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Esquema de decisões judiciais envolve R$ 2 bilhões e liga lobista a assessor do STJ

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JB News

Por Alisson Gonçalves

A Polícia Federal avança em uma investigação que expõe um possível esquema de venda de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ), com epicentro na atuação do lobista Andreson de Oliveira Gonçalves, preso desde o ano passado.

Segundo relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), foram detectadas transações financeiras de natureza suspeita que somam R$ 2 bilhões, realizadas por Gonçalves e pessoas próximas.

Entre os envolvidos estão sua esposa, a advogada Mirian Ribeiro, e o advogado Roberto Zampieri, morto em 2023 em circunstâncias que levantaram suspeitas e abriram caminho para a investigação.

Os dados bancários obtidos pela PF mostram transferências de grande porte, incluindo uma de R$ 4 milhões feita por uma empresa controlada por Gonçalves para outra pertencente à esposa de um assessor do STJ, Márcio Toledo Pinto.

Este último atuou diretamente nos gabinetes das ministras Isabel Gallotti e Nancy Andrighi.

O caso veio à tona após a apreensão do telefone celular de Zampieri, que revelou comunicações e documentos que sugerem o acesso irregular a decisões e minutas internas do tribunal por parte do lobista.

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A complexidade do caso e o envolvimento de figuras ligadas ao Judiciário federal alimentam o clima de tensão e desconfiança em Brasília.

No podcast UOL Prime, o jornalista Aguirre Talento analisou os desdobramentos da apuração e destacou os valores exorbitantes que circulam no entorno do esquema.

Segundo ele, mesmo se todo o dinheiro tivesse origem legal, os montantes chamariam atenção.

A PF agora segue a trilha financeira para confirmar se há crimes como corrupção ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

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Policiais civis de MT participam do curso básico de segurança de autoridades

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Quinze policiais civis de Mato Grosso participaram do Curso Básico de Segurança de Autoridades, ministrado pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), entre os dias 13 a 17 de abril, em Cuiabá.

Com duração de cinco dias, carga horária de 40 horas, a capacitação é direcionada para a proteção de dignitários e conta com a supervisão pedagógica e certificação da Academia de Polícia Judiciária Civil (Acadepol).

Foram abordados temas como planejamento de segurança pessoal; avaliação de riscos e ameaças; rotinas seguras e prevenção; técnicas de escolta; técnicas de fuga; formação de equipe de segurança; procedimentos em eventos públicos; direção defensiva e evasiva; condução segura em situações de risco; dentre outros assuntos.

O treinamento faz parte do plano estratégico de formação continuada, visando aperfeiçoar e instruir servidores que exercem a função de assessores e condutores de viaturas dos diretores da instituição.

O principal objetivo do curso é habilitar e preparar os policiais civis para que possam acompanhar os diretores com mais técnica e de forma diferenciada de atuação profissional, proporcionando um grau maior de segurança para as autoridades.

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O Curso Básico de Segurança de Autoridades trabalha a qualificação alinhada com procedimentos empregados pela Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), a qual possui a atribuição institucional dessa atividade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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