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Para o Governador Mauro Mendes “O programa Imuniza Mais MT vai dar reconhecimento aos prefeitos que mais trabalham pela vida da população”

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Mauro Mendes lançou programa Imuniza Mais MT, que visa incentivar os municípios a acelerarem a vacinação

Lucas Rodrigues | Secom-MT

O governador Mauro Mendes
Foto por: Tchélo Figueiredo – SECOM/MT

O governador Mauro Mendes afirmou que o programa Imuniza Mais MT, lançado na tarde desta quarta-feira (21.07), é uma forma de o Estado dar reconhecimento aos prefeitos que mais trabalham pela vida da população.

O programa visa melhorar a performance dos 141 municípios de Mato Grosso na vacinação contra a covid-19, Influenza e outras doenças, por meio de melhorias estruturais e premiações, que totalizam R$ 65 milhões.

“Nós vamos ranquear, não só mostrando quem foi o primeiro, o segundo e o terceiro, mas a classificação dos 141 municípios. Os três primeiros vão ganhar prêmios. Mas vamos divulgar os últimos também, que vão receber o troféu ‘seringa furada’. Acreditamos que é um estímulo à boa performance, pois ainda há municípios que estão abaixo daquilo que é o ideal, pelos dados oficiais, com 60% de performance na primeira dose. Nosso objetivo é melhorar a cobertura vacinal em todo o estado”, declarou, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes.

Os R$ 65 milhões investidos serão divididos entre premiações destinadas a municípios com bom desempenho na cobertura vacinal, reforma e construção, aquisição de veículos, câmara fria, ar-condicionado, equipamentos de refrigeração, insumos, serviços, capacitações e comunicação. Desse valor, R$ 9,8 milhões serão destinados a premiar os municípios com melhor performance.

O governador também agradeceu ao esforço de toda a equipe da Secretaria de Estado de Saúde, comandada pelo secretário Gilberto Figueiredo, para estruturar o programa.

“Queremos que os prefeitos ganhem esse prêmio para aplicar na saúde do município e também para receberem o reconhecimento de que trabalharam pela população. Se a ponta falhar, todo o esforço anterior do Governo Federal e do Governo do Estado não terá sentido. Quem vai ganhar é a população, com vacina no braço e vidas salvas”, concluiu.

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O programa

A primeira premiação somada em R$ 2.070.000 milhões ocorrerá em outubro deste ano. Inicialmente serão considerados dados das vacinas contra Influenza e Covid-19 disponibilizados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI). Concorrerão ao incentivo os municípios que alcançarem mais de 80% de cobertura vacinal contra influenza e mais de 90% de cobertura vacinal contra Covid-19.

Na premiação de outubro, vão ser consideradas para analise as primeiras e segundas doses de vacinas distribuídas até 21 de setembro para uso até 30 de setembro. A premiação será feita com base no extrato populacional dos municípios de forma que o incentivo seja proporcional ao número de habitante.

O grupo 1, municípios com menos de cinco mil habitantes, disputarão o primeiro lugar (R$60.000), segundo lugar (R$ 50.000) e terceiro lugar (R$ 40.000). Os municípios do grupo dois, de 5 mil a 10 mil habitantes, concorrerão às três categorias e serão premiados com um montante de R$ 210.000.

As cidades do grupo três, de 10 mil a 15 mil habitantes, receberão prêmios totalizados em R$ 240.000. O grupo quatro considera as cidades com 15 mil a 30 mil habitantes cuja premiação alcançara R$ 370.000

O grupo cinco avalia os municípios de 30 a 60 mil habitantes e os incentivos atingirão o montante de R$ 450.000. Os municípios com mais de 60 mil habitantes pleitearão as três colocações e um valor somado em R$ 650.000.

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Na primeira quinzena de 2022, será realizada uma avaliação referente ao desempenho dos municípios no ano de 2021. Os municípios com melhor performance, com 90% a 100% de cobertura vacinal das vacinas contra Covid-19, Influenza e outras doenças, receberão selos bronze, prata, ouro ou diamante. Para 2022, as premiações estão estimadas em um total de R$ 7.770.000 milhões.

Para ganhar o primeiro, segundo ou terceiro lugar do selo bronze e, consequentemente, um incentivo somado em R$ 710.000, os municípios precisarão atingir 95% de cobertura vacinal contra influenza e 100% de cobertura vacinal contra Covid-19.

O selo prata ira premiar o total de R$ 1.000.000 dividido entre as três categorias os municípios que alcançarem as metas do selo bronze e ainda ter uma cobertura maior que 95% das quatro vacinas que compõe a pactuação Inter federativa (poliomielite, tríplice viral, pneumocócica e penta valente).

A premiação de R$ 2.060.000 prevista no selo ouro vai ser dividida entre os municípios que conseguirem uma cobertura maior que 95% nas 10 vacinas que compõem o calendário básico de vacinação em crianças menores de 2 anos, além de cumprirem as metas dos selos anteriores.

Os municípios que cumprirem todas as metas a cima e também atingirem mais de 90% na cobertura vacinal de Tríplice bacteriana acelular adulto (DTPA) em gestantes e aumentar 20% na meta em relação ao ano anterior na vacina contra Hepatite ganhará o selo diamante e um incentivo para as três colocações somados em R$ 4 milhões.

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Em inauguração de leitos, Max Russi cobra repasse de 3 mi para Hcan e reafirma compromisso da ALMT

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O deputado explica que já fazem dois anos que o dinheiro saiu do caixa do Legislativo, por conta das economias que o órgão vem fazendo para investir na Saúde, entretanto, devido a burocracias, infelizmente não chegou até hoje ao hospital

Por Márcia Martins

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB) participou, nesta segunda-feira (02/08), da cerimônia de inauguração da Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTI) no Hospital de Câncer de Mato Grosso, com capacidade para 10 leitos infantis. Ao destacar a importância da obra, para os pacientes que na maioria das vezes têm no hospital a única oportunidade de apoio de atendimento, o parlamentar cobrou da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá agilidade na devolução dos R$ 3 milhões de reais, que o Poder Legislativo disponibilizou para a construção de mais unidades.

Max lembrou que já fazem, aproximadamente, dois anos que o dinheiro saiu do caixa da Assembleia, por conta das economias que o Parlamento vem fazendo para investir em diversas áreas, principalmente na Saúde.

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Ele disse ainda que o aporte foi para secretaria estadual de saúde, porque devido à legislação a Casa não poderia destinar o recurso diretamente para o hospital. Por fim, o Executivo teria repassado o dinheiro para Cuiabá. Entretanto, devido as burocracias, até hoje ainda não foi repassado ao hospital.

O deputado também reforçou que foram realizados todos os trâmites legais para a destinação do repasse, porém não entende porque o município não repassa. “A burocracia muitas vezes atrapalha. A Assembleia vai cobrar para saber por que o município está tendo dificuldade para repassar o dinheiro. Determinamos que esse recurso seja investido no Hospital de Câncer. É uma pequena contribuição que a Assembleia através de todos os seus deputados, faz ao hospital para que ele possa continuar mais fortalecido, salvando vidas e fazendo o trabalho de excelência que realiza diariamente”, ponderou Russi.

Para o presidente do hospital, Laudemi Moreira Nogueira, a prefeitura dar uma solução para o imbróglio, pois o benefício é fundamental para o funcionamento do hospital. Moreira avalia que a liberação desse recurso trará mais segurança no planejamento e na execução das atividades da UTI. O total do capital, segundo o gestor, são 3 milhões repassados pela Assembleia Legislativa e mais dois milhões e 400 mil, retido no Fundo Municipal de Saúde, desde dezembro de 2019.

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“Nós queremos esse recurso chegue ao hospital. Vamos continuar cobrando. Pedimos ao prefeito Emanoel Pinheiro que converse com a Secretaria Municipal de Saúde e libere essa verba. Na dúvida, que ele venha conhecer de perto as necessidades do hospital de Câncer”, cobrou o gestor do estabelecimento de saúde.

Por fim, Max Russi, parabenizou a gestão do hospital que, felizmente, mesmo sem o aporte da Assembleia conseguiu avançar e concluir a UTI. “Nós estamos inaugurando hoje, mas tem a manutenção, uma série de despesas, esperamos que o prefeito possa vencer essa etapa da burocracia e repassar o mais rápido possível esse dinheiro a unidade hospitalar. Já tiveram várias cobranças. A parte que dependia da Assembleia era a economia do recurso e o repasse e isso foi feito. Agora aguardamos o repasse”, concluiu.

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