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Dias da árvore e limpeza têm distribuição de mudas, plantio e mutirão

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No dia 14, no período matutino, haverá mutirão de limpeza na área de Preservação Permanente (APP) na região da Passagem da Conceição

Os dias mundiais da Limpeza e da Árvore, festejados em 19 e 21 de setembro, respectivamente, serão comemorados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Sustentável de Várzea Grande. Fazem parte do calendário, entre os dias 14 e 21 deste mês, ações de limpeza, plantio de árvores e distribuição de mudas.

Segundo a secretária responsável, Helen Farias, o Dia Mundial da Limpeza é um momento para a população refletir sobre o consumo e as consequências causadas por ele como o descarte incorreto de resíduos. “Iniciaremos os trabalhos dia 14, no período matutino, fazendo a limpeza de uma Área de Preservação Permanente (APP) na região da Passagem da Conceição. Uma ação simbólica para que as pessoas pensem nos resíduos que geramos, onde descartamos, bem como a destinação correta desses resíduos. É importante que cada cidadão contribua com a limpeza de suas cidades, bairros e demais áreas públicas”, explica.

A secretária lembra que a localidade da Passagem da Conceição fica localizada às margens do rio Cuiabá, local que atrai banhistas. “Também estaremos com a limpeza preservando a integridade do rio e buscando despertar a consciência desses banhistas que descartam resíduos e rejeitos ao longo da APP do rio Cuiabá”.

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Nos dias 17 e 18, ao menos 100 mudas de plantas nativas serão plantadas nas Escolas Municipais (EMEBs) “Benedito Abraão Nassardem” no bairro Formigueiro, “Marilce Benedita de Arruda” no centro, “Antônio Joaquim de Arruda”, no Cristo Rei; no Centro de Educação Infantil (CMEI) no centro da cidade; e, no Centro de Referência em Assistência Social (Cras) do bairro Santa Maria.

“Por causa da pandemia do novo coronavírus e das determinações das autoridades para o distanciamento social, neste ano, o plantio dessas mudas será feito internamente pela comunidade escolar. Inclusive as próprias escolas fizeram a solicitação das mudas e algumas trabalharão esse plantio como atividade educacional remota com seus alunos sobre o Dia da Árvore”, salientou Helen.

Já no dia 21 de setembro – Dia Mundial da Árvore – a secretaria realizará a entrega gratuita de 200 mudas nativas, a exemplo de ipês e patas de vaca. A distribuição ocorrerá em sistema de drive thru em frente ao Várzea Grande Shopping a partir das 8h30. “Ao entregar as mudas orientaremos sobre o plantio e sobre as datas comemoradas. O objetivo além de incentivar o plantio das mudas é de despertar e conscientizar a população quanto aos benefícios das árvores, arborizar a cidade, melhorar a qualidade de vida das pessoas com novas áreas verdes além de imputar o cuidado e o respeito à natureza”, lembra a secretária.

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Helen Farias lembra que as ações contam com o apoio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) com a doação de mudas; da Secretaria de Serviços Públicos na ação de limpeza da área de APP que disponibilizará pessoas, caminhão para a coleta dos resíduos, luvas, bags, sacos de lixo, álcool em gel e água potável; além da Guarda Municipal de Várzea Grande organizando o trânsito na distribuição de mudas à sociedade.

“Mesmo em meio à pandemia estaremos cuidando do meio ambiente, trabalhando a consciência das pessoas e das crianças, sem aglomerações, e mantendo o mesmo espírito de dever a ser cumprido com o nosso planeta”, completa.

Por: Rafaela Maximiano 

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Registro de 99 espécies entre Cerrado e Pantanal ajuda cientistas a analisarem futuro dos biomas

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JB News

O mapeamento de espécies tem papel fundamental para orientar ações de conservação e preservação da fauna. Para acompanhar os impactos das mudanças climáticas e os efeitos causados pelo homem, pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP) e da Universidade Federal de Mato Grosso registraram 99 espécies do Cerrado e do Pantanal, entre elas, 36 espécies de anfíbios. A pesquisa foi feita no Parque Sesc Serra Azul, em Mato Grosso (MT), no decorrer de 11 meses.

Leia o estudo sobre a diversidade de anfíbios e répteis do Parque Sesc Serra Azul (inglês)

Para o biólogo e pesquisador do INPP Leonardo Moreira, a partir desse estudo será possível criar uma linha base para identificar mudanças a longo prazo, como a diminuição ou o desaparecimento de espécies mais sensíveis ou a expansão de outras em ambientes mais alterados. O especialista, que é um dos autores do levantamento, destaca que muitas dessas alterações não acontecem isoladamente. “É necessário um conjunto de fatores, como clima, expansão agrícola e mineração para que isso ocorra”, pontua.

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Segundo Moreira, a transformação das áreas naturais afeta o regime hídrico. O excesso de água na estação das chuvas no Cerrado abastece a planície pantaneira. Porém, o uso indevido das áreas úmidas, como o abastecimento, a irrigação e a indústria, interfere no armazenamento de água no Pantanal. Isso impacta diretamente nas áreas fundamentais para a reprodução de anfíbios.

O estudo contou com a participação de colaboradores locais do parque. Os pesquisadores passaram instruções sobre como fotografar e registrar os animais e as informações que eles precisavam enviar com os registros. Quinze voluntários participaram e ajudaram a registrar 38 espécies de répteis.

A participação das pessoas que vivem ou trabalham na região pode fazer uma diferença enorme para a ciência. O grupo de pesquisadores registrou 36 espécies de anfíbios (entre sapos, rãs e pererecas) e 63 répteis (incluindo cobras, lagartos, jabutis, cágados e jacarés). Desse total, 11 não teriam sido encontrados pela equipe de pesquisadores sem a participação da população.

O crescimento de infraestruturas, como estradas e áreas urbanas, tem uma série de efeitos negativos sobre a fauna, juntando-se aos desafios impostos pela mudança do clima em andamento. Algumas espécies tendem a ser mais dependentes de condições específicas e assim acabam sendo mais vulneráveis a mudanças no ambiente. Entender como esses animais estão lidando com o efeito dos conjuntos de tanta transformação é essencial para uma melhor ação de preservação.

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As informações Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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