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Fort Atacadista e Comper estão com vagas abertas em Cuiabá e Várzea Grande

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Interessados podem comparecer toda segunda-feira, às 14h, em qualquer uma das unidades das redes

As redes Fort Atacadista e Comper, pertencentes ao Grupo Pereira, estão com vagas de emprego abertas nas lojas de Cuiabá e Várzea Grande. O processo seletivo para contratação de funcionários nas posições disponíveis acontece nas segundas-feiras, às 14h, em todas as unidades.

As oportunidades são para as funções de repositor, auxiliar de perecíveis e operador(a) de caixa. Também há vagas abertas para frentista do posto de combustível do Fort Atacadista localizado na avenida Fernando Corrêa da Costa, no Coxipó, em Cuiabá.

Interessados devem comparecer com currículo impresso e documentos pessoais, na loja mais próxima à sua residência. Em média, a equipe atende entre 20 a 25 candidatos por dia.

Os proventos incluem o salário, mais produtividade para alguns cargos, refeição no local, plano odontológico, seguro de vida e vale transporte. Para o cargo de frentista é inserido adicional e vale combustível ou transporte.

Em Cuiabá, as lojas do Fort Atacadista estão presentes nas avenidas Fernando Corrêa da Costa e Miguel Sutil e, em Várzea Grande, na avenida da FEB. A quarta loja, na saída para Chapada dos Guimarães, será inaugurada em breve.

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SERVIÇO
Processo seletivo vagas de emprego Fort Atacadista e Comper

Data: toda segunda-feira
Horário: 14h
Local: Lojas Fort Atacadista e Comper mais próximas da residência do candidato

As informações são da assessoria
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Suinocultores mato-grossenses alegam prejuízo de até R$ 180 por animal vendido

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Elevado preço do milho e do farelo de soja e o baixo valor pago pelo quilo do suíno ao produtor trazem cenário assustador para a atividade

O cenário desfavorável na relação custo de produção e valor pago pelo quilo do suíno que esperava ser revertido no fim do ano (motivado pelo período de festas) não aconteceu em Mato Grosso, e de acordo com suinocultores a situação se agravou na última semana. Segundo a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), o custo de produção no Estado está, em média R$ 6 por/quilo, enquanto o preço pago ao suinocultor está em torno de R$ 4,20/kg para fora do Estado e R$ 4,50/kg no mercado interno.

De acordo com a associação, o tradicional aumento na demanda pela proteína nas festas de fim de ano, que acaba elevando o preço pago aos produtores, foi prejudicado pela grande oferta de carne suína no mercado. “Por uma questão de especulação, o próprio suinocultor acabou ofertando muitos animais para abate, o que derrubou o preço pago e acabou piorando o cenário neste início do ano. Nas últimas cotações, com a venda de um animal de 100 kg, o prejuízo fica em torno de R$ 150 até R$ 180 por animal”, estima o presidente da Acrismat, Itamar Canossa.

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Preocupada com o cenário que se desenha na atividade para os próximos meses, a Acrismat participou de reunião online, na última sexta-feira (07.01), com presidentes de associações, gestores e suinocultores convocada pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS). Na pauta, a preocupação do setor com o elevado custo de produção e o baixo valor pago ao suinocultor pelo quilo do animal, principalmente nas praças de Mato Grosso e Santa Catarina.

“Há relatos que na região Sul, produtores preocupados com o cenário de piora nos preços, venderam sua produção aos frigoríficos com preço de até quatro reais por quilo. Isso é totalmente descabido e sem lógica. Lá, o prejuízo é ainda maior, visto que o custo de produção é ainda mais alto”, explicou Canossa.

Para debater o assunto, a Acrismat, junto com a ABCS, terá agenda com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, em Brasília, no dia 26 de janeiro. Em Mato Grosso, a associação tenta viabilizar reunião com parlamentares da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e com o Governo do Estado para expor a situação e buscar alternativas para melhorar o cenário da atividade.

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Paola Carlini

Fabiana Reis

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