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Governo afirma que reequilibrio das contas públicas retoma a confiança da sociedade

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Obras foram retomadas e concluídas na Educação e Saúde; repasses passaram a ser feitos em dia

Laice Souza

Com informações da Secom-MT

Estradas de MT BR – Foto por: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT

 

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O Governo de Mato Grosso fez um balanço do período de janeiro de 2019 a janeiro de 2020, em relação às ações realizadas pela atual gestão.

Assista ao vídeo:

O cenário encontrado no dia primeiro de janeiro do ano passado era de centenas de obras paralisadas, dívidas equivalentes a 10 megas senas da virada (R$ 3,5 bilhões), salário do servidor público atrasado, além do não pagamento do 13º, viaturas da polícia paradas por falta de pagamento e unidades hospitalares sucateadas.

A situação financeira fez com que uma série de medidas necessárias fosse adotada para consertar o Estado. As medidas aprovadas pela Assembleia Legislativa, ainda no mês de janeiro de 2019, propiciaram que o Estado pudesse controlar o crescimento da máquina pública e reduzisse o seu custo, junto com o trabalho de toda a equipe de secretários e servidores públicos.

Como reflexo disso, foi possível retomar mais de 200 obras na infraestrutura e educação e pagar 14 folhas salariais, sendo 12 salários do ano de 2019 e duas folhas de 13º salário (2018 e 2019).

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“Em um ano são muitas conquistas, mesmo em um período em que tivemos que lutar contra o crescimento da máquina e do gasto público. Temos muito a fazer ao longo desse ano e estou muito confiante de que 2020 será um ano de grandes realizações”, afirmou o governador.

O governo também conseguiu equilibrar o pagamento com os fornecedores e prestadores de serviço, o que está facilitando a contratação dos serviços pelo preço praticado no mercado, com custos menores.

“Podemos dizer que hoje trabalhar com o Estado é confiável. O estado realmente tem planejamento e aquilo que combina com os seus fornecedores tem sido executado”, destacou Cristino Milhomem, que é empresário e fornecedor.

Nesse período de 13 meses, o Estado não recebeu o Fundo de Apoio a Exportação (FEX), de 2018 e 2019, que equivaleria a quase R$ 1 bilhão, e nenhum outro recurso extraordinário. De acordo com o governador Mauro Mendes, o que aconteceu foi gestão dos recursos públicos, muito trabalho e planejamento.

“Nós tivemos a coragem para tomar as medidas necessárias para consertar Mato Grosso. Nossa equipe de secretários e os servidores públicos trabalharam muito e todos deram sua parcela de contribuição”, ressaltou.

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No setor da saúde, segundo Mauro Mendes, os avanços já estão sendo percebidos e a saúde está começando a funcionar. Os prefeitos passaram a receber os repasses obrigatórios dentro do prazo compactuado, o que contribui diretamente para melhorar a saúde pública nos municípios.

Também foi inaugurado, após a requisição administrativa, o Hospital Estadual Santa Casa e um novo conceito de fazer saúde pública foi instalado em Mato Grosso. E esse conceito está sendo apmplicado para todo o Estado, pois o Governo já está com obras de reforma e modernização em 4 hospitais regionais (Alta Floresta, Sinop, Rondonópolis e o Metropolitano de Várzea Grande). Além disso, o Regional de Sorriso está em fase de licitação.

“Internei ontem e hoje já operei. Se eu fosse esperar como antigamente ia demorar quanto tempo? Mudou cem por cento, entendeu?”, afirmou o aposentado Domingos Sávio, que passou por um procedimento cirúrgico no Hospital Estadual Santa Casa.

 

 

 

 

 

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Risco de inflação alta não freia intenção de consumo dos cuiabanos, que registra mais um aumento em setembro

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A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) na capital mato-grossense registrou alta de 5,5% em setembro sobre o mês anterior e chegou a 73,4 pontos, patamar próximo do verificado no início do ano (73,5 pontos).

A análise do Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF-MT) sobre os dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC) destaca o percentual bem superior do registrado em setembro de 2020, quando atingia 59 pontos, uma alta de 24,4%.

A pesquisa apresentou a quarta melhora consecutiva, mantendo a série de alta que começou em maio deste ano, quando apresentava 66,3 pontos. O bom desempenho foi puxado pelas famílias que recebem até 10 salários mínimos, com alta de 5,7% na variação mensal e de 24,5% no comparativo anual.

Para o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, a situação da economia está entrando em tendência de crescimento. “Os últimos indicadores são ótimos para a economia, como pode ser observado na questão da empregabilidade, onde menos pessoas disseram estar sem emprego”, explicou. Em maio deste ano, 16,1% disseram estar desempregadas, contra 9,6% verificado neste mês na pesquisa. O levantamento foi feito com 500 pessoas na capital mato-grossense.

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Com relação aos impactos da pandemia por Covid-19, o diretor de pesquisas do IPF-MT, Maurício Munhoz, frisou que, aparentemente, a economia já não é tão influenciada pela pandemia. “Acreditamos que (a economia) voltou ao seu ritmo normal”. No entanto, Munhoz ressaltou o risco da alta inflação no país. “O bom desempenho da pesquisa pode ser afetado por uma nova ameaça: a inflação, que registrou a maior alta dos últimos 19 anos no Brasil”.

A alta mencionada pelo diretor de pesquisas refere-se ao mês de julho, que apresentou alta de 0,96% sobre o mês anterior, acumula aumento de 4,76% no ano e de 8,99% nos últimos 12 meses, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE).

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

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