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Estudante de Odontologia é Vítima de agressão em festa e busca justiça

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Por Alisson Gonçalves

Durante uma festa realizada na noite de sábado,09, em uma propriedade rural de Nossa Senhora do Livramento, a 42 quilômetros de Cuiabá, a estudante de odontologia Jéssica Luana, 25 anos, sofreu agressões físicas e verbais por parte de três mulheres, incluindo a madrasta de seu namorado.

Segundo Jéssica, o motivo das agressões foi uma rixa criada pelas agressoras sem qualquer explicação prévia.

No meio da festa, enquanto ela e o namorado aguardavam atendimento no bar, a madrasta do rapaz passou a hostilizá-la, proferindo insultos diante dos demais convidados.

Logo em seguida, a irmã da mulher partiu para agressões físicas, desferindo tapas no rosto da estudante.

Buscando se proteger, Jéssica se dirigiu a um quarto, mas foi seguida e atacada novamente pela mãe das agressoras.

O episódio só teve fim quando uma vizinha da casa percebeu a situação e acionou a segurança do local, que precisou disparar um tiro para o alto para conter as agressoras.

Posteriormente, o casal seguiu para Cuiabá, onde registrou boletim de ocorrência na Central de Flagrantes de Várzea Grande.

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Além das agressões, Jéssica recebeu mensagens ofensivas que revelam o preconceito das agressoras, que a acusaram injustamente e a rotularam de forma pejorativa, atacando sua reputação.

A jovem, que também trabalha como Lash Designer e revendedora de roupas, usa suas redes sociais para divulgar seus serviços e estudos em odontologia.

Ela já iniciou processos judiciais contra as agressoras por lesão corporal, calúnia e difamação.

A Polícia Civil permanece investigando o caso para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

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Operação da PC mira esquema de fraude em licitação e cumpre mandados em Pontal do Araguaia e Água Boa

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Por Emerson Teixeira

Fotos: PC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Areia Movediça para desarticular um esquema de fraudes em licitação e irregularidades na execução de contrato administrativo ligado à Prefeitura de Araguaiana. A ofensiva cumpriu dez ordens judiciais nas cidades de Araguaiana, Pontal do Araguaia e Água Boa, com foco na coleta de provas contra empresários e investigados suspeitos de manipular o processo de contratação pública.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Araguaiana e apura indícios de fraude no caráter competitivo da licitação, falsidade ideológica e uso de documento falso. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar e cinco ordens de quebra de sigilo telemático, todas autorizadas pelo Juízo das Garantias da Comarca de Barra do Garças. As medidas têm como objetivo aprofundar a apuração sobre o possível direcionamento do certame e a participação de envolvidos na suposta montagem do processo.

O inquérito foi instaurado após o registro de boletim de ocorrência apontando inconsistências no procedimento licitatório. A partir da denúncia, a Polícia Civil realizou oitivas, análises documentais e diligências técnicas que, segundo os investigadores, revelaram uma série de indícios de irregularidades no Pregão Presencial nº 09/2025. O certame resultou na contratação de uma empresa para organizar um evento esportivo promovido pelo município de Araguaiana.

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De acordo com a investigação, há suspeitas de irregularidades já na fase interna da licitação, incluindo possível simulação de pesquisa de preços, uso de orçamentos sem autorização dos supostos emissores e padronização suspeita de documentos apresentados por empresas diferentes. Esses elementos, segundo a polícia, levantam a hipótese de que o processo tenha sido previamente direcionado para favorecer participantes específicos.

Outro ponto considerado grave pela investigação é a suspeita de ajuste prévio entre empresas e agentes envolvidos, além de inconsistências temporais entre a homologação da licitação e a execução do contrato. Conforme apurado, materiais e serviços previstos no objeto contratado já poderiam estar disponíveis antes mesmo da conclusão formal do processo, o que reforça a suspeita de que o resultado da concorrência teria sido previamente articulado.

A Polícia Civil também apura possível sobrepreço em itens adquiridos para o evento, como camisetas, materiais esportivos e troféus, cujos valores teriam superado os preços médios de mercado. Além disso, surgiram indícios de inconsistências na execução financeira do contrato, especialmente em relação à destinação de recursos reservados para premiações. Há divergências entre os valores anunciados e os montantes que teriam sido efetivamente pagos aos participantes.

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A operação desta quarta-feira representa mais uma etapa de um inquérito que busca esclarecer se houve uso da estrutura pública para beneficiar interesses privados em detrimento do interesse coletivo. A Polícia Civil informou que as investigações continuam, com análise do material apreendido, perícias técnicas e novas diligências para identificar todos os responsáveis e eventual responsabilização criminal dos envolvidos.

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