Internacional

Deputado pede apoio do Itamaraty após deportação de pastores  de Angola

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O deputado federal José Medeiros (Podemos) e membros da Frente Parlamentar Evangélica estiveram reunidos com o comando do Itamaraty, nesta segunda-feira (17), para discutir o conflito envolvendo a expulsão arbitrária de pastores da Igreja Universal do Reino de Deus de Angola. Na semana passada, missionários da Universal foram deportados em decorrência de conflitos internos pelo comando da igreja no país angolano. Além da deportação de 34 brasileiros, no último dia 11 de maio, o governo angolano determinou o fechamento de templos da igreja no país.

Na reunião, o ministro das Relações Exteriores, Carlos França, informou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fará contato com o presidente de Angola, João Lourenço, para solicitar que representantes da igreja no Brasil e parlamentares da Bancada Evangélica sejam recebidos pelo governo angolano. “Além da intervenção pessoal do presidente, o Ministério das Relações Exteriores também está tratando do assunto junto com a Embaixada de Angola. Precisamos agir para que essa crise não prejudique a boa relação que o Brasil tem com Angola. Tenho convicção que o governo angolano não compactua com a perseguição religiosa e nem com a violação ao direito de liberdade religiosa”, comenta Medeiros.

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Membros da Igreja Universal afirmam que os missionários, que atuavam há décadas em Angola, foram deportados de forma indevida e desrespeitando os princípios do devido processo legal, inclusive a ampla defesa.

Em junho do ano passado, o presidente Bolsonaro enviou uma carta ao presidente angolano externando preocupação com os episódios de invasões a templos e outras instalações da Igreja Universal do Reino de Deus. “Registram-se, ainda, relatos de agressões a membros da Universal, que, em certos casos, teriam sido expulsos das suas residências”, escreveu Bolsonaro.

 

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Economia

Alexandre Furlan é reeleito para representar América Latina na OIT

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O empresário Alexandre Furlan, que é delegado da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi reeleito nesta terça-feira (02.06), vice-Presidente para a América Latina da Organização Internacional dos Empregadores (OIE). A OIE representa os empregadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o único organismo tripartite das Nações Unidas, formado por representantes de governos, empregadores e trabalhadores.
Alexandre Furlan representa a CNI junto à OIT desde 2010, em nome dos empregadores brasileiros. Ele destaca que os principais objetivos dessa participação incluem a defesa da legislação e das políticas trabalhistas do Brasil e a modernização da doutrina e das normas internacionais do trabalho, além da liderança na representação empresarial brasileira e latino-americana.
Na semana passada, a atuação dessa representação garantiu a retirada do Brasil da chamada ‘lista curta’ de países suspeitos de violação a tratados internacionais, elaborada anualmente para subsidiar as discussões na Conferência Internacional do Trabalho. A Conferência será realizada de 03 a 19 de junho, pela primeira vez de forma remota.
O Brasil havia sido incluído na lista em 2018, permanecendo por dois anos seguidos. Neste ano, chegou a figurar na chamada ‘lista longa’, formada por 40 países e analisada antes da Conferência. Durante a avaliação da lista longa, a defesa feita pela representação brasileira foi vitoriosa, ao evidenciar que a sobreposição do acordado sobre o legislado nas relações de trabalho brasileiras valoriza as negociações.
Para Furlan, a exclusão do Brasil da lista curta foi uma vitória por respaldar a reforma trabalhista de 2017, uma vez que os questionamentos ainda eram sobre pontos da reforma que já estão sacramentados e incorporados ao sistema jurídico brasileiro. “Conseguimos deixar de lado uma ideologização relacionada ao Brasil na OIT, com uma defesa técnica. Isso é muito importante para que não tenhamos o nosso nome maculado por algo que não fizemos. O Brasil tem sido exemplo para o mundo nas relações de trabalho e é assim que queremos continuar”, comenta.
Catarinense radicado em Mato Grosso desde 1987, o empresário considera a participação na OIT como uma representação também do Estado. “Não deixa de ser uma voz em defesa de Mato Grosso na organização, e sinto muito orgulho disso”, comenta.
A nova presidente da OIE é Michele Parmelee, dos Estados Unidos. O mandato é de três anos. Os demais vice-presidentes nomeados são Hiroyuki Matsui (Japón) para a Ásia-Pacífico, Blaise Matthey (Suíça) para a Europa e Ásia Central, Jacqueline Mugo (Quênia) para África e Peter Robinson (Estados Unidos) para a América do Norte.

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Biografia

Alexandre Herculano de Souza Furlan, 60 anos, é catarinense, empresário e presidente do Conselho de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e vice-presidente para a América Latina da Organização Internacional dos Empregadores (OIE). Atua como representante da CNI na Organização Internacional do Trabalho (OIT) desde 2010, pela bancada dos empregadores. Foi membro do Conselho de Administração da OIT no biênio 2017 a 2019. Formado pela PUC-RS em direito e pela UFMT em administração de empresas, atuou como secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia do Estado do Mato Grosso (SICME), foi integrante do Conselho Estadual do Trabalho e juiz classista de 2º Grau (desembargador) do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região-MT.

Redação com informações da FIEMT

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