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Fórum Agro pede a AL novo estudo do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico

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Presidentes e representantes da Acrimat, Acrismat, Ampa, Aprosmat, Famato, Fiemt, Cipem e Aprosoja pediram empenho do legislativo na pauta

Entidades do setor produtivo, lideradas pelo Fórum Agro, pediram à Assembleia Legislativa (AL) um novo Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE-MT).  Em reunião hoje (14.04) pela manhã, representantes da FIEMT, CIPEM, Aprosoja, e Fórum apresentaram ao presidente Max Russi (PSB) um documento com pontuações sobre Zoneamento, que está em produção na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão – SEPLAG. Foi decidido ainda a criação de um grupo de trabalho com foco na produção de estudo mais detalhado acerca da proposta em trâmite administrativo no Estado.

“Após uma profunda análise, nosso objetivo é propor um novo estudo, com o cenário atual das atividades envolvidas e que seja mais coerente com a realidade de Mato Grosso”, afirmou o presidente do Fórum Agro MT, Itamar Canossa.

Além das entidades que compõem o Fórum Agro MT, a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), o Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso participaram da reunião e apoiam o pedido da realização de um novo estudo.

O presidente da Famato em exercício, Marcos da Rosa, defendeu que o projeto de Zoneamento proposto pela Secretaria Estadual de Planejamento e Gestão (Seplag-MT) está defasado e traz sério problemas socioeconômicos para Mato Grosso.

“O projeto é baseado em um estudo realizado na década de 80, uma realidade totalmente distorcida com a de hoje. Ele prevê a criação de Unidades de Conservação onde atualmente existem importantes estradas, rodovias e onde poderá passar ferrovias e novas pontes que ajudarão no escoamento da nossa produção. Além disso, cria dificuldades e problemas para as atividades de extração mineral e florestal”, avaliou.

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Segundo Marcos, a atual proposta nem deveria ser discutida. “Nosso pedido é que seja realizado um novo estudo, com uma entidade de renome nacional que possa apontar o potencial que Mato Grosso possui e corrigir as falhas na atual proposta”, pediu.

Vice-presidente da Fiemt e o Cipem, o empresário Rafael Mason, destacou que o projeto prejudica também o setor industrial e consequentemente o desenvolvimento de outras regiões do estado. “Esse projeto impacta diretamente nas áreas de manejo florestal sustentável, onde já existem quatro milhões de hectares de floresta. A proposta pode ainda travar várias regiões do estado e impedir o desenvolvimento socioeconômico dos municípios”, afirmou.

Já o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, relatou os problemas apontados pelos produtores de soja e milho. “O impacto do zoneamento nas regiões menos desenvolvidas e do interior do estado é evidente, principalmente na região leste. Esse zoneamento não atende as necessidades e fere o direito à propriedade e não podemos ser coniventes com isso”, destacou.

O presidente da ALMT, deputado Max Russi (PSB), recebeu o documento, concordou que o projeto precisa ser revisto e colocou o parlamento à disposição para discutir o tema. “É uma pauta que tem que ser debatida, não será aprovada da forma que está, até porque prejudica grande parte do setor produtivo. Nessa legislatura contamos com muitos deputados que defendem este segmento e reconhecemos a importância deste para o Estado. Estamos aqui para ajudar no que for preciso para que este projeto seja aprovado da melhor forma”, defendeu.

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A fala é endossada pelo deputado Carlos Avallone (PSDB). “Eu nunca vi um documento repudiado por toda a sociedade como este do Zoneamento, ele não atende e não agradada nenhum setor envolvido. Realmente é preciso que haja um novo estudo”, avaliou.

A deputada Janaína Riva (MDB) destacou a vontade de resolver a questão do projeto de zoneamento ainda nesta legislatura. “Acredito que hoje temos uma legislatura que abraçou a causa e que entende a necessidade de corrigir essas distorções. Ao meu ver, essa proposta atual é algo irreal e precisamos aproveitar o momento favorável para melhorar este projeto”.

Participaram da reunião os deputados, Max Russi (PSB), Janaína Riva (MDB), Carlos Avalone (PSDB), Ulysses Moraes (PSL), Delegado Claudinei (PSL), Valmir Moreto (PRB), Dilmar Dal Bosco (DEM), Gilberto Cattani (PSL), Elizeu Nascimento (DC), Allan Kardec (PDT), João Batista (PROS), Paulo Araújo (PP), Sebastião Rezende (PSC) e Dr. Eugênio (PSB).

Fórum Agro MT – Criado em 2014 com o objetivo de fomentar o desenvolvimento do agronegócio de Mato Grosso, buscando soluções para o fortalecimento e crescimento do setor. Tem como objetivo harmonizar as atividades das entidades participantes com as principais demandas do momento; fortalecer o poder de representação do setor; e estimular políticas públicas para o desenvolvimento da agropecuária.

É formado pela Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), Acrismat (Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso), Ampa (Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão), Aprosmat (Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso) e Famato (Federação de Agricultura do Estado de Mato Grosso).

Paola Carlini
Fabiana Reis
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200 vagas de emprego em Cuiabá e Várzea Grande estão abertas para seleção

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Fort Atacadista abre mais de 200 vagas em Cuiabá e Várzea Grande; seleção começa nesta terça (11)

Rede vai selecionar profissionais para a nova loja na saída para Chapada

Em ritmo de expansão em Mato Grosso, a rede Fort Atacadista, bandeira de atacarejo do Grupo Pereira, está recrutando profissionais para a nova unidade de Cuiabá que será inaugurada nos próximos meses. Ao todo, são mais de 200 vagas disponíveis para diferentes cargos. A quarta loja da rede no Estado está em fase de obras e fica na saída para Chapada dos Guimarães.

As seletivas acontecem em Cuiabá, das 8h às 12h e das 13h30 às 18h, com entrega de senhas, nos seguintes dias:
– 11, 12 e 13 de maio: Paróquia Divino Espírito Santo (Rua Jornalista Amaro de Figueiredo Falcão, 622, bairro CPA I);

– 19 e 20 de maio: Creche Rosa Mutran Maluf (Rua 22 de Novembro, bairro Jardim União) para abranger as comunidades em torno da obra.
Serão atendidas 150 pessoas por período.

Todas as vagas têm como requisito obrigatório o Ensino Médio completo com comprovação. Os interessados devem comparecer presencialmente com currículo impresso, documento com foto e utilizando máscara facial de proteção. As oportunidades se estendem para Pessoas com Deficiência (PCD).

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Vagas disponíveis:
– Conferente;
– Técnico de carnes;
– Repositor;
– Cartazista;
– Cozinheira;
– Auxiliar de cozinha;
– Auxiliar de perecíveis (açougue, congelados e hortifruti);
– Auxiliar de manutenção;
– Auxiliar de estacionamento;
– Auxiliar de prevenção;
– Operador de caixa;
– Operador de empilhadeira.

OUTRAS VAGAS

O Fort Atacadista também está com vagas de emprego abertas para cargos nas lojas já existentes em Cuiabá e Várzea Grande. As oportunidades são para as funções de operador de caixa, repositor de loja, repositor noturno, auxiliar de prevenção, promotor de cartão Vuon Card, técnico em manutenção e operador de empilhadeira noturno. As lojas também oferecem vagas para pessoas com deficiência (PCD).

Os requisitos exigidos são possuir RG/CPF, Carteira de Trabalho Digital e Ensino Médio Completo. Para a função de operador de empilhadeira noturno é preciso possuir CNH, curso de operador de empilhadeira, Trabalho em Altura (NR-35), experiência na área e disponibilidade para trabalhar no período noturno.

Pretendentes ao cargo de promotor de cartões, além do Ensino Médio completo, precisam ter disponibilidade de horário e conhecimento básico em informática. Experiência em vendas para essa função conta como diferencial.

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O processo seletivo aos interessados ocorrem todas as segundas-feiras, às 14h, nas lojas do Fort Atacadista em Cuiabá, nas Avenidas Miguel Sutil e Fernando Corrêa da Costa e, em Várzea Grande, na avenida da FEB. O candidato pode procurar a unidade mais próxima da sua residência.

Interessados nas vagas de operador de empilhadeira noturno e repositor noturno devem comparecer na loja Fort Atacadista da Miguel Sutil. Já os concorrentes à vaga de promotor de cartões devem comparecer ao Comper da Prainha, ao lado do Ginásio São Gonçalo.

O Grupo Pereira atua no varejo e atacado com as bandeiras Comper, Fort Atacadista e Bate Forte. São mais de 15 mil funcionários nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, São Paulo e no Distrito Federal.

Luciane Mildenberger
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