Política Estadual

Deputado defende auxílio para compra de medicamentos aos agentes da segurança pública de MT

Publicados

em


O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), durante a 1° reunião extraordinária da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, nesta última terça-feira (20), informou sobre o encaminhamento de ofício à Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp) que aponta a necessidade no fornecimento de auxílio para a compra de medicamentos aos profissionais da segurança pública contaminados pela Covid-19, principalmente por serem linha de frente, sem interrupção na prestação de serviço à sociedade, desde o início da pandemia.

O parlamentar frisa que recebe com frequência pedidos de servidores ou familiares que precisam de ajuda com medicações e outras necessidades relacionadas ao tratamento da doença. “Aqueles que estão em tratamento ou recuperação pós-Covid pedem socorro! Não ficam só atrás de leitos de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva). As famílias de agentes ficam desesperadas, pois tem momentos que precisam de remédios para atender seus entes na UTI. É preciso que a Sesp e SES (Secretaria de Saúde) fiquem mais próximas, nos casos mais graves, oferecendo assistência financeira para aquisição de medicamentos”, declara Claudinei que é membro titular da Comissão de Segurança.

Leia Também:  Moretto destina mais de R$ 713 mil para compra de câmeras de alta tecnologia

Posicionamento

Durante a explanação, o parlamentar comentou que o retorno da Sesp ao ofício encaminhado, infelizmente, não informa sobre o fornecimento do auxílio de medicação aos integrantes das forças de segurança, apenas as iniciativas tomadas para manter a integridade física dos servidores ativos neste período da pandemia.

“O auxílio saúde é um tema importante, sobre a viabilização para as forças de segurança, pois já vimos exemplos de outros estados brasileiros, governos estaduais que têm ajudado de forma financeira os profissionais da segurança pública que estão se contaminando com a Covid-19 e muitos não tem condições, como a questão de internação, entre outras necessidades para o tratamento da doença”, reforça Claudinei.

Ele acrescenta que o governo estadual poderia buscar uma forma de adquirir de forma mais rápida e econômica os remédios precisos, pois tem uns que são muito caros. De acordo com o deputado Dr. João, membro titular da Comissão de Segurança, existe uma medicação especial que, infelizmente, hoje está seis vezes mais cara do que era antes. “Bem caro este remédio. Existem profissionais da saúde que, também, são linha de frente, que conseguiram alguma coisa, financeiramente, nada mais justo para o pessoal da segurança”, posiciona o parlamentar.

Leia Também:  Proposta de Lúdio Cabral prevê que governo pague conta de luz das famílias de baixa renda por 3 meses

Resposta

Um quadro com casos de servidores da segurança pública que foram contaminados pela Covid-19, no período de março de 2020 a 2021, também foi apresentado pela Sesp. Os dados apontam que foram 2.573 casos confirmados, 352 afastados por suspeitas de infecção, 2.340 recuperados e 30 óbitos. “Este é um quadro desatualizado, sendo que no início do mês de abril, já tinha mais de 40 óbitos de servidores da segurança pública. Mas, essas informações pelo menos nos dá um parâmetro da realidade vivenciada pela segurança pública com a Covid-19”, comenta Claudinei.

No documento, a Secretaria também apresenta as principais iniciativas e medidas adotadas, conforme as diretrizes do atual governo, realizadas para proteger a saúde dos agentes de instituições da segurança pública. Dentre elas, estão os regimes de plantões aplicados, teletrabalho aos servidores que se enquadram no grupo de risco, intensificação na desinfecção de unidades com maior circulação de pessoas,  disponibilização de álcool em gel, máscaras, entre outros Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e realização de testes rápidos para detectar a doença.

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:

Política Estadual

Hospital São Luiz pede apoio da ALMT para reposição de insumos

Publicados

em

Por


Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Com volume de atendimento de até 500 internações por mês, o Hospital Filantrópico São Luiz,  em Cáceres, precisa de ajuda para repor o estoque de insumos. Acompanhados do prefeito de Salto do Céu, que preside o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Oeste, Mauto Teixeira Espíndola (SD), os representantes da Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, entidade gestora da unidade, recorreram ao primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) para relatar as dificuldades e pedir ajuda na ordem de R$ 1,5 milhão para que a unidade continue em funcionamento.
Ao receber o Ofício 192/2021, durante a reunião, realizada nesta terça-feira (11), Botelho demonstrou preocupação com o sistema de saúde e solicitou ao deputado Dr. João (MDB), presidente da Comissão de Saúde da Casa de Leis, para analisar a viabilidade do pedido.
Espíndola ressaltou a importância da unidade de saúde para a região, informou que além de atender os 14 municípios que compõem o consórcio intermunicipal, também é referência para cidades da região de Pontes e Lacerda e até da Bolívia, devido a sua localização na fronteira Brasil/Bolívia.
“É importantíssimo para a região. Por isso, estamos aqui na Assembleia para poder ajudar. Temos que contribuir para melhorar cada vez mais o hospital. Saímos esperançosos pelo jeito que o deputado nos atendeu muito bem e relatou que tem condições de nos ajudar. Se esses insumos chegarem lá [hospital] vai melhorar muito, vai ajudar nas cirurgias, nas internações, tudo que está precisando. O hospital recebe do governo, sim, mas demora de cem a cento e quinze dias para receber o que foi utilizado. Por isso, estamos aqui em busca de recursos junto ao deputado Botelho”, esclareceu o prefeito.
Frederico Coltro, gerente corporativo de Operações da Pró-Saúde, explicou a importância da reunião na ALMT para esclarecer a situação. Listou que dentre os insumos básicos que faltam estão neurobloqueadores, anestésicos, antibióticos e materiais como luvas, que segundo Coltro, antes, a caixa custava R$ 17,00 e agora custa R$ 117,00.
“Os insumos ficaram muito caros. Viemos pedir ajuda e explicar os impactos catastróficos causados pela pandemia e, principalmente, para abastecer o nosso estoque. Sem os insumos não conseguimos atender. Hoje, estamos com estoque baixo, compramos insumos, mas não são suficientes para atender a demanda da unidade”, explica o gerente de Operações.
Com atendimentos de alta e média complexidades, 156 leitos cadastrados no CNES, sendo 147 destinados ao SUS, atua com clínica médica, obstetrícia, ginecologia, pediatria, UTIs adulto e neonatal, Pronto Atendimento 24 horas, centro cirúrgico e salas para recuperação pós-anestésica, o São Luiz, conforme o ofício, passa por sérias dificuldades para conciliar a aquisição de suprimentos com o efetivo pagamento junto aos fornecedores, pela demora para receber do governo.
“Solicitamos o apoio de nos amparar através da destinação de recursos no valor de R$ 1,5 milhão para regularização dos estoques, única e exclusivamente para aquisição de materiais hospitalares e medicamentos”, diz trecho do ofício, ao pedir urgência na avaliação do pedido.
Também participaram do encontro, o secretário-executivo do consórcio, Danilo Bastos, o contador do consórcio, Ailton Paula de Arruda e Brasílio Ferreira, consultor de sustentabilidade da Pró-Saúde.

Leia Também:  Hospital São Luiz pede apoio da ALMT para reposição de insumos
Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA