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Esposa do prefeito Zé Carlos do Pátio e mais quatro pessoas viram réus por compra de votos na eleição de 2022

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A primeira-dama de Rondonópolis, Neuma de Moais (PSB), esposa do prefeito José Carlos do Pátio, e  Odenir Nunes de Oliveira, Iramara Inez Afonso Leite da Fonseca e Carlos Eduardo Campos Ferrera, foram denunciados e viraram réus por suposta compra de votos  nas eleições de 2022, quando ela foi candidata a deputada federal.

A decisão é da Juíza da 51ª Vara Eleitoral de Cuiabá, que considerou que há indícios fortíssimos do crime,  foi publicada nesta quarta-feira 06.03.

Outras duas pessoas fizeram acordo de não persecução penal e não foram denunciadas pelo Ministério Público, entre elas estão Jéssica Souza Silva e Caroline de Souza Oliveira.

A denúncia partiu do MP em 30 de setembro de 2022, quando ainda Neuma estava em Campanha. Foi quando a Polícia Militar prendeu em flagrante Odenir Nunes de Oliveira, por compra de votos no Bairro Colorado em Cuiabá. Com ele foram encontrados cerca de R$ 11, 3 mil reais em espécie e uma lista com nomes de mais de 30 pessoas a quem seriam feitos os pagamentos. Além de matérias de campanha da candidata.

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Segunda a Polícia Militar que registrou a ocorrência, no dia da prisão Odenir Nunes, ele já havia pago cerca de R$ 3 mil reais em boca de urna.

No dia 04 de novembro daquele ano, a Polícia Federal realizou uma operação nas cidades de Cuiabá e Rondonópolis, onde um dos alvos foi a residência do prefeito e sua esposa.

Após o flagrante, e durante as investigações, foram possíveis identificar que Odenir Nunes, contratou  Iramara, Jessica e Caroline, pelo valor de 100 reais para que elas pudessem angariar votos para a

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Max Russi denuncia “edital fechado” em licitação de OS e boicote a deputados na Secretaria de Saúde

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JB News

Presidente da ALMT revela indignação por suposto direcionamento em contratos de hospitais, cita investigação da Polícia Federal e pede intervenção imediata do governo do estado.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), denunciou a existência de editais “restritivos” desenhados, em tese, para beneficiar uma única Organização Social de Saúde (OSS), a Agir Saúde (Associação de Gestão, Inovação e Resultados em Saúde), durante fala na Sessão Ordinária nesta quarta-feira (22). E ainda citou um esquema de “porta giratória” envolvendo servidores públicos e anunciou que levará o caso ao Ministério Público Estadual (MPE).

Segundo Russi, o edital elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) foi estruturado de forma tão fechada que impossibilitou a participação de outras organizações. O resultado foi a vitória da Agir Saúde, que assumiu o Hospital Regional de Cáceres e estava prestes a vencer também a licitação do Hospital Metropolitano, em Várzea Grande.

“O edital era tão restritivo que só dava oportunidade para uma única empresa ser sagrada vencedora. Ela ganhou em Cáceres, de onde só recebo reclamações do serviço, e quase ganhou no Metropolitano, processo que acabou suspenso após intervenção do Tribunal de Contas”, afirmou o deputado. Russi destacou que a mesma empresa é alvo de operações da Polícia Federal em outros estados por desvio de dinheiro público.

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Outro ponto crítico da fala de Russi envolve um suposto conflito de interesses. O deputado, endossado pelo colega Valmir Moretto (Republicanos), denunciou que um servidor público que participou da modelagem do processo licitatório das OSs deixou o cargo no Estado para assumir uma função de alto escalão na própria empresa vencedora, com um dos maiores salários da organização.

“É no mínimo suspeito. O cidadão conduz a contratação, participa da modelagem e, após a empresa ganhar um contrato de R$ 200 milhões por ano, ele é contratado por ela. Vou encaminhar essa denúncia ao Ministério Público para que seja averiguada a conduta deste servidor”, declarou o presidente da ALMT.

APARELHAMENTO E “BOICOTE” AOS DEPUTADOS

Russi também expôs uma grave denúncia de aparelhamento político na Secretaria de Saúde. Segundo ele, há orientações internas na pasta para que demandas levadas por deputados não sejam atendidas.

“O deputado não leva demanda própria, leva o desespero de uma mãe que precisa de uma UTI. A ordem lá dentro é: ‘se for de deputado, não é para atender’. Isso é desumano. Queremos que a saúde funcione sem precisar de ninguém, mas enquanto falhar, não vamos nos calar diante do desespero da população”, desabafou.

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O presidente da ALMT ainda pediu ao presidente da CPI da Saúde, deputado estadual Wilson Santos (PSD) para que os organizadores da licitação sejam ouvidos na CPI da Saúde. Além do requerimento de informações, incluindo a lista de todos os cargos de confiança na SES-MT e quem são os responsáveis pelas indicações. E também fez um pedido direto ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), para que tome providências contra o aparelhamento político.

 

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