Policial

Governo afirma que operação na PCE reduziu índices de criminalidade em todo Estado

Publicados

em

Um marco das ações da Segurança Pública em 2019 foi a operação Elisson Douglas, realizada na Penitenciária Central do Estado (PCE). Setores de inteligência de todas as forças policiais de Mato Grosso apontavam que a comunicação externa e consequente orientação das ações criminosas fora do cárcere por lideranças de facção criminosa era um dos grandes problemas que precisavam ser sanados.

Dentre os gargalos, estavam o desperdício de alimentação paga pelo Estado, as tomadas dentro das celas e a circulação de dinheiro em espécie. A operação visou ainda melhorar o atendimento aos advogados e defensores públicos, impedir a entrada de celulares e drogas por meio de drones, impossibilitar comunicação externa e interna entre os raios e celas, dentre outros.

Após quatro meses de operação, houve redução dos índices de criminalidade em todo Estado, especialmente os roubos que ajudam a financiar a facção criminosa, além dos golpes aplicados por meio de sites de anúncio de compra e venda, como foram apontados pelas centenas de cadernos recolhidos durante a operação iniciada no dia 12 de agosto de 2019.

Operação PCE
Créditos: Christiano Antonucci

“A gente conseguiu organizar o presídio. Estava muito bagunçado, sem liderança, precisávamos higienizar as celas, tiramos muito lixo e organizamos de acordo com a Lei de Execução Penal (LEP). Essa organização fez bem aos reeducandos e à sociedade”, destacou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

Leia Também:  MPMT repudia “PEC 5” e alerta sobre riscos à atuação funcional

Economia aos cofres públicos

A economia aos cofres públicos também foi sentida nos meses seguintes. Sem tomadas dentro das celas para ligar eletrodomésticos e celulares, a contenção média é de R$ 20 mil mensais e projeção de R$ 240 mil ao ano.

Operação PCE
Créditos: Christiano Antonucci

A nova direção da unidade percebeu que havia desperdício de alimentação servida pelo Estado. Por dia, cerca de 10 tambores de 200 litros com refeição em condições de consumo eram jogados no lixo ou doados para criadores de porcos.

Levando em conta que a empresa fornecedora recebe aproximadamente do Estado o valor de R$ 7,50 por quilo de refeição, antes da operação na PCE a média de desperdício era de R$ 4 milhões anuais.

Com as mudanças na quantidade de comida que pode ingressar na unidade, o fim dos mercadinhos paralelos das facções criminosas e o fim da circulação de dinheiro na unidade, os recuperandos passaram a consumir mais a alimentação fornecida pelo Estado. Desta forma, o desperdício caiu pela metade.

Disciplina e organização

Em agosto, durante a operação, os agentes flagraram drones sobrevoando a unidade e descendo pacotes embrulhados nas grades dos tetos dos raios 1, 2, 3, 4 e 5. Diante disso, foram instaladas telas de arame para impedir que os objetos cheguem aos reeducandos.

Leia Também:  Integrantes do Comando Vermelho que filmaram morte de taxista em Cuiabá são condenados pelo tribunal do Júri

Também foram instaladas portas em frente aos corredores principais de cada raio, bem como janelas para visualizar toda movimentação dentro dos raios.

Vistoria do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário (GMF) na Penitenciária Central do Estado
Créditos: Christiano Antonucci

Outra mudança importante foi em relação aos parlatórios. Havia um gargalo de insegurança e logística no atendimento aos advogados e defensores públicos. Nos raios 1, 2, 3 e 4 era um único parlatório e um no raio 5. Agora foi fracionado e os raios 1 e 2 estão com parlatório exclusivo e os raios 3 e 4 também. O raio 5 tem dois parlatórios. Com isso, o fluxo de reeducandos para audiências com a defesa melhorou e impede que os presos se comuniquem entre si.

Vistoria do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário (GMF) na Penitenciária Central do Estado
Créditos: Christiano Antonucci

Para que os avanços na segurança da unidade continuem, o Grupo de Intervenção Rápida (GIR) terá uma sede fixa dentro da Penitenciária Central para constante treinamento e aperfeiçoamento das técnicas de intervenção em recinto fechado, escolta, emboscada e contraemboscada e para qualificar os agentes penitenciários de outras unidades da capital.

COMENTE ABAIXO:

Policial

Jornalista é flagrada dando empurrão e socos em jovem num bar na região do Zero Quilômetro em VG na manhã desta quinta-feira

Publicados

em

Por

JB NEws

Da Redação

A jornalista Nildes de Souza presa somente nesta quarta-feira 13.10, duas vezes pela Policia Militar por descumprimentos de ordem judicial, por ter jogado cerveja no rosto de um PM na madrugada da última segunda-feira 11.10, em um bar na Praça Popular em Cuiabá, foi flagrada na manhã desta quinta-feira 14.10 em um outro  bar na região do Zero Quilômetro em Várzea Grande.
Outros vídeos foram gravados e mostra a loira totalmente fora de controle, discutido e brigando com várias pessoas no bar.
A jornalista vem tomando conta dos noticiários desde a madrugada do último da última segunda feira, por conta das confusões que vem protagonizando por onde passa.
A saga começou quando Nildes foi detida por ter jogado cerveja no rosto de um policial que estava em serviço, detida, Nildes teve sua liberdade vigiada e com várias restrições, entre elas a proibição de frequentar bares e restaurantes por seis meses, além de ter que participar do Alcoólicos anônimos (AA), a réu também está portando uma tornozeleira eletrônica.
Mesmo com as medidas, a loira foi detida por volta das 19:h em um bar, próximo ao local onde foi presa pela primeira vez na Praça Popular. Após sua soltura Nildes foi presa novamente em outro bar.
Na delegacia Nildes deu entrevista a alguns veículos de comunicação que faziam a cobertura do ocorrido. Arrependida, a jornalista dizia em sua entrevista que era pessoa de bem, e que estava sendo julgada de maneira errada pela população e pela justiça.
Nesta quinta feira 14 por volta das 08:30 da manhã a Jornalista foi vista novamente no meio de uma confusão, onde chegou até mesmo a empurrar por várias vezes um jovem que frequentava o mesmo recinto.
Na gravação é possível ouvir uma pessoas dizer que Nildes não teme nem a polícia e nem bandidos e parte pra cima de qualquer um.
Ainda não há informações se a polícia fez a prisão novamente da jornalista.

Leia Também:  Governo de Mato Grosso lança oficialmente serviço de Patrulhamento Rural

Veja o vídeo:👇

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA