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Escola do Legislativo reabre matrículas para MBA em Formação Políticas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Escola do Legislativo de Mato Grosso (ELMT) vai dar início, em junho, ao MBA de Formação Políticas. Neste momento as aulas serão realizadas na modalidade virtual até que seja seguro o retorno das aulas presenciais. As matrículas para o curso de pós-graduação estão abertas e podem ser feitas pelo telefone (65) 9 9908-1120.

O curso de Formação Política foi lançado antes de pandemia, mas ficou suspenso devido aos riscos de contaminação e agora será retomado de forma on line. Estão previstos 15 módulos, sendo um por mês, totalizando 450 horas aula. Depois os alunos terão um prazo de seis meses para entregar a monografia.

De acordo com o coordenador de pós-graduação da Escola do Legislativo, Lúcio Bezerra, havia expectativa de retorno das aulas presenciais, mas com o prolongamento da pandemia os alunos já inscritos solicitaram que o curso fosse iniciado o virtualmente. “Nossa intenção é que as aulas presenciais sejam retomadas assim que possível, mas até lá vamos iniciar o processo on line”. As aulas presenciais acontecerão uma vez por mês, sempre no sábado e domingo.

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Como a turma não está completa, as matrículas foram reabertas e estão com desconto de 50%. “A matrícula custa R$ 200 e a mensalidade, enquanto as aulas forem virtuais, será de R$ 180. Quando os módulos presenciais tiverem início o valor será reajustado para R$ 240, valor com desconto de 40%”.

A grade curricular prevê disciplinas como História e Teoria Política no Brasil e no Mundo, Sistemas e Formas de Governo, Constituição dos Poderes e Relação entre os Poderes Públicos, Políticas Públicas e Setoriais, Partidos e Tendências Políticas, Ética e Política, Marketing, entre outros temas.

O curso poder ser feito por pessoas que tenham ensino superior completo em qualquer área do conhecimento e o certificado é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC). 

Fonte: ALMT

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Audiência pública debate medidas para prevenção de nova catástrofe anunciada

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Foto: Helder Faria

“Faltou planejamento. Se os órgãos responsáveis dos governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul observassem o monitoramento pluviométrico na região pantaneira e a ocorrência cíclica de grandes cheias ou grandes secas, a catástrofe ambiental do ano passado poderia ter sido prevista e até evitada, ou pelo menos minimizada”, sentenciou o deputado Lúdio Cabral (PT) durante a audiência pública realizada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na manhã de terça-feira (17) para debater as medidas de prevenção e combate a incêndios no Pantanal. 

A audiência havia sido requerida pelo deputado petista e foi por ele conduzida, com a presença do presidente da Comissão de Meio Ambiente da Casa, deputado Carlos Avallone (PSDB) – também compareceram os deputados Valmir Moretto (PRB) e Eduardo Botelho (DEM), que logo se ausentaram em razão de outros compromissos parlamentares. Presente ainda a deputada federal Rosa Neide (PT). 

Por videoconferência, participaram representantes de diversas instituições governamentais – entre universidades, Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil Ministério Público Estadual e órgãos ambientais do Estado e União -, organizações de defesa ambiental de Mato Grosso e do vizinho estado do Sul, além de populações pantaneiras tradicionais. 

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BRIGADAS E AVIÕES 

O titular da Diretoria Operacional do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBM/MT), coronel Agnaldo Pereira de Souza destacou a instalação de dois pelotões da corporação em pontos estratégicos – Poconé e Santo Antônio de Leverger, este último preparado para operações com aeronaves. O militar também elencou as ações educativas em parceria com as comunidades locais e o treinamento de 400 brigadistas nativos da região pantaneira. 

O coordenador da Defesa Civil, coronel César Vieira de Brum anunciou licitação da Casa Civil para a contratação de 700 horas de voo de aeronaves de pulverização agrícola para caso de emergências ambientais, ao custo de R$ 9 milhões. Também assinalou a instalação de uma unidade da Defesa Civil na localidade de São Pedro de Joselândia, no município de Barão de Melgaço. 

ALERTA 

Participaram também da audiência a professora Solange Ikeda, integrante do Programa de Ciências Ambientais da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), assim como o professor Rodrigo Marques, do departamento de Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). 

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Marques fez um alerta preocupante, com base em números do Instituto Nacional de Meteorologia e análise dos índices pluviométricos na região pantaneira nos últimos dez anos. Observou que a seca avassaladora de 2020 foi provocada pelo deslocamento de correntes de ar frio mais para o sul – não houve a ‘quebra’ do anticiclone que atua neste período sobre o centro-oeste brasileiro e sopra o ar seco para baixo, impedindo a formação de nuvens chuvosas. 

Caso o fenômeno volte a ocorrer neste ano, o risco de catástrofe ambiental é considerável – incêndios florestais à parte. Isso porque depois da tragédia de um ano atrás a seca promete ser pior em 2021 – de janeiro a junho choveu apenas metade do volume esperado para o chamado ‘período das águas’.  

Em outras palavras: o Pantanal chega à seca ainda sem ter sequer refeito parte da cicatriz ambiental passada, já esgotado e com pouca água. 

Fonte: ALMT

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