EDUCAÇÃO

Formação dos gestores escolares é debatida no MEC

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O aprimoramento da gestão administrativa, financeira e pedagógica das escolas públicas de educação básica segue em pauta no Ministério da Educação (MEC). Em reunião realizada em Brasília (DF) na segunda e terça-feira, 17 e 18 de fevereiro, os coordenadores-gerais do Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação (Proditec) avaliaram resultados obtidos em curso de aperfeiçoamento. Além de debaterem melhorias nesse processo, os coordenadores ainda receberam o planejamento das ações formativas para 2025. 

Ao longo dos dois dias, os coordenadores deram retorno sobre o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares. Promovido pela Secretaria de Educação Básica (SEB), o evento reuniu representantes de oito universidades públicas federais e os responsáveis pela oferta das turmas do curso em 2024. Na ocasião, ainda foi apresentada a migração das turmas para o Ambiente Virtual de Aprendizagem do Ministério da Educação (Avamec). 

A diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação no MEC, Rita Esther Luna, destacou que a pasta tem boas expectativas em relação a esse tipo de encontro. O diálogo é fundamental para organizarmos cada vez melhor esse processo. Nada substitui a oportunidade de nos encontrarmos, discutirmos, trocarmos ideias e experiências. Esse é o grande motivo de estarmos juntos: alinhavar, de forma cada vez mais sólida, essa formação que tem se mostrado tão relevante para nossos diretores”, celebrou.   

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Proditec O Programa de Formação Continuada para Diretores Escolares e Técnicos das Secretarias de Educação desenvolve ações formativas que visam melhorar os resultados de aprendizagem dos estudantes nas diversas etapas e modalidades da educação básica. A ação é realizada em parceria com estados, municípios e instituições públicas de ensino superior. 

Entre essas iniciativas, está o Curso de Aperfeiçoamento em Mentoria de Diretores Escolares, uma formação inédita que estimula o compartilhamento de saberes e práticas voltados à solução de desafios emergentes nas escolas. Com carga horária de 210 horas e ofertado de forma virtual, o curso combina atividades síncronas e assíncronas, utilizando ferramentas tecnológicas para garantir excelência e qualidade no processo formativo. 

Uma das grandes apostas para o fortalecimento da educação básica no Brasil é a formação continuada dos diretores escolares. Reflexões sobre a atuação desses gestores e como ela impacta diretamente a qualidade do trabalho realizado nas escolas são fundamentais. Nesse cenário, o Proditec surge como um importante aliado, oferecendo formação continuada para diretores escolares e técnicos das secretarias de educação em todo o país.  

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Impacto e desafiosDados de 2023 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), autarquia vinculada ao MEC, indicam que apenas 20,8% dos diretores escolares possuem formação continuada em gestão escolar. O percentual evidencia a necessidade de expandir e fortalecer políticas públicas que promovam o aperfeiçoamento desses profissionais.  

Para o MEC, a formação de diretores escolares fortalece a gestão educacional como um todo, impactando positivamente professores, estudantes e comunidades escolares. “O curso de aperfeiçoamento reforça o compromisso com a qualidade da educação pública e com a valorização dos diretores escolares como agentes transformadores”, reforçou a diretora Rita Luna 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

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EDUCAÇÃO

MEC fará seminário sobre política de educação superior

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Com o intuito de construir diretrizes para a formulação da Política Nacional de Educação Superior (Pneds), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), promoverá o Seminário Pneds, com o tema “Educação Superior como Política de Estado: fundamentos, objetivos e compromissos institucionais”. O objetivo é escutar especialistas e a sociedade para a elaboração da política, com ênfase na diversidade, equidade e inclusão. O encontro ocorrerá na sexta-feira, 17 de abril, das 8h às 13h (horário de Brasília), no Plenário do Conselho Nacional de Educação (CNE), em Brasília (DF). 

Estão confirmadas as presenças do secretário de Educação Superior, Marcus David; da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo; da diretora de Desenvolvimento Acadêmico da Sesu, Lucia Pellanda; e do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho. A mediação será feita pelo coordenador-geral de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Araujo. 

O evento contará também com a presença de estudantes, docentes e técnicos-administrativos, gestores de instituições de educação superior, pesquisadores, especialistas, representantes de movimentos sociais, da sociedade civil e de órgãos governamentais e de participação social. O seminário integra uma série de atividades de escuta, com participação social, que estão acontecendo desde agosto de 2025, visando à formulação da política. 

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A programação conta com as palestras “Educação Superior Indígena: diversidade sociocultural e políticas educacionais” e “Povos Quilombolas e Educação Superior: reconhecimento, inclusão e justiça educacional”. Essa última discutirá a educação superior a partir do reconhecimento dos direitos dos povos quilombolas, da valorização de seus saberes tradicionais e epistemologias próprias, da necessidade de revisão curricular, incluindo disciplinas obrigatórias, metodologias inclusivas e estratégias institucionais para o enfrentamento da reprovação, evasão e abandono.  

Outra palestra será “Relações Étnico-Raciais e Educação Superior: desafios e perspectivas institucionais”. Nela, será analisada a educação das relações étnico-raciais na educação superior, com ênfase na incorporação de epistemologias negras nos currículos, na obrigatoriedade de disciplinas específicas e no enfrentamento de práticas acadêmicas excludentes que naturalizam a reprovação e aprofundam desigualdades, especialmente para estudantes cotistas e negros. 

A programação inclui, ainda, a palestra “Pessoas com Deficiência na Educação Superior: acessibilidade, inclusão e responsabilidade institucional”, que abordará a inclusão de pessoas com deficiência na educação superior, com foco na acessibilidade, revisão de práticas avaliativas, metodologias de ensino inclusivas e superação da cultura acadêmica que associa qualidade à exclusão, com responsabilização institucional pelos resultados acadêmicos e pelo sucesso estudantil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu

Fonte: Ministério da Educação

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