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Dois suspeitos morrem durante Operação contra crime Organizado em Cuiabá

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*Alvos da Gaeco*

 

Na manhã desta quinta-feira,20, uma operação policial realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) resultou na morte de dois suspeitos que tentaram resistir à prisão.

A ação aconteceu em distribuidoras de água localizadas nos bairros Nova Conquista e Jardim União, na capital mato-grossense.

Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiram.

Os alvos que foram a óbito foram identificados como Fabio Junior Batista Pires, vulgo Farrame. Faccionado CV. Já foi alvo de outra operação do Gaeco.
O outro chama-se Gilmar Machado da Costa.

Batizada de Operação Acqua Ilícita, a ofensiva policial busca desarticular um esquema de extorsão e lavagem de dinheiro envolvendo uma facção criminosa.

Segundo as investigações, os criminosos impunham preços abusivos aos comerciantes do setor de água mineral, forçando-os a colaborar com atividades ilícitas sob ameaças constantes.

Com um total de 60 mandados de busca e apreensão, além de 12 ordens de prisão e bloqueio de bens, a operação está em andamento em várias cidades, incluindo Várzea Grande, Nobres e Sinop.

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Entre os bens apreendidos, estão 33 veículos utilizados pelos suspeitos.

As autoridades destacam que a facção criminosa vinha expandindo seu domínio e pressionando empresários do setor para obter lucro através de meios ilegais.

A investigação revelou que comerciantes eram obrigados a pagar valores elevados para continuarem operando sem represálias.

A polícia segue com diligências e reforça a importância de denúncias anônimas para combater o crime organizado no estado.

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“Brutalidade evidencia periculosidade”, decide juiz ao manter preso acusado de matar ex com tiro no peito em propriedade rural na divisa de MT

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JB News

por Nayara Cristina

O assassinato da empresária Lidiane de Fátima Vilela, de 44 anos, ocorreu dentro de uma propriedade rural isolada no município de Baliza, na divisa com Mato Grosso, cenário que pesou diretamente na decisão da Justiça mato-grossense ao decretar a prisão preventiva do ex-companheiro, Rogério Henrique Cavalcante dos Santos. O crime foi registrado no sábado (18), e o suspeito acabou localizado poucas horas depois em Torixoréu, após fugir do local.

Segundo a investigação, a vítima foi baleada na região do peito dentro da fazenda, uma área afastada, sem presença de testemunhas próximas, o que reforça a gravidade da ocorrência. Após o disparo, o acusado deixou a propriedade rural e cruzou a divisa entre os estados de Goiás e Mato Grosso, sendo detido posteriormente.

Na audiência de custódia realizada no domingo (19), em Barra do Garças, o juiz Michell Lotfi Rocha da Silva decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva. Ao justificar a medida, ele destacou: “tal brutalidade, somada ao fato de o crime ter sido cometido em uma propriedade rural isolada, evidencia a periculosidade social do agente”.

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O magistrado também apontou que a fuga logo após o homicídio, com a travessia entre estados, demonstra tentativa de evitar a responsabilização penal, o que reforça a necessidade da prisão. Além disso, levou em consideração o histórico do investigado, que já possui registro envolvendo arma de fogo.

Na avaliação do juiz, a soma desses fatores — violência do crime, local isolado, evasão após o fato e possível reincidência — sustenta a manutenção da prisão para garantia da ordem pública e da aplicação da lei.

Com a decisão, foi determinada a comunicação ao Judiciário de Goiás, estado onde o crime ocorreu, para os procedimentos legais de transferência do acusado. O caso segue sendo investigado como feminicídio.

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