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Governo convoca candidatos classificados no processo seletivo do Hospital Regional de Rondonópolis

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Os convocados devem apresentar-se durante o período que vai de 20 a 24 de janeiro, no setor de Recursos Humanos da unidade hospitalar para realizar a entrega dos documentos obrigatórios

Carlos Celestino

Informações da Secom-MT

Prédio do Hospital Regional de Rondonópolis. – Foto por: Marcos Vergueiro – SECOM/MT

Prédio do Hospital Regional de Rondonópolis.

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), publicou no Diário Oficial que circula nesta segunda-feira (20.01), a convocação de mais cinco candidatos que foram classificados no processo seletivo N°001/SES/2019 do Hospital Regional de Rondonópolis (HRR).

De acordo com o documento, estão sendo convocados quatro enfermeiros e um maqueiro. O edital contendo os nomes de cada candidato pode ser encontrado neste link.

Os convocados devem apresentar-se, durante o período que vai de 20 a 24 de janeiro, no setor de recursos Humanos do Hospital, das 8h às 11h e das 13h às 17h, para a entrega dos documentos obrigatórios, conforme consta especificado no anexo I do Diário Oficial, publicado no dia 12 de março de 2019, página 46 e 47.

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Os candidatos aprovados na fase final, após a entrega de documento, estarão habilitados para iniciar suas atividades profissionais no dia 27 de janeiro. O contrato é por tempo determinado, e visa atender à necessidade emergencial de suprir profissionais na área.

Serviços

O Hospital Regional de Rondonópolis está localizado na Rua 13 de maio, número 2366, bairro Jardim Guanabara.

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Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

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JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

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Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

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