-MT

– Foto por: Secom MT

Agentes de turismo e empresários do setor em Mato Grosso poderão participar, na próxima quarta-feira (19.05) e quinta-feira (20.05), de uma rodada de negócios online que visa amparar, estimular e estruturar os destinos para uma retomada forte no Estado.

Para o secretário-adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, além de auxiliar a categoria neste momento difícil de pandemia, o evento vai preparar o setor e garantir segurança para quem busca os serviços no “novo normal”.

“Estudos apontam que os turistas pretendem viajar para regiões próximas, pela segurança em usar transporte rodoviário, não precisar ficar tanto tempo em trânsito ou aglomeração. Então, esse é o momento de quem não conhece Mato Grosso conhecer”, comenta o secretário.

A coordenadora de promoção da Secretaria Adjunta de Turismo, Simone Lara Pinto, explica que no primeiro dia o evento será destinado para o polo Pantanal e Cerrado. No segundo dia, será a vez do polo da Amazônia e Araguaia.

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Serão selecionados 15 empresas de cada um dos polos e 20 compradores. A partir daí, cada empresa de turismo poderá  fazer propagandas sobre o seu negócio, para estimular a comercialização com as agências, por meio de ferramenta desenvolvida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Para solicitar participação no evento é necessário que o empresário tenha o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo (Cadastur) e preencha o formulário: Polo Cerrado e Pantanal ou Araguaia e Amazônia.

 

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“Fim do Fethab 2 reflete nos investimentos de infraestrutura, logística estabilidade econômica em MT” diz Max Russi ao citar momentos de contribuição e dificuldades do Agro, VEJA O VÍDEO

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por Nayara Cristina

A decisão de encerrar a cobrança do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB 2) a partir do próximo ano marca uma inflexão importante na política econômica de Mato Grosso e sinaliza um novo momento de maturidade fiscal e estrutural do estado. O tema ganhou força após articulações conduzidas pelo vice-governador Otaviano Pivetta junto à classe empresarial do agronegócio, em uma série de reuniões e diálogos diretos com lideranças do setor produtivo.

Nos bastidores, a sinalização de Pivetta foi clara: o Estado não pretende mais sustentar a infraestrutura com base em contribuições extraordinárias. A fala, segundo relatos de participantes dessas discussões, ocorreu em tom de segurança fiscal e confiança na capacidade atual de investimento do governo, indicando que Mato Grosso já atingiu um nível de organização que permite abrir mão do adicional do fundo sem comprometer obras e serviços.

Criado como mecanismo emergencial para financiar obras estruturantes, o adicional do FETHAB incidiu principalmente sobre a produção agropecuária e, ao longo dos últimos anos, movimentou cifras bilionárias. Embora os valores variem conforme a produção e o mercado, estimativas baseadas na arrecadação recente indicam que o fundo — especialmente em sua modalidade adicional — representa algo entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão por ano.

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Com o fim da cobrança, a renúncia fiscal projetada é significativa. Em um horizonte de três a quatro anos, o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, considerando um cenário conservador. Ainda assim, a avaliação interna do governo é de que o impacto é absorvível diante do equilíbrio das contas públicas e do avanço já consolidado na infraestrutura estadual.

A recepção por parte do setor produtivo foi, majoritariamente, positiva. Produtores e representantes do agronegócio interpretaram o posicionamento como um gesto de reconhecimento ao momento econômico enfrentado pelo campo, marcado por custos elevados, crédito mais restrito e margens pressionadas. Ao mesmo tempo, a medida foi vista como um reforço na previsibilidade e na segurança jurídica — fatores considerados estratégicos para novos investimentos.

Na avaliação do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, o encerramento do FETHAB 2 reflete exatamente esse novo estágio vivido pelo estado. Segundo ele, não há perspectiva de que o tema avance no Legislativo sem uma iniciativa formal do Executivo.

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“O projeto não deve sequer chegar à Assembleia para prorrogação. Esse debate só existiria se houvesse interesse do governo, e isso teria que acontecer ainda este ano”, afirmou.

Max Russi também destacou que a retirada do fundo dialoga com o atual cenário do setor agropecuário e com os avanços já alcançados na infraestrutura. Para o parlamentar, Mato Grosso conseguiu transformar os recursos arrecadados em obras concretas, como pavimentação de rodovias e estruturação de corredores logísticos, criando uma base sólida para sustentar o crescimento sem a necessidade de manter cobranças adicionais.

O fim do FETHAB 2, nesse contexto, consolida uma mudança de modelo: de um estado que dependia de fundos extraordinários para acelerar investimentos para outro que passa a operar com planejamento de longo prazo, equilíbrio fiscal e maior capacidade de atração de capital privado. O desafio, a partir de agora, será manter o ritmo de expansão da infraestrutura diante da renúncia bilionária, sem comprometer a competitividade que colocou Mato Grosso como protagonista do agronegócio nacional.

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