Tecnologia
”Eventos como esse têm o propósito de preparar Várzea Grande para o futuro” avalia secretário Charles Caetano
Fórum Cidades Digitais e Inteligentes de MT
JB News
Da Redação
*O secretário de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Charles Caetano fala sobre importância do lançamento da cidade digital para VG e para o microempreendedor do município*
Durante lançamento das cidades digitais e inteligentes de Mato Grosso , realizada nesta quarta-feira, 08, no centro cultural da Orla em Várzea-Grande, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo, Charles Caetano Rosa, enfatizou a importância do lançamento do Fórum de Cidades Digitais Inteligentes para o município de Várzea Grande.
Ele destacou que eventos como esse têm o propósito de preparar a cidade para o futuro, principalmente no que diz respeito aos investimentos na área da tecnologia.
“Estamos trazendo eventos como esse para a cidade justamente para preparar a cidade para aquilo que será o futuro de Várzea Grande, que é o investimento na área da tecnologia”, afirmou o secretário.
Rosa ressaltou que Várzea Grande sediará o Parque Tecnológico do Estado de Mato Grosso no final do ano, e a Prefeitura é uma parceira nesse processo.
Ele enfatizou que eventos como o Fórum de Cidades Digitais Inteligentes estimulam a abertura de novas empresas na área de tecnologia, bem como a formação de novos estudantes e profissionais nesse segmento.
“Esses eventos também destacam o uso da tecnologia em favor do cidadão para os serviços públicos. A Prefeitura já oferece dezenas de serviços automatizados em seu portal, e estamos trazendo essas iniciativas para o fórum, mostrando todo o investimento que Várzea Grande tem feito na área de tecnologia”, explicou o secretário.
Charles Caetano também expressou sua satisfação com o reconhecimento internacional do prefeito Kalil Baracat e outros gestores municipais pelo investimento em tecnologia.
Enfatizou ainda que esse reconhecimento valida o compromisso de Várzea Grande em trilhar o caminho certo em direção ao desenvolvimento tecnológico e à modernização dos serviços públicos.
O secretário também ressaltou a importância dos projetos tecnológicos para os pequenos empresários do município, destacando os benefícios diretos que essas iniciativas trazem para o setor empreendedor local.
“Esse benefício é levado para os empresários de diversas formas. Vou citar alguns exemplos para você. Nós temos a empresa instantânea. Hoje você consegue abrir uma empresa apenas no portal da Prefeitura, sem custo nenhum, em apenas cinco minutos. Você vai colocar os seus dados ali”, explicou o secretário.
Ele destacou que empresas de pequeno porte, de baixo risco, conhecidas como MEIs (Microempreendedores Individuais), têm acesso facilitado à abertura de seus negócios por meio do portal da Prefeitura. Além disso, no Centro de Atendimento ao Empresário, localizado no shopping da cidade, uma equipe especializada auxilia na abertura, regularização e demais procedimentos relacionados à categoria MEI.
“Outro exemplo do uso da tecnologia em favor do empresário é o nosso convênio com o Desenvolve MT. Esse convênio permite linhas de crédito para os empreendedores. Tanto a MEI quanto o pequeno, médio e grande empresário podem, através da nossa secretaria, se cadastrar online para receber linhas de crédito.
Já alcançamos, apenas nesse período de implantação, mais de um milhão de reais em crédito captado para empresários de Várzea Grande”, complementou Charles Caetano Rosa.
Essas iniciativas demonstram o compromisso da gestão municipal em utilizar a tecnologia como aliada do desenvolvimento econômico, oferecendo suporte e oportunidades para os empreendedores locais prosperarem em seus negócios.
O lançamento da cidades digital e inteligentes faz parte do programa que comemora 157 anos de Várzea Grande.
A ação é realizada pela prefeitura do município, que apoia o investimento tecnológico.
Tecnologia
Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade
Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.
Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.
Projetos selecionados
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Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;
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Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc);
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Organização Baniwa e Koripako — Nadzoeri. Parceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);
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Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;
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Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara;
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Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.
Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.
Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.
O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.
Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades.
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