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Fávaro assina requerimento por CPI ampla para apurar irregularidades na pandemia

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Por Glaucio Nogueira

O senador Carlos Fávaro (PSD-MT) assinou o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar irregularidades cometidas por gestores públicos no âmbito do estado de calamidade gerado pela pandemia da Covid-19. O pedido para a instalação da investigação foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e já conta com o número mínimo de assinaturas para ser instalada.

Ao apoiar a CPI, Fávaro destaca que embora entenda não ser este o melhor momento para a instalação de uma Comissão, ela precisa ser séria e técnica. “Sempre disse que o momento era para buscarmos salvar vidas. Uma vez que a CPI é inevitável neste momento, sobretudo por conta de uma decisão do ministro Luís Roberto Barroso, que ela apure então todas as suspeitas de improbidade nas três esferas, federal, estadual e municipal”.

A decisão citada por Fávaro foi proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana e determinava a instalação imediata de uma CPI para apurar eventuais omissões do Governo Federal. “Havia um grande risco de que esta CPI se tornasse um palanque, visando as eleições de 2022. Com a ampliação do escopo da apuração, vamos ter a oportunidade de um trabalho sério, técnico, pautado apenas e tão somente na busca por informações destes casos suspeitos”, pontua o senador mato-grossense.

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No requerimento apresentado, Girão ressalta que até dezembro do ano passado, ao menos 61 operações foram deflagradas pela Polícia Federal para apurar supostos crimes contra a administração pública cometidos com o intuito de desviar recursos públicos destinados ao combate à pandemia. Neste período, foram emitidos mais de mil mandados de busca e apreensão e 144 de prisão. No total, o valor dos contratos investigados é de quase R$ 2 bilhões.

Veja aqui :👇

CPI COVID ampla (1)

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Pandemia

Senado aprova projeto de Lei de autoria do senador Jayme Campos que prorroga até o final deste ano carência para pagamento do Fies

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Uma medida que deverá atender mais de 3,5 milhões de estudantes que dependem do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) foi aprovado pelo Senado da República atendendo projeto de Lei (PL 1133/2020) do senador Jayme Campos (DEM/MT) que estabelecia seis meses de suspensão no pagamento como auxilio por causa da pandemia da COVID 19 e acabou recebendo emendas no texto final que ampliou para um ano o prazo de carência aos estudantes.
O texto será encaminhado à Câmara dos Deputados.
“O projeto busca contribuir para manter os jovens matriculados no ensino superior, apesar das dificuldades financeiras que as famílias brasileiras passam por conta da pandemia do coronavírus”, defende Jayme Campos. Segundo o IBGE, 25% dos jovens entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham no país.
“Cumprimento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pela sensibilidade em pautar o projeto e agradeço aos demais colegas senadores e senadoras que foram favoráveis a esta proposta, em especial, ao relator Dario Berger, que encaminhou favoravelmente à iniciativa e conseguiu, com o acolhimento das emendas apresentadas, expandir o escopo da proposta, ampliando de seis meses para um ano o prazo de suspensão das dívidas vinculadas ao Fies”, enfatiza o senador. Assim, a suspensão de pagamentos de estudantes ao Fies fica prorrogada até dezembro de 2021.
Jayme Campos lembrou que a medida faz justiça social em tempos de dificuldades financeiras e demonstra que o Congresso Nacional está atento aos problemas da população e tem soluções que podem ser aplicadas sem que isto represente mais problemas para o Governo Federal, pois o Fies, nada mais é do que um financiamento que retorna aos cofres públicos para financiar novos estudantes e assim criar uma verdadeira legião de profissionais gabaritados e prontos para o exigente mercado de trabalho.
“Somente assegurando oportunidades de forma indistinta é que poderemos ter a certeza de o futuro da Nação estará garantido, pois um país é formado pelas pessoas que constituem sua força de trabalho e que mantém a economia pujante”, asseverou o senador.

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