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“Elas vinham a cerca de 180 km/h”, relata testemunha sobre capotamento e morte de duas mulheres na MT-449

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Ana Paula Figueiredo

Foto Art: Emerson Teixeira JB News

 

Capotamento de caminhonete deixa três pessoas em estado gravíssimo em Lucas do Rio Verde

Três pessoas ficaram em estado gravíssimo após um grave acidente envolvendo uma caminhonete branca na manhã deste domingo (18), na MT-449, em Lucas do Rio Verde.

Segundo informações do motorista disse que o veículo era conduzido por uma mulher e seguia em altíssima velocidade, estimada em aproximadamente 180 km/h, quando a condutora teria feito uma manobra repentina, perdendo o controle da direção. A caminhonete rodou sobre a pista, saiu do trajeto e capotou.

O condutor que trafegava logo atrás parou para prestar socorro e ajudou a retirar as vítimas do interior do veículo até a chegada das equipes de emergência.

Equipes de resgate foram acionadas e realizaram o atendimento no local. De acordo com as primeiras informações, os três ocupantes foram encaminhados em estado gravíssimo para unidades de saúde.

Duas delas vieram a óbito ambas foram identificadas como Jaine Alves dos Santos, de 33 anos, e Danyelle Azevedo da Cruz, de 30 anos

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As causas do acidente e a velocidade real do veículo ainda serão apuradas pelas autoridades responsáveis.

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Usava tornozeleira: Identificado homem de 46 anos que morreu após “salve” de facção no Jardim Leblon em Cuiabá

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Cuiabá: homem de 46 anos morre após “salve” de facção no Jardim Leblon; polícia investiga espancamento brutal

Na noite da última sexta-feira (23), a capital mato-grossense foi palco de um crime que chocou moradores do bairro Jardim Leblon e mobilizou as forças de segurança pública. Fábio Rodrigo dos Santos de Castro, de 46 anos, foi encontrado gravemente ferido após uma sessão de tortura e espancamento atribuída, segundo investigadores, a integrantes do Comando Vermelho (CV).

De acordo com o boletim policial e informações oficiais, Fábio foi levado por terceiros à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Leblon, já sem pulso e com diversos ferimentos pelo corpo. Ele usava tornozeleira eletrônica — equipamento que possibilitou sua identificação no local — mas não resistiu aos ferimentos e foi declarado morto pouco depois de dar entrada na unidade de saúde. 

A Polícia Civil foi chamada ao local para providenciar a liberação do corpo e iniciar as investigações sobre o caso. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado ou preso, e as circunstâncias exatas que levaram ao ataque ainda são objeto de diligências. As autoridades trabalham para afirmar se o episódio foi motivado por disputas internas de facção, acerto de contas ou outros fatores relacionados ao crime organizado em Cuiabá. 

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O crime teria ocorrido em um contexto que familiares e vizinhos descreveram como uma possível “sessão de castigo” ou “salve” — expressão utilizada por criminosos para punir supostas transgressões dentro da dinâmica de facção. Esses castigos, segundo especialistas e relatórios de segurança pública, podem envolver violência extrema e atos de tortura, utilizados como forma de impor medo e controle em território urbano. 

Apesar de Fábio ter sido identificado como ex-presidiário e estava sob monitoramento eletrônico, não há na divulgação policial até o momento detalhes públicos sobre os crimes que ele teria cometido para cumprir pena ou estar com tornozeleira. Informações sobre o histórico criminal específico dele ainda não foram oficializadas pelas autoridades — algo comum em casos em que a investigação está em andamento e a divulgação de dados depende da tramitação legal e de decisões judiciais. 

A ocorrência chamou atenção também pelo uso da tornozeleira eletrônica, dispositivo que permite o monitoramento de pessoas em liberdade provisória ou regime semiaberto, e que facilitou a identificação imediata da vítima no ambiente hospitalar. 

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Até agora, a Polícia Civil informou que segue com a apuração da autoria e das circunstâncias que envolveram a morte de Fábio Rodrigo dos Santos de Castro. As investigações buscam, entre outras linhas, identificar quem aplicou a tortura e os espancamentos, bem como o que motivou o que está sendo tratado como homicídio doloso — quando há intenção de matar. 

O episódio reacende o debate sobre a atuação de facções criminosas em áreas urbanas e a eficácia das medidas de controle e inteligência policial na prevenção de crimes de violência extrema. As autoridades também analisam imagens, relatos de testemunhas e possíveis ligações com outras ocorrências registradas na região para compreender plenamente o contexto em que o ataque se deu. 

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