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Governador Mauro Mendes rebate críticas e desafia Eduardo Bolsonaro a voltar ao Brasil para articular anistia : “Dos Estados Unidos não dá, né;” VEJA O VÍDEO

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Por Ana Paula Figupiredo

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), voltou a comentar, nesta segunda-feira (10), a troca de farpas envolvendo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A confusão começou após declarações de Eduardo sobre a condução política de Tarcísio e críticas direcionadas a aliados da direita, o que gerou uma série de reações no meio político.

Durante uma entrevista, Mendes saiu em defesa de Tarcísio e rebateu as críticas feitas por Eduardo, destacando que o parlamentar estaria “dividindo a direita” e atacando o próprio pai.

 

“Olha, ele tem que parar de ficar nos Estados Unidos falando merda, dividindo a direita. Quando ele faz tudo isso, né, ele criticou inclusive o pai dele, gente. Eu vi um áudio que circulou aí na imprensa também, que ele chama o pai de ingrato. Meu Deus, como pode chamar um filho e chamar o pai de ingrato? Se os nossos pais nos dão a vida, se cuidam de nós desde pequeno, se ele é alguma coisa hoje, se deve a Jair Messias Bolsonaro”, afirmou o governador.

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O chefe do Executivo mato-grossense ainda respondeu a provocações do deputado e afirmou estar disposto a trabalhar em conjunto na defesa de anistia para apoiadores do ex-presidente condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

 

“E ele veio fazer um desafio pra mim, né, pra fazer alguma coisa. Olha, Eduardo, o que eu fiz pelo seu pai, estou fazendo e farei é pelo bem dele e do Brasil. Se você quer vir defender a anistia e quer me ajudar, eu ajudo. Então vamos nós dois, venha pro Brasil, vou mandar 10 dias lá dentro do Congresso Nacional pedindo voto pela anistia ou pra resolver esse problema dele e de todos aqueles brasileiros que foram injustamente condenados ali”, disse.

 

Mendes enfatizou que condena os atos de vandalismo, mas considera desproporcionais as penas aplicadas a alguns condenados.

 

“Não por ter feito aquele crime de vandalismo, não por ter feito aquela invasão, que tá errado e eu sempre condenei isso. Mas não merece 17 anos de prisão, né, como alguns sofreram ali. Então estou disposto a aceitar o desafio. Vem pro Brasil, vamos andar de gabinete em gabinete no Senado, defendendo essa ideia que é sua, é minha e de muitos brasileiros. Agora aí dos Estados Unidos, meu amigo, não dá, né?”, completou.

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A declaração do governador ocorre em meio à crescente tensão dentro da base bolsonarista, que vem se dividindo em torno de pautas e estratégias políticas distintas desde o fim do governo Bolsonaro.

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Comissão aprova proposta de José Medeiros que impede crédito rural a invasores de terra

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_O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT)_

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

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Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

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