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Florada dos Ipês é atração em galeria de fotógrafo cuiabano

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Tendo como identidade de seus trabalhos a Florada dos Ipês, o fotógrafo Amaury Santos celebra o sucesso de sua galeria de arte homônima, localizada no Espaço La Provence, em Cuiabá, onde expõe suas fotografias com a coleção Nature, retratando uma parte de Chapada dos Guimarães, Pantanal e a Lagoa Azul, em Primavera do Leste.

De acordo com Amaury, o convite aconteceu porque seu primo Edson Canuto trabalha no espaço e, em conversa com os proprietários, contou sobre seu trabalho fotográfico. Em uma reunião de apresentação, descobriu-se que além de fotografias de qualidade, os públicos eram afins. Uma vez que, até então, no espaço não se trabalhava com artistas, surgiu a oportunidade e a parceria foi firmada.
As obras foram produzidas e a exposição foi montada. “ Estou muito feliz. É um caminho em construção, as coisas estão fluindo e tenho certeza de que tudo vai dar certo ”, explica ele.

Entre as 15 obras expostas no local, está a premiada em primeiro lugar no Brasília Photo Show, categoria agronegócio: Cavalos Pantaneiros, que retrata o dia a dia do homem pantaneiro, o peão, a lida com o cavalo, o Lago de Manso, a Lagoa Azul em Primavera do Leste, além dos Ipês. Ele também disponibiliza um catálogo com diversos temas das belezas do nosso Estado. As obras serão produzidas de acordo com o tamanho e projeto do ambiente do cliente.

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A Galeria Amaury Santos, é aberta ao público em geral. Funciona em horário comercial, de segunda a sábado e as vendas das obras são realizadas pela La Provance Decor, loja de decoração que fica no local.
“É bom saber que a minha galeria, está atraindo mais público para o espaço. Isso é um ponto muito positivo”, revela Amaury.

*Serviço*
O que: Galeria Amaury Santos
Horário: Segunda à sexta – 08h30 às 18h / Sábado – 08h30 às 17h.
Onde: Espaço La Provence – Av. Presidente Marques, 35 – Goiabeiras, Cuiabá – MT

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Fusão do jazz com rasqueado dá o tom a novo disco da Tocandira

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Fusão do jazz com rasqueado dá o tom a novo disco da Tocandira; lançamento será no dia 20

 O “Na Xá Cara” poderá ser conferido nas principais plataformas de streaming  

 Os fãs de jazz fusion têm motivo para comemorar. Na segunda-feira (20) será lançado disco com “sotaque cuiabano”, em que músicos virtuosíssimos e versáteis adicionam ao gênero, também o rasqueado, rock, MPB e até disco music.

O nome irreverente traduz o peso com que o som chega aos ouvidos de quem o escuta. “Na Xá Cara” é também resultado de pesquisas musicais e mix de técnicas apuradas.

O novo trabalho da banda Tocandira será disponibilizado nas principais plataformas de streaming, que podem ser acessadas no endereço https://linktr.ee/tocandira, a partir das 19h. Compõem o trio, o guitarrista Danilo Bareiro, o baterista Éder Uchôa e o baixista Wellington Berê.

Diretor artístico e produtor do disco, Danilo se emociona ao falar do projeto que teve incentivo da Lei Aldir Blanc, via edital da Prefeitura de Cuiabá. A produção executiva é de Vicente de Albuquerque.

“Foi um processo de produção único em nossas vidas. Diante do ‘chamado’ do edital nos lançamos a produzir músicas do zero e o resultado, para nós, foi incrível. Esse projeto se concretiza a partir do estímulo da política cultural”.

O disco tem sete faixas e renova a parceria dos músicos da banda e conta ainda com participações especiais do tecladista Igor Mariano e do saxofonista Phellyppe Sabo. Quem assina a mixagem é o áudio designer, Tchucka Jr.

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“Eu, Éder e Berê, parceiros de longa data e músicos que formam a Tocandira mergulhamos em um processo tão imersivo que por vezes alcançamos a marca de 24 horas de produção ininterrupta. Fechamos sete músicas, mas adiantamos, temos um bom material para um próximo disco”, anuncia Danilo Bareiro.

Na identidade plural do disco, ele enfatiza que a pesquisa com ritmos regionais de Éder Uchôa influenciou muito e assim, o rasqueado e o cururu se fizeram presentes. Caso, de “Jazz queira ou não”. Essa música tem a participação de Igor Mariano. “Ficou um jazz com rasqueado, com pop e até disco music”, descreve Danilo, ao falar da música mais ensolarada.

Outra música, a “32 passos para o precipício” – ideia de Éder Uchôa -, tem acordes complexos aos quais foram adicionados samplers de internet. “Ficou um monstro elaborado. Passei 12 horas compondo os arranjos e Wellington fez a melodia”, diverte-se Danilo.

“Já a Lamflex começou com uma proposta de lambadão, mas acabou que a influência do metal se sobrepôs. A propósito, a presença do metal é marcante no disco todo por causa do pedal duplo que o Éder utiliza. Já Berê se utiliza muito da técnica de slap no contrabaixo. Ele foi influenciado pelos estudos que vêm desenvolvendo”, aponta.

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“Cajueiro rei e os cajus do arco-íris”, com o sax de Phe Sabo, no que diz respeito ao local de criação, tem tudo a ver com a cultura cuiabana. Compusemos debaixo de um cajueiro. Naquele dia chovia muito e um arco-íris surgiu por detrás dele”, relembra.

“Flores de Gardênia” foi presente para Gardês, casada com Wellington Berê. “Ele saiu para busca-la porque íamos comemorar o aniversário dela e quando voltaram, a música já estava composta”.

Outra faixa, foi dedicada a Cristhiane. Ganhou o título “Shé”, apelido carinhoso dado por Danilo à esposa.

Por fim, Na Xá Cara é um híbrido de todas as influências, técnicas e gêneros que delinearam a trajetória dos três músicos. “E é principalmente, fruto de tudo que está rolando na nossa mente atualmente: tem slap, metal, rasqueado e compasso sete por quatro. Ela descende de uma música que compus quando tinha um projeto com Éder, o Jaburu”.

Danilo celebra o momento e acredita que o disco vai trazer frescor na vida de quem curte um bom jazz fusion. “Afinal, sabemos por experiência das apresentações na noite mato-grossense, da observação de nossas andanças pelo Estado, que há um público consumidor ávido por trabalhos como este”.

Lidiane Barros

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