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Deputado Nelson Barbudo diz que Bolsonaro não recuou e que Michel Temer faz parte de um pacto que está sendo construído e que no momento certo o povo irá saber

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Por Jota de Sá

 

O deputado Federal Nelson Barbudo (PSL), tentou minimizar a recuada do presidente Jair Messias Bolsonaro sobre os protestos gerados no Brasil, e gravou um vídeo na manhã desta sexta-feira 10.09, onde postou em suas redes sociais, dizendo os motivos pelo qual o presidente recuou e convocou o ex-presidente Michel Temer para ajudar a reduzir o impacto e o desgaste criado pelos protestos.

Segundo Barbudo Bolsonaro não recuou do seus ideais, e que existe um pacto já sendo feito com o ex-presidente Michel Temer (MDB), para dar um norte ao Brasil.

Segundo Barbudo o pacto que vem sendo feito por traz dos bastidores, que tem o ex-presidente na condução, e que isso tudo faz parte de um jogo. E pediu calma aos Bolsonaristas.

Disse também que isso tudo faz parte de um plano maior, e que em um outro momento irá explicar para a população e para os seus seguidores. Para Barbudo   nem tudo foi perdido, e que Bolsonaro está brigando por uma causa, e que não é hora e nem é momento de desespero, e que, a quebra da democracia só serviria para esquerda usar o caos a seu favor.

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“Bolsonaro luta sozinho contra um sistema, e que somente o povo pode dar apoio a ele para continuar a fazendo o bem, para o povo e pela pátria, que a esquerda é maquiavélica e quer derrubar o presidente, e convocou os bolsanarista a refletir sobre o momento. E que as coisas serão todas esclarecidas no momento certo, e quem um capitão não recua. Pediu mais um mandato para resolver os problemas do Brasil, além de afirmar que o presidente não é culpado pela alta do petróleo.

Em entrevista ao Canal de Notícias CNN, o ex-presidente Michel Temer confirmou ter escrito o discurso de paz de Jair Bolsonaro, e descartou um novo embate público entre o presidente e o STF.

Veja o vídeo 👇

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MPE pede mais 6 meses de afastamento de Emanuel Pinheiro da Prefeitura de Cuiabá

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JB News

Por Jota de Sá

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afastado por liminar da justiça, nem se quer teve tempo de ingressar com um pedido na corte superior para avaliar seu retorno ao comando da prefeitura e já sofreu mais um pedido de afastamento, dessa vez por conta do Ministério Público Estadual (MPE).

Fora das funções desde a última terça-feira 19.10, após a operação Capistrum, que apura ilícitos na Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, a pedido da NACO Criminal.

O segundo pedido foi apresentado por improbidade administrativa na esfera cível, onde Pinheiro é acusado de obstruir as investigações do grupo especial de combate ao crime organizado (GAECO), quando investigava desvios de recursos na secretaria municipal de saúde da capital.

A ação impetrada pedindo um novo afastamento de seis meses do prefeito foi assinada pela 9ª Promotoria de justiça Cível e da Defesa do Patrimônio Público e Probidade Administrativa.

Segundo a promotoria, “Não foi possível dar continuidade às investigações que apura ilícitos na pasta, por conta da determinação de Emanuel Pinheiro, que proibiu a administração de passar qualquer documentação ou informação aos oficiais.

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Alegou também que Pinheiro praticou improbidade por conta de uma determinação do Tribunal de Contas (TCE), que desde 2018 exige concurso público para as funções da área da saúde para diminuir as contratações. O MP afirma que as contratações vem causando prejuízos ao erário.

Afirma também que o prefeito já foi alvo de oito operações policiais, onde 7 secretários já foram afastados por conta dos atos ilícitos na pasta. Além de existir uma gravação que mostra o prefeito, quando ainda era deputado recebendo dinheiro de propina e guardando no paletó.

Na tese O MP sustenta que exige o afastamento por mais seis meses do prefeito par que as investigações possam prosseguir, e ressalta que as contratações irregulares, teriam cunho político e com pagamento indevido do chamado ‘Prêmio Saúde’, para obter apoio dos vereadores, ou apoio político na sua gestão.

No ato do afastamento do prefeito , o Tribunal de Justiça de MT (TJ-MT) determinou o bloqueio de 16 milhões de reais dos acusados, e a prisão do chefe do gabinete do prefeito, Antonio Neto.

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