MEIO AMBIENTE

Fórum Nacional da Base Florestal apresenta benefícios do manejo florestal sustentável na Casa Cor Brasília 2021

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O evento contou com a presença de autoridades nacionais e internacionais
POr Renata Neves

Incentivar a exportação de produtos florestais com origem no Manejo Florestal Sustentável do estado de Mato Grosso. Este foi o objetivo do evento “Living Forest” – Floresta Viva, pelo realizado Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (CIPEM), com apoio do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), no espaço Casa Cor Brasília 2021, nesta quarta-feira (24).

O presidente do FNBF, Frank Rogieri, apresentou os benefícios do manejo florestal sustentável a representantes das embaixadas dos Estados Unidos da América, México e da União Europeia e demais autoridades nacionais e internacionais presentes.

“O manejo florestal sustentável é, talvez, a maior ferramenta de preservação e conservação de de florestas que o Brasil e o mundo possuem. O manejo gera renda e também garante o uso racional dos ativos existentes na floresta, a proteção das águas, das nascentes e das espécies que lá existem”, ressaltou.

Frank lembrou ainda que a madeira é o único material utilizado em construções e fabricação de móveis que, de fato, é renovável, e frisou a importância de incentivar o seu uso.

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“Nós temos, sim, no Brasil, condições de produzir madeira de forma eficaz, sustentável e com responsabilidade social e ambiental”, reforçou.

O presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), Rafael Mason, expôs as potencialidades do setor de base florestal do estado de Mato Grosso.

A secretária de estado de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, apresentou informações sobre o processo de licenciamento e fiscalização ambiental das atividades florestais de Mato Grosso.

Por fim, o coordenador de Comércio Exterior do Ibama, Danilo Lourenço de Souza, falou sobre a rastreabilidade dos produtos florestais e a segurança na comercialização e exportação de madeira nativa.


Casa Cor – O Cipem e o FNBF participam da 29ª mostra Casa Cor Brasília 2021, que acontece de 26 de outubro a 12 de dezembro, na 904 Sul.

O projeto, denominado Wood Office Cipem, é um Home Office construído no jardim de casa. Com possui aproximadamente 50 m², a proposta foi desenvolvida e idealizada pelo arquiteto Roberto Lecomte e pela designer de interiores Sheila Beatriz e buscou aliar os conceitos de saúde, conforto e sustentabilidade ao ambiente de trabalho contemporâneo.

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A estrutura é pré-fabricada e possibilita sucessivas montagens, com mínima geração de resíduos, soluções construtivas e ventilação natural e cruzada.

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MEIO AMBIENTE

Estatuto do Pantanal recebe novas contribuições

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Projeto, apresentado pelo senador Wellington Fagundes, tramita no Senado Federal

Ampliar a proteção às nascentes dos principais rios formadores do pantanal e incluir programas que possam garantir mais competitividade e sustentabilidade às atividades econômicas hoje presentes no pantanal. Estas são algumas das propostas apresentadas, nesta segunda-feira (29), durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa para discutir o Estatuto do Pantanal, projeto que está em tramitação no Senado Federal por iniciativa do senador Wellington Fagundes (PL-MT).

Requerida pelo deputado estadual Gilberto Cattani (PSL), a audiência contou com a participação de vários setores da sociedade, principalmente de produtores rurais que atuam na pecuária de corte, uma das mais fortes atividades presentes no bioma. Eles lembram que 95% do pantanal estão hoje nas mãos de proprietários rurais que, há pelo menos três séculos, convivem com o ciclo de secas e cheias e aprenderam a preservar o bioma como forma de garantir a sustentabilidade da atividade econômica.

“Qualquer discussão sobre o pantanal não pode prescindir da participação desse setor”, defendeu o presidente do Sindicato Rural de Poconé, Raul Santos.

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O senador Wellington Fagundes, autor do projeto, explicou que vários segmentos da sociedade estão sendo ouvidos na discussão do Estatuto do Pantanal. “Desde o ano passado, pelo menos 51 instituições já participaram das discussões e outras audiências devem ser realizadas até que o projeto seja votado na Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal”.

Segundo o senador, a falta de uma legislação estadual levou a Procuradoria Geral da República a sugerir que o pantanal seja tutelado pela legislação que incide sobre a mata atlântica. “Não podemos deixar que isso aconteça. São biomas diferentes. Precisamos ter uma legislação adequada ao pantanal e quem conhece esse bioma são os que moram na região e convivem com o bioma”, disse.

O parlamentar também sugeriu a atuação da Assembleia Legislativa junto ao governo do Estado para retomada do programa Bid-Pantanal, que previa investimentos de 400 milhões de dólares. Assinado em 2001, o programa não chegou a ser executado em sua totalidade.

O deputado Cattani também confirmou a intenção da Assembleia Legislativa em contribuir com as discussões ao propor novas audiências em diferentes regiões do pantanal. “Estamos prontos. O bioma merece nossa atenção por ser um dos mais ricos em biodiversidade e estar presente em nosso território”, lembrou.

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Da assessoria

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